Mostrando postagens com marcador MRKT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MRKT. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de outubro de 2013

Branding e os 4 Es de Marketing

Nesta postagem conhecemos alguns fatores determinantes para o crescimento do marketing no século XX e alguns cases, nesta postagem informações sobre os anos 50, 60 e 70, nesta conceitos e informações sobre os anos 80, e nesta a introdução do branding nas estratégias de marketing nos anos 90 e século XXI.

Seguem anotações finais sobre o que o autor define para o branding e estratégias atuais.

As finalidades de marketing e branding: vendas e valor.

"Revelar o verdadeiro valor de um serviço que sirva para necessidades/desejos do cliente.
"Quem quiser vender uma furadeira precisa compreender que ninguém compra uma furadeira e sim a possibilidade de fazer furos de determinados diâmetros". Portanto, é importante que se dê mais cuidados às brocas e aos diâmetros."

As vendas, o valor e a marca que é defendida pelo mais precioso cargo, devem ser fatores entendidos por todos da empresa.

Se a empresa não é líder, ela não deve se diferenciar pelo preço baixo e sim pela percepção da marca. Já que sabemos que reposicionar a marca é trabalho redobrado e em muitas das vezes ineficiente. Portanto, investir em publicidade pura e constante é um caminho válido.

As tarefas de marekting: os 4Ps

Servem para fazer e controlar fatores. Também são uma oportunidade de se diferenciar dos concorrentes ao exercê-los. O autor do livro mostrou que este conceito era geocêntrico.

  • Produto: é preciso uma estratégia, um mix ou um portfólio de produto competitivo.
  • Preço: ter o preço equivalente à média do mercado se o produto for superior e, assim, ter a melhor relação custo x benefício.
Lauterborn: "Sua empresa não pode mais fazer o preço baseado em custo e apenas adicionar margem de lucro. Essa é uma forma ineficaz para definir preço. Pense naquilo que o cliente está disposto a pagar (preço aceitável por mercado e por cliente), e depois defina quais custos sua empresa pode ter. Às vezes, o cliente está disposto a pagar bem mais porque, independentemente dos seus custos, ele está interessado muito mais nele mesmo e nas coisas que para ele valem mais. Ou seja, preço não função de custo, mas sim de valor segundo o ponto de vista do cliente".
  • Praça: o ponto ou espaços nas gôndolas são as dificuldades enfrentadas pelos fabricantes, pois isso custa muito para aqueles que não possuem marcas fortes e sem poder de negociação com o varejo. O autor do livro agrega a esse "P" um "C" - conveniência. Para que empresas se adaptem mais a seus clientes, sendo mais flexíveis, como o e-commerce que atende 24 horas, prático e econômico de tempo.
  • Promoção: em termos publicitários, as empresas precisam ter: força (poder de investimento) e inteligência (poder de construir uma estratégia e mensagem).
Se a marca tiver capacidade de verba o peso da mensagem é menos importante. Basta anunciar que a marca aparece e destaca-se. Se a capacidade de verba for menos que os competidores, então são necessárias estratégias e mensagens diferenciadas. Mas é importante que não queiram imitar a propaganda das outras marcas - estão perdendo uma oportunidade de crescer, diferenciar-se e conquistar seu espaço.

Propaganda não é apenas divulgar, como era nos anos 40, 50 e 60. Nem diferenciar pela criatividade publicitária, como nos anos 70 e 80. O novo e maior objetivo é criar desejabilidade no consumidor e no canal (utilizando todas as informações e conceitos adequados ao contexto atual). Assim, criar valor para a marca e valor para o négocio -> 4Es.

O consumidor compra por 3 razões: funcionais (o cliente deseja um produto que faça algo por ele. A cola que cole. A propaganda, neste caso, não agrega valor, apenas anuncia o que o vendedor necessita. Não há muita oportunidade de aproximação ao cliente); emocionais (propaganda agrega valor em detrimento das outras. Então o cliente passa a preferir uma marca pela emoção e experiência) ou sociais (ela já tem um papel incrivelmente valioso, pois está criando pressão de demanda e criando condições para venda em preços mais altos = margem e lucros expressivos para o fabricante).

O autor do livro comenta que "C" desse "P" é de comunicação, o cliente quando se expressa é algo que deve valer como uma informação de altíssimo valor para as empresas, e essas devem fazer com que o consumidor se expresse.

Conheça os 4Es

Agora os conceitos refeitos tem função de tornar tudo mais prático. Para demonstrar foi usado com representação um desenho similar a um alvo.

1º círculo/central: círculo dos finalidades do marketing e do branding - venda (prazo curto e reconhecimento imediato) e o valor (prazo longo, brand equity, atribuído pelo cliente, atratividade para mais vendas).

2º círculo maior: das tarefas do marketing e de branding - os 4Ps, gerência.

3º círculo: os 4Es (entusiasmar funcionários, encantar clientes, enlouquecer concorrentes, enriquecer a todos)


Os 4E's são os responsáveis por está função, do "terceiro círculo": criar visão, significado, valor (executado pela comunicação) e programadas para os 4 Ps.

1º E: Entusiasmar funcionários
Relacionado aos conceitos de endomarketing
- treinamento e incentivo da equipe de profissionais;
- comunicação interna, desde o simples jornalzinho interno até programas de ambientação, celebração e intranet;
- se estão harmonizados com a filosofia da empresa ou no atendimento fidelizado.

2º E: Encantar clientes finais e intermediários - a segunda responsabilidade do marketing e branding
Os clientes que tem a sua empresa, produto ou serviço.
- focar e escolher o público, pois não é possível encantar todos.
Os clientes finais (físicos ou jurídicos) se estão insatisfeitos apenas mudam de marca.
Os clientes intermediários precisam obter lucros, premiações, recompensas, crédito, etc... Para eles há uma área especializada de relacionamento, o trade marketing.
Bom produto + bom preço + excelente propaganda = desejabilidade do cliente por seu produto.

3º E: Enlouquecer os concorrentes
A concorrência é um dos motivos para visar crescer e atualizar seus produtos e serviços. Se seu produto estiver perdendo mercado crie um concorrente, melhor e mais barato - antes que a concorrência faça isso.
Monitorar os concorrentes e se eles tiverem enlouquecidos é porque sua marca atingiu um marketing e branding expressivos.

4º E: Enriquecer a todos
Os diretores devem enriquecer os acionistas e os funcionários, com os bons resultados. Devem também enriquecer os clientes, com algo valioso. E, por fim, enriquecer a sociedade entregando valor e inovação e pagando tributos justos.

Branding e Marketing são dois conceitos que se fundem na visão interna e a visão externa.

Esse conceito reformulado para um novo contexto abrange o que se sabe de marketing com o que o mercado pede - gerência interna e atenção ao ambiente externo. Já que vários produtos são similares pelo mundo, o que os diferencia é a própria originalidade, identidade da empresa/marca, a atenção dada ao pública alvo e percepção das tendências.

Para criar novas marcas é preciso criar uma nova categoria na mente das pessoas.
Exemplos: Kodak: papel - antigo | Sony: eletrônico - novo

Portanto, volume publicitário e pontos de distribuição são algumas das formas possíveis de conquistar espaço na mente das pessoas.

Fonte das informações: Os 4 Es de Marketing e Branding - Robert F. Lauterborn, Augusto Nascimento

ANOS 90 E SÉCULO XXI - Os 4 Es de Marketing e Branding

Nesta postagem conhecemos alguns fatores determinantes para o crescimento do marketing no século XX e alguns cases, nesta postagem informações sobre os anos 50, 60 e 70, e nesta conceitos e informações sobre os anos 80.

Com a Era da Informação, surgiram novos conceitos e outros foram reformulados.

Na Era da Informação alguns conhecimentos centenários voltaram a ser ativados. Como o Marketing Direto feito na venda por catálogos e o R.F.M. (Recência, Frequência e Valor) praticado pelas empresas de catálogos. Mas nessa época, o marketing direto funcionou pela presença de banco de dados nos computadores. Esse tipo de marketing recebeu o nome de maximarketing (pelo preconceito ao correio em 1800).

Stan Rapp e Tom Collins lançaram um livro sobre a recontextualização do marketing direto - Falando em propaganda como pré-venda, a venda, pós-venda na própria compra e o registro do processo e das informações em um banco de dados.

Brand Equity: valor econômico da marca

Com essa nova visão do valor da marca, aconteceram muitas fusões entre gigantescas marcas, elas acreditavam que assim poderiam crescer, pois anulavam um concorrente e ainda conquistava mais mercado. As empresas procuravam outras empresas com marcas fortes. Junto a essas aquisições davam mais importância ao planejamento estratégico - missão da marca, visão e valores - os estrategistas de marketing e também algumas agências de propaganda. Assim, nasceu o termo branding que se desenvolveu nos anos 90.

Com a Era da Informação e o rebaixamento do valor das fábricas e indústrias, a Nike não tinha fábrica própria, ficou em criar um modelo de marketing baseado no patrocínio de atletas, controle no design ou P&D dos produtos, a distribuição, a publicidade e as relações públicas. Assim a Nike lançou o licenciamento de usar artistas e personagens animados em sua marca - aproveitando o reconhecimento já conquistado. Mas isso é como engordar a vaca do vizinho ou fazer publicidade 0800 para aqueles que está servindo de modelo.

Dois livros são lançados no reflexo da tamanha competitividade atual: Estratégia Competitiva e Vantagem Competitiva, de Michel e Porter. Ele declara dois caminhos para a vantagem: liderança por custo e liderança por diferenciação.

Os varejistas passaram a ter produtos com marca própria e super poderosos pelo grande volume. Muitos se tornaram varejistas por falir suas lojas de departamento que não tinha mais giro e as empresas por perder seus canais de distribuição. Mas também surgiram muitas lojas com o nome da marca do produto. 
Portanto o conceito final dos anos 80 era focar em produto ou cliente ou marca.

Produto: oferta e diferencial.
Cliente: melhoria contínua de atendimento e administrar o relacionamento com ele com a tecnologia dos bancos de dados.
Marca: construção, qualquer produto seria passageiro enquanto a marca seria definitiva.

O crescimento do branding

1. O cliente em primeiro lugar
2. CRM ou cliente cadastrado
3. valor da marca.

Esses três fatores foram inovadores nesses anos. Já que, pela primeira vez, tinha-se uma visão de fora pra dentro, o oposto dos 4P's ou o mix de marketing. 
Tendo assim uma comunicação bilateral, importância ao serviço e ao encanto que o cliente deveria ter em um atendimento - A Era do Serviço.

Centenas de livros foram escritos sobre o tema: "Encantar o cliente que ocupa sempre o primeiro lugar." Aparentemente, todos inspirados em Deming e Juran, os magos da qualidade mundial.

Nessa Era, haviam muitos concorrentes e pouca renda, portanto foi necessário agregar serviços ou até mesmo transformar commodities em produtos que tenham valor agregado de marca. Por exemplo, a água.

O marketing direto teve outra retomada se tornando one-to-one. Onde para cada tipo de cliente havia um tratamento específico e agora todos os dados mais digitalizados.

Peppers e Rogers apontavam uma metodologia para exercer os 4C's (clientes, custo, conveniência e comunicação). Porém os técnicos em T.I. não tinham base para o marketing. E ainda não visavam o mercado, apenas sobreviviam.

Espaço para as marcas

Uma vasta quantidade de livros foram escritos sobre o valor das marcas - brand equity. Os estudos da época comprovaram que o mercado estava esgotado e construir uma marca nova não traria de volta o que seria investido.

Marcas líderes: 12% sobre as vendas;
Marcas que ocupam o 2º lugar: 8%
Marcas que ocupam o 3º lugar: 4%

Portanto as marcas líderes teriam 1/3 a mais de rentabilidade sobre as marcas vice-líderes e 2/3 a mais em relação às marcas do 3º lugar.

Assessorias e consultorias afirmavam que quem assumia o ranking das marcas era a Coca-Cola, a GM, a Microsoft e o Mc Donald's.

A BBN percebeu que as agências publicitárias e multinacionais criavam propagandas genéricas que serviam para diversas marcas de um segmento. Portanto, criou métodos para encontrar ou criar diferenciais, assim cada cliente recebia propaganda tão singulador quanto sua identidade. Isso foi chamado de brandversiting, e o modelo de criação foi chamado de propaganda competitiva ou propaganda competitiva.

Transição da propaganda comum...

ABBN (Business, Branding, Network) trabalhava com duas linhas de pensamento para sua consultoria: planejamento estratégico e seu plano anual de vendas.

No fim, concluía-se a formatação de um guia de gerenciamento da marca (branding guide). Toda a implantação de brandvertising propunha propaganda da marca para dentro (pessoal interno e trade) e propaganda da marca para fora (consumidor ou mercado).

Portanto, a BBN objetivou não só fazer propaganda e marketing, e sim branding, e isso pedia o comprometimento de todos da empresa.

Posts relacionados ao livro Os 4 Es de Marketing e Branding

Fonte das informações: Os 4 Es de Marketing e Branding - Robert F. Lauterborn, Augusto Nascimento

SÉCULO XX - Os 4 Es de Marketing e Branding

Século XX: o século do Marketing, da Propaganda e o nascimento do atual conceito de branding.

Alguns fatores determinantes:
  • De 1900 a 1950, a Europa tinha uma realidade de baixa mobilidade social, portanto cidadãos começaram a vir empreender na América, tornando-a o maior mercado de consumo.
  • Início da exploração de técnicas de estudo de mercado.
  • Invenção do Ford T, o primeiro carro destinado ao público de massa.
  • Um novo segmento de mercado surgia: a classe média/massa. Adaptou-se o método de fabricação de produtos para esse público; os trabalhos artesanais foram substituídos por métodos já utilizados pela Sears.
Com a 1ª Guerra Mundial, o comércio americano se expandiu pela Europa. A concorrência que fabricantes encontraram despertou a invenção de marcas-fantasias. Mais tarde perceberam a relação entre fabricar e comercializar - gerenciando o produto (planejando e desenvolvendo o produto), cuidados como: território de venda, seleção de agência e aprovação da propaganda e promoção, estudo e melhoria das embalagens, merchandising foram explorados. Táticas utilizadas nos anos 30 e 40, foram relatadas em livros que se basearam nesses casos. Assim, livros e teses foram escritas em cima de muita tática.
P&G e GM foram as primeiras empresas a implantar esse sistema.


A comunicação do século XX

Após o início da utilização de marcas-fantasias, passou-se a utilizar o rádio como agente propaganda. Na época, atingia a massa e toda a família (superava o jornal que era acessível apenas para alfabetizados). Com isso, surgiram os primeiros jingles.

Logo os cinemas levaram produtos de bebidas e cigarro para o mundo inteiro. Após, os desenhos animados e os personagens-marcas. Exemplos: Disney e comerciais gravados ou ao vivo.


O reflexo da 2ª Guerra Mundial na comunicação do século XX

O período da 2ª Guerra Mundial fez com que os EUA (um dos envolvidos na Guerra) se especializasse em produtos e recebesse a estudos inteligentes e dinheiro da Europa. Após a 2ª G.M., EUA e Europa passaram a produzir produtos e conheceram o que é a concorrência. Portanto, passaram estudar o mercado, procurar por garantias de quantificação - estratégias mais baratas e menos arriscadas.

Assim, surgiu a palavra marketing, com a avaliação do cenário empresarial + criação de modelo de gerência do produto. Comerciantes procuraram estabelecer uma rede/gama de produtos que fabricavam, substituindo o centro de produção de um lado e vendas do outro.

Até o passar da metade do século XX praticar o marketing era necessário, era apenas um diferencial que impulsionava as vendas, mesmo que se não fizesse atingiria a massa produzindo com qualidade e consequentemente seria reconhecido por isso.

O case Ford x GM e o marketing moderno do século XX

Com a união de pequenos fabricantes de carros formou-se a GM para combater a Ford - que insistia em vender apenas carros pretos para economizar. A GM fez diferente: encantou os já enjoados do preto com as cores: vermelha para os bombeiros, branco para as ambulâncias e demais cores para os carros da massa.
Ford x GM = 1º episódio do Marketing Moderno.

Logo, as fábricas supriram a necessidade dos imóveis e perceberam novos segmentos, criando características e definições para cada tipo/grupo/arquético de clientes. A primeira segmentação feita foi: duráveis, semi-duráveis e os bens de conveniência.

Ducker foi CEO da GM e revolucionou a maneira de administrar. A General Motors apresentava um leque de marcas para os diferentes estágios da vida de cada consumidor - Conceito de LTV (lifetime value).

As duas seguintes invenções da Era Industrial foram os shoppings e os supermercados. Trazendo mais importância para as embalagens, PDV's e merchandising.
Fonte das informações: Os 4 Es de Marketing e Branding - Robert F. Lauterborn, Augusto Nascimento

sábado, 7 de setembro de 2013

A influência das cores na identidade visual de marcas

Muitos estudos argumentam sobre a importância e a influência das cores perante a construção de uma marca e sua aplicação em seus produtos, publicidade, etc.

A Kissmetrics criou um infográfico revelando alguns meios diferentes no processo de persuasão para a venda de produtos. Disponibilizo algumas partes dele aqui com alguns comentários e exemplos. O material pode ser visualizado na íntegra através deste link.

A importância das cores para o trabalho de Marketing e Branding:


O que cada cor transmite:


Cor x Tipo de comprador que atrai x Tipo de loja:


Com base nessas informações, vamos a alguns exemplos que tem a cor vermelha como predominância na marca.
Lembrando que a cor vermelha transmite uma energia que aumenta a frequência cardíaca e cria a sensação de urgência; é geralmente vista em liquidações, marcas de fast food, lojas de outlet. Os consumidores impulsivos tornam-se o alvo da publicidade dessas marcas.







Algumas marcas também utilizam a combinação de duas ou mais cores. O amarelo completando o vermelho é uma combinação com variação de tons. O contrário acontece com o Banco Itaú, por exemplo, que explora as cores azul e laranja. Essas que comunicam diferentes mensagens - o azul, a sensação de confiança e segurança, normalmente utilizada por bancos, empresas e lojas de departamento; e o laranja que impulsiona uma chamada agressiva e bastante marcante.




quarta-feira, 27 de abril de 2011

Além das Vendas




"Talvez alguém da “velha guarda” diga: VENDER! Pois está errado. Hoje apenas vender não é o suficiente. Em meio a tantos produtos, tantas marcas, tantos rótulos, a publicidade precisa fazer mais. Deve gerar expectativas, criar sensações, estimular experiências, e a venda, digo mais, a paixão por uma marca, serão conseqüências disso tudo."





Fonte: http://www.omelhordomarketing.com.br/index.php/2011/03/25/acao-publicitaria-heineken-alem-das-vendas/

Informações como aliadas para um atendimento satisfatório aos públicos

A seqüência lógica que estamos formando, de que mesmo prestando nossos serviços a um público*¹ que está sendo inserido no mundo das marcas e do consumismo, assumimos a responsabilidade de educá-los em pelo menos 7 disciplinas, além dos princípios que uma escola proporciona à comunidade escolar. O envolvimento emocional com os alunos não permite abonar o encargo de representar a Instituição Evangélica, da mesma maneira que outro colaborador em outra empresa. Por isso, perceber as necessidades específicas de cada aluno e sua família e atendê-los torna a comunidade interna da Unidade Oswaldo Cruz diferenciada dos demais centros de educação do Vale dos Sinos.

Pode-se entender que o atendimento ao cliente parte de uma comunicação interativa, com o propósito de responder dúvidas e perguntas, esclarecer sobre a maneira de ingressar ao ensino e suprir transtornos decorrentes do uso do serviço. Mas também, a comunicação deve iniciar-se internamente com o fim de informar todos os colaboradores sobre os atuais e futuros acontecimentos, possibilitando-os a prestarem o serviço de atendimento e engajarem-se nos atuais objetivos da missão.

O processo utilizado para alinhar o pensamento dos colaboradores às políticas, estratégias, diretrizes da empresa, princípios organizacionais é a comunicação interna. A comunicação é o reflexo da empresa, pois a forma que seus públicos se comunicam contribui fortemente para a construção da imagem da marca no ambiente interno e externo. Portanto, a comunicação interna é a transferência da informação de uma pessoa para a outra ou uma forma de repassar ideias, pensamentos e valores.

Sendo o produto da comunicação a informação, essa é responsável por tornar comum os objetivos, as estratégias e os resultados. Através da comunicação integrada de marketing é possível construir uma imagem de marca diferenciada e sustentável na mente dos nossos consumidores e esses munidos de satisfação exalam aos seus familiares e conhecidos. Por isso, a relevância de todas as informações percorrerem os setores envolvidos com o atendimento ao público em geral: todos. Portanto vamos compreender a relação dos públicos internos da Unidade Oswaldo Cruz.

Quadro 1.1 Fluxo de informação entre os públicos da Unidade Oswaldo Cruz

A transmissão das informações da direção e dos professores tanto aos pais quanto aos demais funcionários tornam as ações acessíveis, possibilitando a comunicação interna tão qualificada para quando for efetuado o contato externo e este esteja no patamar da necessidade do interessado.

*¹ Alunos de 2 anos, que iniciam o ensino da educação a partir dos dois anos - na educação básica - e concluem o ciclo na Unidade Oswaldo Cruz aos 9 anos, no 5° ano do Ensino Fundamental no currículo bilíngue.
Esse é o segundo texto da ação Minuto da Informação, uma das que formam a metodologia aplicada ao meu estágio.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Excelência Empresarial

No tempo Pós-Revolução Industrial praticamente tudo que se produzia era consumidor - a Era do Produto -; porém a demanda se tornou maior que a oferta e os clientes adquiriram maior conhecimento do que estavam comercializando - a Era do Consumidor que pensa. Assim, tornaram-se exigentes em relação ao produto e serviço que comprara e o atendimento do processo da venda.
A venda percorre etapas até que o seu processo seja concluído com êxito, iniciando pela percepção da necessidade e/ou desejo do mercado e do seu público alvo. Posterior a esse marco, as empresas deveriam realizar pesquisas para comprovar as suas teses perante a observação realizada e diagnosticar quais são os aspectos que podem satisfazer e agregar valor e qualidade ao produto e/ou serviço. Durante a venda em si, no atendimento, o potencial cliente espera receber o máximo de atenção e disponibilidade de oferecer a solução que supra a sua necessidade.
Após a venda efetuada e o vínculo criado, a marca necessita manter o relacionamento criado antes ou durante a venda. Para isso, os meios de comunicação foram criados, sendo o mais atual e que oferece maior acessibilidade e interatividade é a internet.
Embora a oportunidade criada pela tecnologia, as marcar a utilizam coom pouca eficiência, apenas criando um site ou uma rede social sem atualização e conteúdo - anulando a manutenção do relacionamento e da experiência positiva.
Essas etapas de relacionamento, da venda e do objetivo de alcançar o êxito da qualidade chamam-se de "Qualidade Total" no quesito da excelência empresarial. A prática da "Qualidade Total" proporciona vantagens e benefícios para todos os elementos envolvidos entorno da empresa, tais elementos nomeados de stakeholders.

Texto baseado em "Excelência empresarial"; Antônio Carlos Silva Ferreira (Especialista em Política e Planejamento estratégico). Revista Brasileira de Administração; Edição Setembro/Outubro de 2008.

Palavras-chaves para próximos textos: excelência; internet e os seus autores; etapas de venda; era da informação.

sexta-feira, 18 de março de 2011

A interdisciplinaridade e Objeto do Estudo da Comunicação

O tempo passa, os anos surgem e todos os aspectos envolvidos em uma sociedade são regidos pelo movimento. Dos séculos anteriores até o mais recente século XIX, a evolução acontecia lentamente; atualmente, no século XXI, a sociedade está informatizada e ciente do potencial das ferramentas tecnológicas.

A mutação social tornou as comunidades mal organizadas em sociedades, que se formam através dos hábitos, costumes e hábitos culturais praticados pelo homem. Sendo, a cultura o fator determinante às práticas de um ser inserido em tal ambiente, é possível estabelecer-se uma teoria exata quanto essas formas de relacionamento?

O meio comum de inter-relacionar os objetivos abstratos (sociedade e cultura) e o objeto físico (homem) é observar o modo que se relacionam e, consequentemente, se comunicam. A comunicação como alvo de estudo necessita ser delimitada por um foco, pois ela acontece em todas as vezes que uma mensagem é emitida a um receptor e esse reage e a percebe; mesmo com ruídos, o resultado dessa ação deve ser a informação. Pois quando ao estímulo não houver percepção, não há resultados; por isso “a consciência é uma rede de comunicação entre os homens, conforme Luiz Martino.

A metodologia de fazer a comunicação acontecer também evoluiu; pode-se partir o estudo do momento em que o homem utilizava de gestos para comunicar a caça, a reprodução e a sua sobrevivência. O homem moderno usufrui a fala e da escrita e as aplica em diversos veículos, desde os mais comuns, como rádio, televisão e jornais, aos mais evoluídos no quesito tecnologia da informação, tais redes sociais, blog, iPhone, etc.

Embora, a comunicação tenha ultrapassado diversas revoluções, são os meios de comunicação de massa que possibilitam o estudo da emissão da mensagem e a reação do receptor. Os habitantes da sociedade os utilizam como meio de atualização, em nível global, contribuem com informações e se inter-relacionam. A comunicação quando acontece por meios de massa ela visa comunicar, influenciar, noticiar e, ainda anunciar. Percebe-se que os objetos de estudos são variados (a comunicação, o homem, a sociedade, a cultura, os meios de comunicação, entre outros), porém todos são protagonistas do presente e diferentes do passado e futuro; atuantes das ciências humanas em seus variados modelos.

Portanto, quando o objetivo for compreender o comportamento da comunicação dos seres que a utilizam ou os meios que a reproduz, deve-se determinar o objeto de estudo e o explorar em suas formas de utilidades, direcionamento, reação do receptor e posicionamento perante o comportamento social.

Fonte: Teorias da Comunicação - Luiz C. Martino | Relatório elaborado para Teorias da Comunicação na graduação em PP.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Uma Porção de Kotler

"Percepção é o processo pelo qual uma pessoa seleciona, organiza e interpreta as informações para criar um quadro significativo do mundo."

Kotler, Administração de Marketing, pg 174.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Quanta politicagem... quanto marketing... quantas vidas...

...para terminar assim:
 
Mero Print Screen da página MSN.com - 04/10/10
 
 







Necessita de legenda?!










E quanto a vida alheia, como a minha: anda muito movimentada ainda.
Já que hoje que se inicia a feira que eu e minha turma de marketing estamos organizando as 3 áreas da comunicação de marketing.
É hoje que sinto como um bom planejamento faz diferença quando as contingências começam a aparecer.
Como todo grupo, equipe, turma sempre há os que se integram menos, os que se integram mais e os metidos que desorganizam o que já está organizado! *risos.
Mas isso o planejamento também salva.

E só para reforçar, o blog que criei para a feira já possui 1041 acessos /04/10/10 - 14h50min.

Todo o curso não teria sido algo sem essa experiência de prática.
Já cometi alguns erros bobos que profissionais dominantes da área não cometeriam, porém sei que só com eles que aprendo. Ainda mais quando estou estudando para isso.

"O reconhecimento segue a sua auto-satisfação."


E quanto aos crimes alheios, como o garoto de 9 anos que foi assassinato na própria escola, NADA em algum meio de comunicação. A escola é particular e com certeza está desembolsando milhares de reais para abafar o caso.


Concluindo, quanto ao marketing exagerado à Dilma, quanto à falta de marketing de Marina, quanto ao marketing aprendiz da CIARTEC -feira citada à cima - e quanto à tática de marketing para abafar o assassinato... digo e repito: conceitos mudam conforme os contextos; como também as pessoas mudam conforme o seu poder e o contrário também!

domingo, 20 de junho de 2010

"Procura-se o autor do Marketing"

Publicação: Jornal NH - RS
DOMINGO - 13/06/2010.

(sim. 7 dias e ainda não esqueci da publicação, e só hoje vou poder postar.)

Mistérios em torno da identidade são truques manjados na história do rock. E quase sempre dão certo. Agora mesmo, projetam nacionalmente a banda gaúcha Procura-se Quem Fez Isso, que vem recebendo matérias e elogios em grandes jornais (O Estado de S.Paulo, por exemplo) e sendo convidada para abri shows como o dos Mutantes, em Porto Alegre, e festivais como o Bananada, de Goiânia. Os quatro integrantes se apresentam com o rosto coberto por uma meia feminina preta e usam cartolas com lanternas de minerados. Não dão entrevistas ao vivo e o contato com eles é feito por um Porta-voz, também anônimo. Muito bem feita, a homepage disponibiliza cinco músicas para download. Pelo som e as influências que dizem ter (Schoenberg, Francisco Alves, Frank Zappa, Beatles, Mister M), sabe-se que não é uma banda de garotos. E que vai aproveitar a brincadeira para ganhar uns trocos até o "segredo" da jogada de marketing ser relevado. Pelo menos um deles deve ser publicitário.

Para apresentar melhor a banda gaúcha que vem ganhando o país, o site: http://www.procurasequemfezisso.com/site/index.html

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Não aos conceitos e sim a construção

Não me lembro a forma que cheguei nesse conceito: de que invés de conhecermos os conceitos dos seres precisamos conhecer a forma de que foram concluídos. A forma mais clara de esclarecer isso é refletir sobre a forma de que alguém responde a um questionário: a pessoa pensa antes de responder, durante seu processo até a conclusão (a resposta) é o que importa, pois são esses momentos que se encontra a estratégia, os valores, os princípios, sua segurança perante o mundo (baixa segurança = grande influência do pensamento do outro; alta segurança = esse sou eu).

Seguindo a lógica do blog, voltar assuntos cotidianos ao setor de marketing da vida, concluo o post - seguido da construção com os meus princípios, meus pensamentos e a minha estratégia - que as ações de marketing desenvolvidas por agências e empresas precisam ser capazes de conhecer profundamente a cultura, o arquétipo de tal grupo que está incluso o público alvo, o comportamento pessoal perante situações específicas para construir uma ação, conclui-la com a reação dos consumidores e, por fim, entender os resultados voltados a marca/empresa/produto/...

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Uma paradinha para: comer batata frita de microondas

A marca australiana Kelly's, para dilvugar uma nova linha de batata frita de microondas, criou uma campanha diferenciada - mas só aqui pro Brasil mesmo, já que não seria possível fazer; porque nos países desenvolvidos isso já está virando clichê - essas campanhas servem para distribuir o produto ou o serviço em questão e 'de grátis'.

E é isso que a marca fez: em determinadas paradas de ônibus foram postos microondas e dois promotors que faziam a amostra do produto.
















Alguém: Ah, é pra matar as pessoas mais cedo.
mrkt: não.
Alguém: pra que então?WOW enxer a barriga do povão?
mrkt: nãonão. apenas agregar valor ao produto de rápido preparo, grande qualidade e sabor incomparável.

Oks, mas sem mais ironias. Segue o vídeo da ação:
Vídeo da ação!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

RPM - Relações Públicas de Marketing

Relações Públicas no seu significado mais simples expressa a função de administrar e gerenciar os setores dentro de uma empresa. E o marketing se interliga a essa função expondo a organização da empresa para o público, e traz informações precisas para dentro do ambiente.

A harmonia dessa relação utiliza os meios de comunicação, promoção de eventos e atividades de comunicação como técnicas para serem executadas. Como a propaganda que é um conjuento de técnicas de informação e de persuasão pagas destinas a influencias, em um determinado sentido, opiniões, sentimentos e as atitudes dos públicos, se fazendo ouvir.

No ambiente externo visa alcançar a meta de mercado, assegurando a criação e a projeção de uma imagem institucional por meios de comunicação e opinião pública.

Relações Públicas cumprem uma direção de gerenciamento:
1. assessoramento: se refere à todos os setores da empresa, às políticas, à missão, à visão, ao apoio ao marketing, propõem atitudes para o tratamento entre o público e a empresa.
2. pesquisa: gera o conhecimento de problemas externos e internos perante o posicionamento à opinião pública. Nessa conclusão podemos observar claramente as principais funções do mrkt e da relação pública. Mrkt: posicionamento; RP: conhecimento dos problemas.
3. planejamento: estebelece prioridades como qualquer planejamento perante campanhas de propaganda e programas gerais, orçamentos e custos aos programas.
4. Execução: organiza o material informativo e todas as ações a serem desenvolvidas nos setores de divulgação, informação e contatos.
5. comunicação e avaliação: utiliza técnicas de pesquisas.

Relações Públicas e Marketing são capazes de construir marca, reforçar o relacionamento, realçar os ativos e agregar valor à marca.

sábado, 1 de maio de 2010

A maior entrevista coletiva do mundo

É isso que a Fiat afirma: A MAIOR ENTREVISTA COLETIVA DO MUNDO!

A ação acontece em prol do Novo UNO. O evento acontece no dia 4 de maio, data anunciada como: Dia UNO, será realizado na Praia do Forte durante a convenção de lançamento do carro para 2.000 convidados. Uma ideia bem ousada.

A ideia parte da agência Espalhe em parceria com o Formspring, uma ação online onde qualquer pessoa pode fazer sua pergunta sobre o carro. Um dos objetivos é criar o perfil com o maior número de perguntas respondidas da rede social em apenas um dia.



E para responder tantas perguntas, foi selecionada uma equipe de 15 pessoas dividida em três grupos de especialistas: o grupo de Engenharia - que tratará das perguntas técnicas; o grupo de Marketing - que responderá às perguntas comerciais e de produto; e finalmente o grupo Happy Hour com “especialistas em generalidades” - que contará com estrelas da web brazuca como o Chico Barney, Fabiano Rampazo e Danilo Miranda. A ideia é não deixar pergunta sem resposta.



Para acompanhar e/ou participar da ação acesse: http://formspring.me/fiatbr

Alvoroço, comemorações, valor e conquista.

Quanta gentileza com uma mera técnica de comunicação de Marketing que gera muito túmulto e lucros.
Saiba o porquê e de que forma:

Ofertas, descontos e reduções de preços: uma tática que desperta desejo de levar vantagem dos consumidores. Porém não deve ser usada com exagero para não dar ao produto ou marca uma imagem de "fraca", já que o consumidor se sente valorizado e com auto-estima elevada.
* o quê? vende e agrega valor;
* quando: Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Carnaval, Natal, Páscoa, troca de estações...
* como: "leve 3, pague 2", "dúzia de 15", queima de estoques (um produto agregado a uma embalagem - gift-pack -; ou dentro de uma embalagem - in-pack - ou um cinto para prender o brinde - shrink pack).

Premiações: acontece em torno dos benefícios percebidos da marca. Quanto mais forte a ligação entre a motivação associada com o produto/serviço e a promoção, mais fácil será reforçar no consumidor uma atitude de marca positiva (Percy 1997, p.107)
* o quê? prêmios em concursos e sorteios = conhecimento do produto = reforço da marca.
- concursos: exige uma habilidade, qualificação ou predicado dos participantes/consumidores.
Forma de participação: resposta a uma pergunta, sugestão de um nome, jingle, slogan, foto, redação.
Deve possuir regras claras quanto aos prêmios, duração, prazos, condições de participação, recebimento...
- sorteios: fator forte: sorte.

Demonstrações, degustações e amostras:
Gera mais conhecimento, portanto mais aceitação. Forma utilizada para lançar novos produtos, integrando valor e confiança.

Eventos promocionais:
Utilizados para divulgar produtos/serviços/marcas.
São criados pela empresa (liquidações, shows, desfiles) ou para comemorar Natal, Ano Novo, Páscoa.
O evento pode ser produzido ou apenas estar sendo divulgado. Como as marcas divulgadas nas camisas de futebol dos jogadores nos 'eventos futibolísticos'.

Tipos de eventos:
Classes                                         Eventos

















De Simoni (1997, p.10) explica o efeito de um evento promocional:
"No instante de sua relização, o homem pede um pouco de sua individualidade e passa a agir coletivamente. Todos que participam do evento passam a ter dentro de si um ponto comum que é o próprio evento ou acontecimento. Deixamos de lado um pouco da nossa individualidade e agimos como homem massa, como multidão, participando da catarse que conduz a um consciente coletivo em que todos se identificam como massa consumidor. (...) Os eventos e acontecimentos impõem-nos um comportamento e uma conduta que nos colocam em um estado particular de receptividade a facilitar a penetração da mensagem promocional."

Em um evento, após os objetivos estarem claros, a próxima etapa é calcular e conhecer os riscos - a adequação, a relação custo/benefício, repetição e continuidade, a comunicação, e o local de realização do evento. (Costa e Talarico 1996. pp 162 - 164)

O evento agrega características do produto/serviço/marca ao público alvo. É visto como uma estratégia para análise de mercado, produto, concorrência e demais elementos do mix de marketing. Em um evento é importante ter uma divulgação do próprio evento e dos resultados, ter uma continuidade no ambiente social. E o último fator a ser considerado é o local da realizalçao, que deve harmonizar o local de interesse com os objetivos visados.


Últimos cuidados com as promoções de vendas:
Não ser excessiva para que não tenha declínio de fidelidade do consumidor às marcas (uma alternativa quando os produtos forem praticamente idênticos dos concorrentes, nem mesmo os valores reais e subjetivos. Como os detergentes em pó no Brasil - fazendo ofertas especiais, desconto no preço, brinde curioso, oferta condicionada) e a perda do conceito de valor real da mercadoria (dar evidência ao produto, em momentos especiais, cuidar para não se tornar rotina).

Fonte: conteúdo extraído do capítulo 4, do livro de J.B.Pinho: Comunicação em Marketing

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Publicidade e Promoção de Vendas

Comparação das diferenças entre Publicidade e Promoção de Vendas


                                                        (clique para ampliar)
                  Tabela: "Comunicação em Marketing - J.B. Pinho" (p.50-51)


Promoção de Vendas é uma solução estratégica para atingir objetivos de curto a médio prazos em um planejamento de comunicação de Marketing integrado.
Brindes, descontos, reduções de preços são táticas usadas neste tipo de ferramente do MRKT.

Enquanto a publicidade é uma ferramente de comunicação percebida como um investimento, já que as vendas acontecem em algum ponto indeterminado no futuro, a promoção de vendas usualmente funciona durante um período finito de tempo, mas frequentemente mostra resultadosem dias ou mesmo horas.


Mais de promoção de vendas!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Comportamento das pessoas no supermercado

matéria, que achei muito curiosa,
retirada do site: Mundo do Marketing

Comportamento do Consumidor é assim: se você percebe atitudes semelhantes repetidamente, pode haver uma tendência de comportamento. Sempre que vou ao supermercado vejo alguns tipos e situações interessantes que as marcas e o varejo poderiam trabalhar mais para tornar a experiência de consumo melhor e, claro, ativar as vendas. Os perfis apresentados são percepções que não estão baseadas em pesquisas, mas podem servir como um começo para identificação de uma amostra e de ações de Marketing.




1) Família
famílias inteiras que tiram uma manhã ou uma tarde de um fim de semana para fazer as compras do mês. Enchem dois ou até três carrinhos com tudo que tem direito. A mãe divide a atenção de escolha dos produtos com as crianças, que não param de correr entre as gôndolas e por vezes escolhem o que querem levar para a casa. Em alguns casos, o casal divide as compras. O pai procura uma determinada cesta de produtos, como queijos e snacks, e a mãe outra, o arroz com o feijão mesmo. Às vezes, até a avó ou a sogra entra neste programa de família e serve como aval para a experimentação de novos produtos que serão aproveitados em novas receitas.



2) Casais que brigam
Ir ao supermercado para este perfil não é um prazer porque inevitavelmente sairão de lá brigados. Eles não conseguem chegar à conclusão sobre os produtos que levarão. Se dividem a tarefa de comprar, um erro é motivo de discussão. Se o homem ou a mulher coloca tudo o que vê pela frente no carrinho, o cônjuge pode não gostar porque a conta será alta ou por não estar contribuindo para comprar o que realmente é necessário. Geralmente são casais com orçamentos mais apertados e/ou que tem apenas um deles como principal provedor do orçamento doméstico.



3) Pais com crianças
Esse é um dos perfis mais debatidos. Não há percepção que indique uma diminuição ou aumento das crianças comprando com os pais. Por vezes, a criança é uma companheira do pai ou da mãe, que leva o filho para escolher o que deseja e até ajudar. Também faz parte das compensações pela ausência no dia a dia da criança. Alguns pais as deixam livres para escolherem, outros controlam e até mesmo substituem alguns produtos por marcas com preços mais baratos. Em alguns casos, os filhos ficam livres para comprar, mas estes já são mais crescidinhos. Alguns vão até comendo o produtos que ainda nem pagaram.



4) Pais ou “mães” de família com lista
Esse perfil é dos mais controlados e racionais. Antes de sair de casa, a mulher e/ou a empregada viram o que era preciso comprar, o que estava faltando na dispensa, fizeram a lista e o comprador vai, religiosamente, passando em todos os corredores e colocando os produtos indicados no carrinho. Ele não vê muitos os outros produtos, pois procura o que está determinado. A compra por impulso aqui só se dá depois de fazer a sua lista completa ou já no caixa, mas são compradores frequentes.



5) Grupo de jovens
Jovens adolescentes e jovens adultos muitas vezes andam em bando, tem aquela turma de sempre, e a ida ao supermercado não é diferente. Eles vão comprar os produtos para o churrasco do fim de semana ou para a festa juntos. Há ainda os que estudam perto de um ponto-de-venda e vão comprar guloseimas. Para este perfil, o supermercado é um ambiente de passagem que chega até a ser divertido. São as pessoas mais felizes do varejo. Às vezes estão com pressa, mas não deixam de comprar tudo que necessitam e desejam.



6) Idosos
Geralmente fazem compra sozinhos e vão ao supermercado com frequência. Compram em pouca quantidade, ou pelo fato de serem sozinhos, ou para não carregar muito peso. Alguns caixas os reconhecem. Por terem mais tempo livre, passam mais tempo diante das gôndolas. Para uma parcela deles, o supermercado serve como ponto de encontro ou um ambiente de convívio social.



7) Solteiros
Nos supermercados 24h horas, eles são a maioria depois das dez, onze e meia noite. O mercado single compra em pouca quantidade e por vezes faz visitas semanais ao ponto-de-venda, mas a média é quinzenal e mensal. Algumas mulheres procuram novidades e passeiam pelos corredores como se estivessem em um shopping depois de comprar o que a fez entrar na loja. O grande destaque aqui são os homens. Há os marinheiros de primeira viagem que precisam de ajuda porque não sabem qual produto é o melhor e muitas vezes acabam recorrendo à mulher ao lado, também solteira, para tirar a dúvida. Alguns até usam o desconhecimento como forma de se aproximar de uma pretendente. Sim, o supermercado, para os solteiros, também serve como ponto de paquera.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

uma porção de comunicação

Comunicação mercadológica:
Adequação produto-mercado; distribuição; promoção e política de vendas.

Objetiva um efeito calculado e persuasivo perante o comportamento do consumidor.

Ferramentas: venda pessoal, promoção de vendas, merchandising, relações públicas, embalagem, mrkt direto, propaganda e publicidade.