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quinta-feira, 5 de março de 2015

Quentinha de New York | NRF | Converse Made by You

O sócio-diretor da GS&BW, empresa especializada em Marketing de Varejo e Shopping Center, Luiz Alberto Marinho trouxe informações quentinhas da 104ª edição da NRF, que aconteceu entre os dias 11 e 14 de janeiro/2015, durante palestra promovida pelo Shopping Iguatemi no dia 04 de março.
O Big Show é organizado pela Federação Nacional de Varejo dos Estados Unidos, sendo o maior evento de Varejo no mundo.

95% das vendas passarão por lojas físicas!

Mas elas não estavam no túnel da morte?



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

FIC 2014

Para acompanhar o que rolou: #fic2014
A 10ª edição do Fórum de Internet Corporativa contou com a participação de palestrantes das empresas Disney, Sicredi, Mercur, Vert Shoes e Coca-cola para palestrarem sobre "Engajamento: causa e experiência estabelecendo conexões entre marcas e pessoas".

O evento é uma realização da ABRADi, ocorreu no dia 08 de outubro, no Teatro CIEE e contou com a presença de cerca de 500 pessoas, entre empresários, executivos de agências e acadêmicos.

Para acessar o hotsite do evento e conferir mais sobre os palestrantes, clique aqui.

A seguir, o registo de algumas anotações.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Uma porção: Redes Sociais

Enquanto não sobra um tempinho para postar aqui meus textos sobre as queridinhas da nuvem, deixo registrado este parágrafo de uma postagem do FBDE.

"Segundo: o ponto importante é saber que alcançar seus consumidores no Facebook e Twitter, por exemplo, pode até parecer simples num primeiro instante, mas a grande dificuldade que se impõe para uma empresa é mantê-los atentos aos seus produtos ou serviços, e isso pede não apenas muita criatividade nas ações, como também conteúdo de qualidade e interatividade com transparência".

O que está sendo dito por muitos, mas pouco planejam e executam!

Fonte: FBDE

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O Futuro do profissional de Marketing


Em 2008 a falência do tradicional banco dos Estados Unidos Lehman Brothers, seguindo da falência da maior empresa seguradora AIG-American Internacional Group, deu início à chamada “Grande Recessão”. O efeito da crise financeira foi rápido e causou um grande impacto nas empresas no mundo todo, principalmente na Europa com a redução do PIB da Zona do Euro em 1,5% em relação ao trimestre anterior.


Com a adoção de políticas econômicas intervencionistas, o governo americano injetou bilhões de dólares na economia, salvando a seguradora AIG e assim conseguindo estabilizar a crise que novamente se espalhava pelo mundo. Embora o governo americano tenha intervindo na economia, a taxa de desemprego nos Estado Unidos foi de 5% para 10% nesse mesmo período.
Assim sendo, o conhecimento advindo do tratamento dado a crise financeira mundial transformou o consumidor, que agora economiza mais para épocas de crise. Esse “novo” consumidor compra produtos e serviços de baixo custo e perdeu a confiança em grandes empresas por conta das crises anteriores. As atitudes desse “novo” consumidor esta condicionada ao desenvolvimento do Marketing Digital que pode ser conceituado como a utilização da tecnologia como principal estratégia para fazer com que a sua informação se propague rapidamente para grandes públicos.

Atualmente existe mais de dois bilhões de pessoas conectadas a internet, compartilhando informações, trocando experiências, buscando diversões, por meio de Portais, Blogs, Mídias Sociais e buscadores. Agora, a força está no Marketing boca a boa. As pessoas confiam umas nas outras e o input final da compra é gerado muitas vezes pela indicação e experiências de outras pessoas.

O breve cenário exposto instigou o seguinte questionamento: Qual será o futuro do Marketing? No “novo cenário” visando o comportamento do consumidor vemos o Marketing 1.0 e Marketing 2.0 com muita relevância; desenvolver e especificar o produto, criar um posicionamento, definir missão, visão e valores da empresa, criar um diferencial e, principalmente, pensar na satisfação do cliente. Porém, temos que pensar no marketing como uma forma de se conhecer, observar e analisar o comportamento do consumidor, mergulhar fundo nas ferramentas online e deixar que o público mostre as diretrizes que o profissional deverá tomar.
Aplicando o conceito de Marketing Digital junto ao “futuro do marketing”, podemos planejar as seguinte ações para o seu negócio:
1 - Crie um site relevante:
• Pense no que o consumidor quer saber;
• Elabore conteúdos relevantes;
• Crie interatividade, dando importância para opinião do seu público;
• Divulgue seus conteúdos em Mídias Sociais, Imprensa, diretórios e Blogs.

2 – Mídias Socias
• Analise em quais mídias sociais o seu consumidor está;
• Faça contato diário com seus seguidores (Colocando informações relevantes);
• Mostre se aberto a crítica, mostrando rapidamente a solução;
• De importância para idéias novas;
• Crie promoções que beneficie o consumidor;

3 – Email Marketing
A construção da sua mala-direta é um patrimônio para a sua empresa, aproveite estabeleça um contato semanal e de preferência que envolva os seguintes itens:
• Divulgue promoções para beneficio do consumidor
• Divulgue novos conteúdos relevantes como artigo e notícias
• Divulgue campanhas e ações de descontos
• Crie sempre uma propaganda que definam bem sua missão, visão e valores.

O contato diário e aberto vai mostrar para o seu consumidor que sua empresa é comandada por pessoas de carne e osso e que a opinião dele é importante. Olhar para esse novo cenário e perceber que o modo de se expressar do Ser Humano mudou, que suas defesas ganharam forças a partir de um click. As empresas precisam rever detalhes emocionais e espirituais do consumidor, pensar em soluções para problemas sociais do Mundo.

Esse conceito envolve as definições do livro Marketing 3.0 escrito por Philip Kotler, que em uma passagem cita as seguintes palavras: “Em épocas de crise econômica global, o marketing 3.0 adquire relevância ainda maior para a vida dos consumidores, na medida em que eles são afetados por rápidas mudanças e turbulências nas esferas social, econômica e ambiental”.

Não tenho o hábito de reproduzir posts no blog, prefiro postar com as minhas próprias palavras. Mas a falta de tempo livre e a qualidade do post já justificam.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Quando seu nickname for descartável!

Após as impressoras 3D do último post e ao visualizar o infográfico que exemplifica o processo de um conteúdo que torna-se viral, do @vini_pinto, algo me indagou a escrever.

O material do infográfico super beleza e bacana, mas o que me chamou atenção é a forma que ele se apresenta e gentilmente também sua namorada, a tal de @samara_arruda. Não há nada de errado no nome da moça ou na apresentação...

Na sociedade em que vivemos aqueles que se comunicam através de palavras, audição e dicção se nomeiam entre si nos cartórios e aos poucos, conforme seus hábitos e personalidade, vão adquirindo apelidos. Entre os surdos e mudos torna-se mais prático identificar cada qual com um gesto específico, como um apelido, por exemplo.

No meio digital, globalizado e informatizado que estamos nos inserindo, ou estão nos inserindo, será possível que daqui a 30 anos ou "x anos", seremos identificados com _ @ - . abreviações e possuiremos o poder de ir até nossas configurações e trocarmos o que ainda, para nós meros mortais do século XXI, é o que temos de mais valioso: o nome?!

Participei de uma palestra cujo título explica-se por si só "Vendendo e se relacionando com clientes no mercado competitivo e marcado por mudanças". Comecei a escrever esse post ontem (23/01) e durante alguns momentos da palestra quando assuntos relacionados a informação, tecnologia, mudanças, velocidade, tendência, interatividade para substituir a comunicação, esse breve pensamento me veio a tona novamente - como uma metáfora. Claro que não seremos compostos por configurações eletrônicas (ou sim?) e nem mesmo o nosso documento de identificação será substituído em tão pouco tempo (30 anos é pouco tempo, certo?!). Fica entre meus pensamentos e quem ler: como as marcas nos perceberão no futuro? Elas ou nós seremos descartáveis como um nickname do twitter? Qual a experiência que as mesmas nos proporcionarão? Nós amaremos elas mais ou menos?

E aí quando todos os produtos possuírem as mesmas características, funções, vantagens e benefícios, será, ainda mais, o relacionamento e as experiências os diferenciais. A única ferramenta que poderá ser ajustada a este novo contexto é o humano - ele com o auxílio da tecnologia que está ao seu favor, seus CRMs, banco de dados, plataformas digitais de dados, etc.
Seguimos com nosso endomarketing e marketing de relacionamento, meus grandes amigos de conversa, rsrs.

Conto com a compreensão do Vinícius Pinto, sua namorada e agradeço pela fonte de inspiração espontânea, abraço!!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Basta estar atento...

O artigo ~~copiado e colado~~ é realmente muito válido para se deixar guardadinho nessa minha gaveta eletrônica. Se ainda não leste algo sobre as impressoras 3D ou procura por alguma segunda opinião sobre o futuro próximo dos nossos mercados valerá o investimento do tempo!

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Adeus mercado velho, feliz marketing novo!
Como a tecnologia vai mudar como você fez e faz marketing até hoje. Essas três frentes tecnológicas vão modificar e muito as práticas de marketing no que se refere a produto, preço, distribuição e comunicação. Produtos vão ser a base de silicone, as vendas serão de projetos, os preços negociados pessoalmente, a customização não será mais de massa muito menos a comunicação. Você esta preparado? Então vamos lá.

Segundo uma pesquisa do jornal americano The New York Times com seus leitores para prever acontecimentos tecnológicos, a impressora 3D chegará para o consumidor por volta de 2015. Acredito que seja cedo, mas de 2025, 10 anos depois, não passa. Sabe o que isso significa? Que os produtos terão cada vez mais silicone na sua composição, que é o material das impressões em 3D. Que as fábricas aos poucos, e num processo irreversível, que iniciaram como indústrias, passaram para montadoras e fizeram outsourcing, vão apenas vender projetos. Existirão simplesmente escritórios de ideias que serão vendidas por internet para o consumidor, que por sua vez comprará tal projeto ou ainda o modificará conforme suas necessidades. Depois é só apertar o botão “imprimir”.

Segundo o site da Home@fab, um projeto open-source mass-colaboration mostra que esse dispositivo de fabricação pessoal vai permitir que se façam projetos on-demand, desde um brinquedo e até, imagine só, a sua refeição. A revolução digital hoje permite qualquer pessoa, comprar e vender virtualmente, mas a próxima etapa pula a distribuição como é feita hoje, porque a cadeia é composta de apenas um sujeito, um projeto que ele tenha criado e um dispositivo nas mãos do consumidor. Eu compro o seu projeto, encomendo matérias primas (cadeia de suprimentos salva, ufa!), mudo o que quiser e imprimo. Simples assim.

Quando mostrei numa palestra na universidade para alunos e professores de administração esta fantástica evolução do fabrico de bens, há uns quatro anos, e aventei as possibilidades que estavam por vir, eles se apressaram em dizer: “Ah! Lá vem o Pedro com suas sandices!” Parou para pensar que essa tal HOME FAB pode acabar com a festa do varejo? E os atacadistas vão existir? Se eu tiver a chance de imprimir na minha casa os brinquedos para os meus filhos, objetos para o meu home office e utensílios de cozinha não preciso mais de um ponto de venda para encontrar um bem? A vitrine será meu computador ou o meu iPad.

A tecnologia já permitiu e proporcionou o Big Bang do marketing, que aconteceu primeiro com a explosão da quantidade de produtos, depois veio a explosão da mídia com canais e mais canais de comunicação, ai então e quase concomitante veio o Big Bang da distribuição, o que permitiu encontrar chinelos na padaria e pão no posto de gasolina, uma profusão de locais para comprar qualquer coisa e também houve a explosão do preço que começou com a venda pela internet, com coisas que eram pagas até então, viraram gratuitas e continuam com as vendas coletivas.

Não para por aí, não. Surgiu faz oito anos, no máximo, e está em pleno desenvolvimento o Neuromarketing, que é a pesquisa de mercado feita para vasculhar o cérebro do consumidor e descobrir seus desejos mais profundos e não imaginados nem pelo próprio. Estas pesquisas são feitas com auxilio dos equipamentos de diagnóstico por imagem (fMRI, EEG, PET, MEG) e também eletromiografia, Eye Tracking e novos equipamentos que vêm surgindo para poderem ser usados nos consumidores no ato da compra como o Mynd (um eletroencefalograma wireless). Isso sem contar os equipamentos de biometria que mensuram as reações orgânicas de uma excitação externa como a propaganda ou uma embalagem de um produto, assim como também uma ação de vendas.

A convergência das mídias é o terceiro fenômeno tecnológico, acho que o mais antigo de todos os três, que modifica todo o pensamento de marketing. É na convergência que os meios se fundem e tornam-se móveis. E este movimento, vem na contramão do Big Bang da comunicação, porque novamente vamos juntar tudo num só meio que será um relógio ou um iPad.

A convergência permitirá ainda mais! Que num só meio possamos comunicar a existência de um produto, receber o projeto, ver se o sujeito gostou via um eye-traking online, imprimir o tal bem, customizado ou não, e mensurar a satisfação do consumidor com a interface máquina/cérebro. Fui longe? Não, tudo isso está muito perto de acontecer. Nicolelis, por exemplo, um dos maiores neurocientistas do mundo diz que em 2014, na Copa do mundo no Brasil, através da interface maquina/cérebro, fará alguém que não anda cruzar o campo de futebol e dar o chute inicial do evento.

Dá para imaginar tudo isso!? Se não der, corre, porque esse é um sinal de que você está ficando para trás. Aproveite a virada do ano para dar uma revirada nos seus conceitos e Feliz Marketing Novo em 2012.

*Pedro Camargo, consultor, conferencista e professor de pós-graduação em Neuromarketing e Biologia do Comportamento do Consumidor. Blog: www.biologiadocomportamentodoconsumidor.blogspot.com


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Toda essa aspiração atual e renovada, me fez lembrar do super-ultra-mega-power currículo de Bertrand Noirhomme, destinado e intitulado "Facebook, contrate-me". Ficou curioso? Não?!



Não é tão dificíl ser criativo, basta estar atento. Ao mercado, àquele que você tem como alvo e ao seu produto. E, claro, ao tempero da mistura. Pensando melhor, nem as buscas mais avançadas do Google no lugar de seu cérebro, possibilitaria a execução das tais infinitas combinações até alcançarmos o êxito pleno. A sua marca está atualizando seus meis digitais de comunicação? O seu produto poderia se adequar a esse contexto?

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Wikibrands: Construção de Marca no Ambiente Digital

Esse foi o tema da primeira palestra das tantas 'aulas abertas' da Pós-Graduação da ESPM-SUL, em Novo Hamburgo. Genaro Galli - Diretor da Pós da ESPM SUL conversou com o grupo presente sobre as tendências que estão em torno dos nossos consumidores, das nossas marcas e do nosso mercado. Em específico, aquelas direcionadas ao meio digital.

Galli baseou todo o seu estudo nas suas experiências pessoais e profissionais, como também no livro em que realizou revisão técnica "WikiBrands".
Genaro traz do livro conceitos mega contextualizados com os ambientes interno e externo das marcas brasileiras. Dentre eles relacionamento e engajamento. Penso que ainda, se os assuntos fossem mais direcionados aos aspectos offline poderia citar com mais intesidade a metodologia de aplicação dos aspectos relacionados ao atendimento da marca ao público, aliado às ações onnline.




Fazer com que cada colaborador da empresa compreenda a sua importância para com o setor, a marca e o negócio é um tanto quanto complexo, estudos e artigos de endomarketing são capazes de basear essas práticas. E, então, aliar tais ações offline ao universo onnline, multiplica as variações e combinações possíveis até que se alcance o êxito. Ainda mais, quando os colaboradores confundem acesso às redes sociais com passa tempo de trabalho e não estão engajados na causa social da empresa.

O livro "Os 4E's do Marketing e Branding" posiciona as marcas como as responsáveis por gerar seus negócios do sentido interno para o externo. Sendo os colaboradores os responsáveis por atender os públicos envolvidos e viralizar a marca para qual prestam seus serviços - entusiasmar funcionários. Já encantar clientes finais e intermediários vem como a segunda responsabilidade, focando e tornando seleto o nicho em que a marca investirá em suas pesquisas, tenderá a obter lucros e estabelecer relação. Enlouquecer concorrentes também faz parte dessa combinação, na luta de todas (as marcas) por um segmento,  os deixando confusos, os deixando sem saída e sem reações para as suas ações. Viabilizando todo o processo em mão dupla, enriquecer a todos vem como o quarto e último "E", sendo os consumidores os principais beneficiados com o valor e relacionamento externalizados.



Hoje, nós como consumidores e amantes de marcas por tais e tais motivos, produzimos e somos evangelizadores dos conceitos que os produtos e serviços pregam. Quando vamos efetuar a compra de um produto ou a contratação de um serviço já sabemos as informações técnicas e os fatores positivos e negativos (os mesmos buscados nas redes sociais, sites, blog de formadores de opiniões, etc). Então, o atendimento pessoal e a experiência vivenciada fixarão a imagem da marca na mente do potencial cliente - este é o momento da verdade, o ZMOT. Somos nós, os amigos e conhecidos, que colocamos no topo da Pirâmide de Maslow pessoal de cada consumidor o desejo por tal marca. Sem poder controlar o dinamismo e a amplitude de toda a mídia gerada por satisfações ou decepções, as marcas necessitam pensar, planejar e agir focando no social. Aquele social em que o consumidor realmente consome a marca, a deixa influenciar seus desejos e seus status sociais são definidos por aquilo que consome.

Sendo branding a prática de trabalhar a marca conforme o foco, planejamento estratégico, segmento e as tantas outras infinitas variações de mercado, a marca com o objetivo de se engajar com seu público pode estudar e implantar o modelo FLIRT, este que falarei em algum próximo post.

O post se prolongou, mas os assuntos trabalhados são supimpas e rendem muitos e muitros outros. As outras 'aulas abertas' trazem diversos outros assuntos super atuais e locais. Para se inscrever segue o link Está é a ESPM pensando globalmente, agindo localmente.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Nós, o Twitter e os nossos clientes

O Twitter foi criado com o intuito de ser um microblog e logo de início tornou-se um meio para que empresas e marcas se comunicassem com os seus usuários. Tal Rede Social não é capaz de produzir material jornalístico, porém, como o Facebook, é uma fonte de informação para demais portais. E, então, como as marcas e os portais de matérias podem aproveitar tal oportunidade de vínculo?
As postagens, por conterem no máximo 140 caracteres e, às vezes, direcionarem para outro portal, o intervalo de tempo entre uma postagem e outra é curto, mantendo continuamente na timeline dos usuários algo que lembre a marca. O conteúdo no Twitter tende a ser mais informativo do que aquele que despertará o desejo de estabelecer um relacionamento de longo prazo, porém a facilidade de mencionar e fazer-se lembrar da marca é maior que no Facebook. Por isso, entre uma postagem informativa e outra, se torna relevante postar algo curioso, cultural e que esteja entre os assuntos mais comentados do público da marca, mantendo o perfil atrativo.
Semelhante ao Facebook, no Twitter, quando uma pessoa torna-se seguidora de um perfil isso representa que há algo de relevante, interessante ou curioso naquele perfil ao ponto dela desejar receber suas atualizações na sua timeline. Porém não são todos os seguidores que representam o público real – métrica que avalia do total, quantos seguidores são ativos para com seu perfil, através da quantia de retweets. Portanto dar RT em algum tweet é equivalente a compartilhar alguma postagem no Facebook, já que quando se dá o RT naquilo que a marca postou torna-se público aos seguidores do perfil que retweetou. Assim, o perfil da marca vai se tornando popular entre o seu público alvo.

Tem a ver                                                                                                


Nós, o Face e os nossos clientes

Guia completo sobre as novas métricas do Facebook

Os 7Rs para uma estratégia empresarial nas Mídias Sociais

sábado, 24 de dezembro de 2011

Nós, o Face e nossos clientes

O meio globalizado em que vivemos transformou o modo com que aspiramos as informações e o jornalismo. No momento atual, as notícias chegam até nós por meio do compartilhamento de conteúdo nas Redes Sociais e, não somente, por um único portal, como o Terra, Uol, MSN e afins. Esses que expõem a informação de interesse público de forma padronizada e estrategicamente conforme seus ideais. O caminho entre o internauta e a notícia está ainda mais curto, o Blogmídia8 descreve:


Isso tem impacto direto no jornalismo, já que o Facebook se consolida com grande fonte de tráfego para portais noticiosos. No caso da Rede Social, o aumento de visitas foi de 22%, com um acréscimo de 8 minutos no tempo de navegação. O Facebook passa a ser uma arma poderosa de consumo e distribuição de conteúdo.


Portanto, no Facebook, o conteúdo é mais personalizado, os usuários passam a consumir aquilo que realmente lhe interessam e isso se define a cada novo relacionamento entre perfis que se firma, atraindo as afinidades. Enquanto que nos portais o conteúdo que se tem acesso é o qual o site segmenta como relevante para oferecer. Por isso, é imprescindível uma marca que está inserida no universo onnline conhecer o seu público e adequar o conteúdo que é capaz de despertar interesse por seus perfis, na busca pelo relacionamento.

As postagens podem acontecer de forma diversificada, sendo apenas um texto, ou ele aliado a uma imagem, vídeo ou link.

Com a finalidade de fornecer informações que o público da página julga interessante, é relevante interpretar o que representa para o fã curtir, compartilhar ou comentar as postagens da página. Quando o usuário compartilha entende-se que ele determina o conteúdo como interessante ao ponto de tornar público aos amigos. Já quando a postagem é comentada o nível de relacionamento entre o fã e a página é maior, já que é uma interação direta e com a possibilidade de feedback da página para com o fã. A postagem, quando curtida pelo fã, entende-se que o mesmo apreciou o conteúdo, tem opinião e posicionamento semelhantes.

sábado, 12 de novembro de 2011

#to de olho!

Nesta última semana encontrei alguns posts muito interessantes pela web...
Muitos falando sobre o lançamento das páginas no G+ e, em consequência disso, muitos outros citando as ferramentas disponíveis para monitorarmos o conteúdo da sua marca que está lançado nas redes sociais.


1. Links úteis


a) O BlogMídia 8 relacionou os livros de comunicação digital que estão disponíveis para download.
http://www.blogmidia8.com/p/biblioteca-virtual.html


b) No Acervo Publicitário encontrei uma seleção de 35 sites de vetores, alguns portais realmente possuem arquivos muito bacanas.
http://www.acervopublicitario.com.br/2011/06/35-sites-de-vetores-extremamente-uteis.html



2. Redes Sociais


a) Facebook:
I) O que acontece em 20 minutos no Facebook?
http://www.blogmidia8.com/2011/10/o-que-acontecem-em-apenas-20-minutos.html


II) Guia sobre as nem mais tão novas métricas do Facebook. http://www.blogmidia8.com/2011/10/guia-completo-sobre-as-novas-metricas.html


b) Com o auxílio que o Facebook está nos dando com o lançamento das novas métricas, o BlogMídia8 sinalizou os 11 possíveis passos que podem auxiliar na elaboração de um relatório básico para as redes sociais.
http://www.blogmidia8.com/2011/07/11-passos-para-montar-um-relatorio-de.html. Também pontuaram os 7 Rs que servem de base, pelo menos para os caras bacanas que escrevem no blog, na elaboração de uma estratégia empresarial nas redes e mídias sociais:
http://www.blogmidia8.com/2011/10/os-7-rs-para-uma-estrategia-empresarial.html


c) Google +
Novamente o BlogMídia 8 sendo a fonte mais exata e direta para comentar e apresentar novas ideias, ferramentas e métodos quando falamos nas mídias e redes sociais. O link que segue apresenta minuciosamente o que, como e porquê uma empresa pode atuar nas páginas do G+.
http://www.blogmidia8.com/2011/11/primeiras-impressoes-sobre-o-google.html#more


d) Retorno sobre o engajamento em mídia social
I) 15 maneiras práticas de medir o retorno sobre o enagajamento nas mídias sociais: http://www.brunodesouza.com/15-maneiras-de-medir-o-retorno-sobre-o-engajamento-roe-em-midia-social
II) No blog de Tecnologia Digital, o autor do texto apresenta formas qualitativas e quantitativas para medirmos o público real, alcance, ponto de classificação, número de publicações nas Mídias Sociais.

III) Como mostrar o retorno de mídias sociais usando o Google Analytic: http://kauekgg.com.br/mostrando-roi-em-midias-sociais/



3. Semana da Associação Riograndense da Propaganda - ARP
Neste link encontrei toda a programação, publicitários presentes no Salão ARP e as peças premiadas. O evento, os profissionais e as premiações são exemplos para todos os profissionais.
http://arpnet.locaweb.com.br/3yz/index.php

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Já conhece os 8P's?

Durante a leitura do artigo 8Ps do Marketing Digital pretendem melhorar a estratégia das empresas de Sylvia de Sá, publicado no Mundo do Marketing resolvi registrar qual é o propósito dos 8P’s, quais são eles e por que ampliar os conceitos dos P’s; conforme a análise do portal e citações do autor Conrado Adolpho*.

Durante a inserção das marcas no mercado onlline, os responsáveis por gerir tal negócio se encontram confusos no momento em que precisam escolher em qual serviço terceirizar, em qual mídia e recursos investir. Adolpho exemplifica a vida dos empresários: “por exemplo, ele não sabe que não deveria contratar uma empresa que envia e-mail marketing sem ter antes o mailing. Mas não adianta comprar mailing, o retorno de compra de mailing é muito baixo. É muito mais fácil investir numa ação para construir o mailing dele do que comprar o mailing e enviar”.; como também não se esquece de reforçar a relevância do conteúdo e a presença das marcas nas mídias sociais em que se inserem, tudo pelo pretexto de instigar uma “cola social”.  Todos esses aspectos são de caráter incontrolável, inverso dos 4P’s (promoção, praça, preço, produto) propostos por McCarthy, porém, os 8P’s se tornam um processo propulsor para melhorar a estratégia online das empresas e maximizar os bons resultados.
Então vamos aos 8P's:





Um conceito que os 8 Ps trazem para o mercado é a questão de integração entre competências que parecem muito distintas, mas que conversam entre si!


Embora muito prático para as empresas de pequeno e médio porte, ainda sinto a falta de dois P’s: pessoas e posicionamento.


Texto baseado no artigo do link que segue: http://www.mundodomarketing.com.br/7,20051,8ps-do-marketing-digital-pretendem-melhorar-a-estrategia-das-empresas.htm. Lá no portal do Mundo do Marketing ainda podemos encontrar o perfil das empresas que podem aplicar o processo-de-gestão-digital 8P’s e demais argumentos convencendo o leitor a adquirir o livro.

* Conrado Adolpho é o autor de “Os 8 Ps do Marketing Digital”, da editora Novatec. Atua há 10 anos na área e planeja ainda o lançamento do e-book “30 dicas para o sucesso rápido”, que estará disponível gratuitamente. Foi ele quem lançou o Best-seller “Google Marketing”, que chega à quarta edição com 15 mil unidades vendidas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ação e reação: mostrar-se e ser percebido

E é então que o blábláblá de ação e reação opera neste post. Como também seria possível assimilar essa teoria em qualquer outro assunto tratado em nosso cotidiano pessoal, profissional... mas desta vez a teoria ilustrará o contexto das marcas que agem para aparecerem e com isso conquistar o êxito de uma ação de (re) posicionamento.
  
Nós, pessoas físicas, talvez até por nosso orgulho não assumimos executar tais ações apenas para atingirmos um nível de reconhecimento social, podemos sim o conquistar com ações expontâneas e decorrentes de uma ação englobada em muitas outras conquistas. Já as marcas que nos circundam precisam aparecer, ilustrar nossa mente, fazer cambalhotas, se for o caso, apenas para serem percebidas e em um período de segundos conquistarem um espaço em nosso consciente e inconsciente.
Concordamos que somos formados por diversos segmentos, certo?! Mas inseridos no mundo das marcas e das mais diversas experiências, penso que somos capazes de classificar se positivo ou negativo certa marca, pessoa, ambiente, instituição, atitude... Após esta primeira visão, penso que nosso inconsciente registra esta experiência e vá agregando informações e outras semelhantes experiências para que formamos um conceito - por exemplo, essa minha última conclusão é expontânea, porém por já ter lido sobre a formação de estradas mentais explanei por palavras o que meu inconsciente trouxe atona.

Retornando ao mundo das marcas, sejam elas as mais segmentadas o possível ainda terão alguma concorrência e, é por isso que após a primeira experiência conquistada no inconsciente do seu público alvo devem gerar mais lembranças e marcas emocionais. Sendo assim, as mesmas precisam agir para reagirem em nossa mente durante nosso tempo ocioso ou corrido durante o dia, legal, não?! Somos cobaias de nerds.
  
Atualmente, são as redes sociais as responsáveis por oferecerem às marcas a oportunidade de estarem presentes e executar ações de relacionamento com seu público alvo, algumas dessas marcas estão aproveitando esse espaço para realmente posicionarem-se de tal forma online (em conjunto com a vida offline); já outras criam seu perfil e, como em qualquer outra ação, não planejam e nem se quer estipulam um foco.
  
Em um debate sobre redes sociais, um dos primeiros assuntos colocados em pauta foi o tempo que uma ação nas redes sociais tem. A conclusão foi de que não precisa-se necessariamente estar no top dos tops por até ou mais de 15 minutos de fama, mas quando esta ação englobada em um conjunto de ações com um foco comum, podem conquistar um montante de tempo superior à reação da exposição de um outdoor, por exemplo.

Também, neste debate, foi citado o dado de que há 27 anos viamos por dia 400 marcas, hoje 1200 marcas estão presentes em nosso cotidiano, mas sabe quantas percebemos?! Para sabermos, existe um cálculo:
Marcas de uma certa categoria registradas em nossa mente
O número 5 representa que recorda-se de 5 marcas de uma certa categoria de produtos e/ou serviços, sendo isso o ideal. Já se o montante de marcas lembradas for apenas 3, as marcas ou a categoria não são tão eficazes com a sua mente e seus conceitos. Mas se você somar 7 marcas lembradas em certa categoria, você realmente possui afinidade pela categoria e por marcas específicas.

Outras marcas optam, ou possuem poder suficiente, para agirem de uma forma mais alternativa e criativa. Como a KFC, empresa de alimentação norte-americana, que criou um retrato gigante do Coronel Sanders - famoso personagem da marca - em um deserto de Rachel, em Nevada, nos Estados Unidos. Lá você encontrará um pedaço de areia que foi pavimentado com cerca de 65 mil peças. As cores predominantes na montagem: vermelho, preto, branco e cinza. Pode não parecer nada muito relevante de onde você está, mas caso um dia você tenha a sorte de pisar fora da superfície da Terra, apenas uns poucos milhares de pés e você poderá se surpreender com a visão.


Segundo a própria assessoria de imprensa da gigante do fast-food, a marca se posicionou para ser a primeira marca do mundo visível do espaço, mas essa ação vai muito além disso. Tudo bem que qualquer fato é capaz de se tornar notícia, mas uma ação deste tamanho tinha, no mínimo o propósito de ser citada em dezenas, centenas de blogs (+ 1) e tornar a experiência de seus clientes e consumidores mais marcante, como também com a sua personagem - isso no mínimo, pois não conhecemos outras ações da marca que tenham abrangência mundial para que fosse possível desvendar o planejamento estratégico. Então podemos pensar que a ação offline - criar um retrato deste tamanho - não seria reconhecida se não fosse registrada e disseminada em uma ação online.

Outro exemplo, este sim muito atual, são os malditos pôneis. A Nissan posicionou o seu modelo na categoria, sem ser clichê por não mostrar como o carro é veloz e sobe montanhas. Apenas lembrou que as outras marcas são malditos pôneis, enquanto eles são cavalos (pessoalmente, esse era o propósito, mas penso que os malditos pôneis chamaram mais atenção que os cavalos e a marca Nissan, que só hoje, 01/08, entrou para os TT's - depois de três dias sequentes os malditos pôneis já estarem lá presentes).

E, você, é bombardiado mais por visões ou por experiências durante um dia?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Orkut e as Tchecas






O sentimento de remorso pelo post anterior transformou a fúria em combustível que movimentou meus neurônios e criou uma sequência lógica de emoção, razão, raciocínio, uma idéia e um plano.

Depois de 9 minutos planejamento conclui que as minhas percepções demandavam de um arquivo (tal que já existe), porém ele teria que haver uma real finalidade lógica – já que a minha crítica anterior retratou a ausência de foco e integridade das ações de instituições e líderes com suas ações para com objetivos comuns.
O #todeolho vem com o propósito de analisar o Mercado em Movimento perante as ações de comunicação e marketing (especialmente as de guerrilha que mais me despertam atenção). Por isso ações que caíram no mercado da web no dia anterior a cada post e, que lógico, eu tive acesso, receberão apontamentos, críticas e relatos. Tornando o Mercado em Movimento uma fonte das fontes, sem receio de ser o atrasadinho nas notícias. Até porque, como a Rosane Oliveira na penúltima quinta (06/05) afirmou: não é a data, nem o furo, nem a exclusividade; é sim o conteúdo de ótima qualidade que faz a diferença. Sendo as minhas fontes outros blogs (sempre citados) darei Movimento ao Mercado da web com mais um post sobre uma ação que com certeza será postada em outros milhares de link.








Estreando a nossa ‘caixa preta’, o protagonista é nada menos que o jovem Orkut de 7 anos.
Ressalto a idade por sobreviver há 7 anos no universo da internet que se atualiza em segundos (portanto o Orkut sobreviveu 220752000 vezes) e percorre o mundo em centímetros.
Retratando a sua marca já consolidada em diversos países e repaginando o seu designer lançou na terça-feira (17/05) o seu novo logo.
Para a empresa Google o novo logotipo possui a idéia de explanar a atual identidade do Orkut.
DEPOIS
ANTES

Também sobre o Orkut, esta semana percebi que os botões de acesso a comunidades, amigos, fotos e blábláblá do painel esquerdo se tornam coloridos quando selecionados, detalhe pequeno, mas parte da repaginação do designer – este que parece que nunca vai acabar.









Dando movimento ao caos e finalizando o post do #todeolho de hoje, trago o mais novo (ou já envelheceu?!) buzz do momento!
AS TCHECAS!
Aqueles que ainda não estão sabendo a respeito, posso explicar. Caros apreciadores de cerveja, logo vocês terão uma nova companheira, essa não é Devassa e nem “boa”, ela é a Proibida. Sim! A marca misteriosa chegou no Brasil causando O buzz. Duas personagens tchecas, bem descoladas, bonitas e admiradoras de cerveja, lançaram pelo youtube vídeos que exibem o interesse de tais moças pelo Brasil, sem em algum momento mencionar a treta que estavam participando. O programa Pânico na TV, ousado como de costume, convidou-as para participarem de um reality show, exibindo a vida das moças e seus passeios pelo Brasil.

E então que em um belo dia aparece a marca da cerveja Proibida no programa que tem como principal patrocinadora a marca Skol. É! E ai a Proibida afirma que não foi intenção causar transtornos e que também não sabia de que outra marca de cerveja era envolvida com o programa. Até porque o material elaborado pelas tchecas não é exclusivo para o Pânico.


Bem, no blog a seguir os autores realizaram uma entrevista com os responsáveis pela ação. Tal que causou um verdadeiro gigante buzz e ainda não sabemos se vai vender. Mas está se instalando mais rapidamente do que a Devassa, que precisou apelar para a Sandy.

Pra ser sincera eu realmente havia lido sobre a ação ontem, mas apenas hoje criei o #todeolho e acabei não encontrando a outra fonte.

Devassa x Proibida
Sandy x Tchecas

Me consumam.