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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Buzz: a chave de tudo é a autenticidade!

Alguns assuntos já protagonizaram o Top Trends do Twitter, comentários e compartilhamentos no Facebook, temas para Tumblr e afins em 2013. Desde assuntos mais pertinentes, como a tragédia em Santa Maria até a estreia de Gugu Liberato no Instagram. 

Existe uma infinidade de razões que explica o que torna um fato ou uma personagem em viral ou protagonista de um buzz por curto, médio ou longo prazos. O conceito a seguir pode explicar: 

“O buzz existe desde que as pessoas começaram a partilhar ideias. Trata-se do efeito boca a boca, da transferência de informação pelas redes sociais. Pode acontecer espontaneamente, sem o estímulo do homem de marketing ou de outra pessoa qualquer. [...] A chave de tudo é a autenticidade!” (O'REILLY, A.; MATATHIA, I. SALZMAN M. 2011. p. 8.) 

Alguns parâmetros me assustam, a foto postada por Gugu no dia 24/01 alcançou um buzz intenso e foi parar no Top Trends internacional do Twitter e sua conta conquistou mais de 2,7 mil seguidores, na mesma tarde. 

"A pedidos (3, no máximo), uma foto mais descontraída" - legenda da foto no Instagram
A tragédia em Santa Maria foi assunto por mais de cinco dias seguidos no Twitter e Facebook. Se no caso da foto do Gugu os comentários eram piadistas, o contrário aconteceu por maioria em relação à tragédia. Comunidades e fóruns organizados por internautas foram criados para mobilizar pessoas em prol da causa de prestar auxílio aos parentes e envolvidos. 

A entrevista de Silas Malafaia aconteceu na noite de domingo (03/02), durante o programa De Frente com Gabi, e até o momento da postagem (06/02) ainda é protagonista de muitos e muitos comentários nas redes sociais. Malafaia é um dos pastores mais ricos do Brasil, líder de Igreja Evangélica, combate a homossexualidade e o aborto. A autenticidade da entrevista e da opinião de Silas gerou um debate entre aqueles que são favor e aqueles que discordam através dos meios sociais. O Twitter, Facebook e o Tumblr, por exemplo, foram as redes que mais popularizaram o debate. No Twitter e Facebook facilmente encontra-se postagens e links de blogs apoiando ou contrariando as afirmações do pastor, no Tumblr um dos perfis criados dissemina os dados contraditórios trazidos por Silas. 

Além das manifestações linkando o vídeo da entrevista, o Doutorando em genética Eli Vieira postou um vídeo resposta com argumentos científicos que confrontam os dados que o pastor trouxe na entrevista: 

Vídeo da entrevista com Maria Gabriela

Vídeo de resposta do cientista Eli Vieira

Registros de Tweets debatendo sobre o assunto

Silas Mafalaia no Top Trends do Twitter (BR) entre os dias 03 e 06/02

Sequência de Tweets apoiando e confrontando as opiniões de Malafaia

Postagens de Silas Malafaia no perfil oficial no Twitter
Prints realizados no dia 05/02, às 17 horas 

O caso de Malafaia é um exemplo do que acontece na vida offline e acaba sendo ilustrado e discutido na rede onnline, atingindo milhões de usuários em questão de momentos por horas ou dias. O inusitado acaba tomando proporções imensuráveis, enquanto que o espontâneo conquista o que marcas investem milhões para atingir seu público com anúncios ou comerciais virais. Em alguns casos até conseguem, ou quando realmente existiu uma pesquisa e uma estratégia ou quando o analista de mídia social publicou postagens ofensivas aos seguidores dos perfis e o efeito foi o contrário...

Diversos blogs que apoiam a causa homossexual ou a religião pregada por Silas opinaram sobre a entrevista e o posicionamento do pastor. Até o VJ da MTV PC Siqueira, dando mais repercussão ao assunto:
Alguns dos comentários: "não vi a entrevista, todos estão falando, vou assistir..." - esse é o sentido.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Basta estar atento...

O artigo ~~copiado e colado~~ é realmente muito válido para se deixar guardadinho nessa minha gaveta eletrônica. Se ainda não leste algo sobre as impressoras 3D ou procura por alguma segunda opinião sobre o futuro próximo dos nossos mercados valerá o investimento do tempo!

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Adeus mercado velho, feliz marketing novo!
Como a tecnologia vai mudar como você fez e faz marketing até hoje. Essas três frentes tecnológicas vão modificar e muito as práticas de marketing no que se refere a produto, preço, distribuição e comunicação. Produtos vão ser a base de silicone, as vendas serão de projetos, os preços negociados pessoalmente, a customização não será mais de massa muito menos a comunicação. Você esta preparado? Então vamos lá.

Segundo uma pesquisa do jornal americano The New York Times com seus leitores para prever acontecimentos tecnológicos, a impressora 3D chegará para o consumidor por volta de 2015. Acredito que seja cedo, mas de 2025, 10 anos depois, não passa. Sabe o que isso significa? Que os produtos terão cada vez mais silicone na sua composição, que é o material das impressões em 3D. Que as fábricas aos poucos, e num processo irreversível, que iniciaram como indústrias, passaram para montadoras e fizeram outsourcing, vão apenas vender projetos. Existirão simplesmente escritórios de ideias que serão vendidas por internet para o consumidor, que por sua vez comprará tal projeto ou ainda o modificará conforme suas necessidades. Depois é só apertar o botão “imprimir”.

Segundo o site da Home@fab, um projeto open-source mass-colaboration mostra que esse dispositivo de fabricação pessoal vai permitir que se façam projetos on-demand, desde um brinquedo e até, imagine só, a sua refeição. A revolução digital hoje permite qualquer pessoa, comprar e vender virtualmente, mas a próxima etapa pula a distribuição como é feita hoje, porque a cadeia é composta de apenas um sujeito, um projeto que ele tenha criado e um dispositivo nas mãos do consumidor. Eu compro o seu projeto, encomendo matérias primas (cadeia de suprimentos salva, ufa!), mudo o que quiser e imprimo. Simples assim.

Quando mostrei numa palestra na universidade para alunos e professores de administração esta fantástica evolução do fabrico de bens, há uns quatro anos, e aventei as possibilidades que estavam por vir, eles se apressaram em dizer: “Ah! Lá vem o Pedro com suas sandices!” Parou para pensar que essa tal HOME FAB pode acabar com a festa do varejo? E os atacadistas vão existir? Se eu tiver a chance de imprimir na minha casa os brinquedos para os meus filhos, objetos para o meu home office e utensílios de cozinha não preciso mais de um ponto de venda para encontrar um bem? A vitrine será meu computador ou o meu iPad.

A tecnologia já permitiu e proporcionou o Big Bang do marketing, que aconteceu primeiro com a explosão da quantidade de produtos, depois veio a explosão da mídia com canais e mais canais de comunicação, ai então e quase concomitante veio o Big Bang da distribuição, o que permitiu encontrar chinelos na padaria e pão no posto de gasolina, uma profusão de locais para comprar qualquer coisa e também houve a explosão do preço que começou com a venda pela internet, com coisas que eram pagas até então, viraram gratuitas e continuam com as vendas coletivas.

Não para por aí, não. Surgiu faz oito anos, no máximo, e está em pleno desenvolvimento o Neuromarketing, que é a pesquisa de mercado feita para vasculhar o cérebro do consumidor e descobrir seus desejos mais profundos e não imaginados nem pelo próprio. Estas pesquisas são feitas com auxilio dos equipamentos de diagnóstico por imagem (fMRI, EEG, PET, MEG) e também eletromiografia, Eye Tracking e novos equipamentos que vêm surgindo para poderem ser usados nos consumidores no ato da compra como o Mynd (um eletroencefalograma wireless). Isso sem contar os equipamentos de biometria que mensuram as reações orgânicas de uma excitação externa como a propaganda ou uma embalagem de um produto, assim como também uma ação de vendas.

A convergência das mídias é o terceiro fenômeno tecnológico, acho que o mais antigo de todos os três, que modifica todo o pensamento de marketing. É na convergência que os meios se fundem e tornam-se móveis. E este movimento, vem na contramão do Big Bang da comunicação, porque novamente vamos juntar tudo num só meio que será um relógio ou um iPad.

A convergência permitirá ainda mais! Que num só meio possamos comunicar a existência de um produto, receber o projeto, ver se o sujeito gostou via um eye-traking online, imprimir o tal bem, customizado ou não, e mensurar a satisfação do consumidor com a interface máquina/cérebro. Fui longe? Não, tudo isso está muito perto de acontecer. Nicolelis, por exemplo, um dos maiores neurocientistas do mundo diz que em 2014, na Copa do mundo no Brasil, através da interface maquina/cérebro, fará alguém que não anda cruzar o campo de futebol e dar o chute inicial do evento.

Dá para imaginar tudo isso!? Se não der, corre, porque esse é um sinal de que você está ficando para trás. Aproveite a virada do ano para dar uma revirada nos seus conceitos e Feliz Marketing Novo em 2012.

*Pedro Camargo, consultor, conferencista e professor de pós-graduação em Neuromarketing e Biologia do Comportamento do Consumidor. Blog: www.biologiadocomportamentodoconsumidor.blogspot.com


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Toda essa aspiração atual e renovada, me fez lembrar do super-ultra-mega-power currículo de Bertrand Noirhomme, destinado e intitulado "Facebook, contrate-me". Ficou curioso? Não?!



Não é tão dificíl ser criativo, basta estar atento. Ao mercado, àquele que você tem como alvo e ao seu produto. E, claro, ao tempero da mistura. Pensando melhor, nem as buscas mais avançadas do Google no lugar de seu cérebro, possibilitaria a execução das tais infinitas combinações até alcançarmos o êxito pleno. A sua marca está atualizando seus meis digitais de comunicação? O seu produto poderia se adequar a esse contexto?

domingo, 1 de janeiro de 2012

Nós, o Twitter e os nossos clientes

O Twitter foi criado com o intuito de ser um microblog e logo de início tornou-se um meio para que empresas e marcas se comunicassem com os seus usuários. Tal Rede Social não é capaz de produzir material jornalístico, porém, como o Facebook, é uma fonte de informação para demais portais. E, então, como as marcas e os portais de matérias podem aproveitar tal oportunidade de vínculo?
As postagens, por conterem no máximo 140 caracteres e, às vezes, direcionarem para outro portal, o intervalo de tempo entre uma postagem e outra é curto, mantendo continuamente na timeline dos usuários algo que lembre a marca. O conteúdo no Twitter tende a ser mais informativo do que aquele que despertará o desejo de estabelecer um relacionamento de longo prazo, porém a facilidade de mencionar e fazer-se lembrar da marca é maior que no Facebook. Por isso, entre uma postagem informativa e outra, se torna relevante postar algo curioso, cultural e que esteja entre os assuntos mais comentados do público da marca, mantendo o perfil atrativo.
Semelhante ao Facebook, no Twitter, quando uma pessoa torna-se seguidora de um perfil isso representa que há algo de relevante, interessante ou curioso naquele perfil ao ponto dela desejar receber suas atualizações na sua timeline. Porém não são todos os seguidores que representam o público real – métrica que avalia do total, quantos seguidores são ativos para com seu perfil, através da quantia de retweets. Portanto dar RT em algum tweet é equivalente a compartilhar alguma postagem no Facebook, já que quando se dá o RT naquilo que a marca postou torna-se público aos seguidores do perfil que retweetou. Assim, o perfil da marca vai se tornando popular entre o seu público alvo.

Tem a ver                                                                                                


Nós, o Face e os nossos clientes

Guia completo sobre as novas métricas do Facebook

Os 7Rs para uma estratégia empresarial nas Mídias Sociais

sábado, 24 de dezembro de 2011

Nós, o Face e nossos clientes

O meio globalizado em que vivemos transformou o modo com que aspiramos as informações e o jornalismo. No momento atual, as notícias chegam até nós por meio do compartilhamento de conteúdo nas Redes Sociais e, não somente, por um único portal, como o Terra, Uol, MSN e afins. Esses que expõem a informação de interesse público de forma padronizada e estrategicamente conforme seus ideais. O caminho entre o internauta e a notícia está ainda mais curto, o Blogmídia8 descreve:


Isso tem impacto direto no jornalismo, já que o Facebook se consolida com grande fonte de tráfego para portais noticiosos. No caso da Rede Social, o aumento de visitas foi de 22%, com um acréscimo de 8 minutos no tempo de navegação. O Facebook passa a ser uma arma poderosa de consumo e distribuição de conteúdo.


Portanto, no Facebook, o conteúdo é mais personalizado, os usuários passam a consumir aquilo que realmente lhe interessam e isso se define a cada novo relacionamento entre perfis que se firma, atraindo as afinidades. Enquanto que nos portais o conteúdo que se tem acesso é o qual o site segmenta como relevante para oferecer. Por isso, é imprescindível uma marca que está inserida no universo onnline conhecer o seu público e adequar o conteúdo que é capaz de despertar interesse por seus perfis, na busca pelo relacionamento.

As postagens podem acontecer de forma diversificada, sendo apenas um texto, ou ele aliado a uma imagem, vídeo ou link.

Com a finalidade de fornecer informações que o público da página julga interessante, é relevante interpretar o que representa para o fã curtir, compartilhar ou comentar as postagens da página. Quando o usuário compartilha entende-se que ele determina o conteúdo como interessante ao ponto de tornar público aos amigos. Já quando a postagem é comentada o nível de relacionamento entre o fã e a página é maior, já que é uma interação direta e com a possibilidade de feedback da página para com o fã. A postagem, quando curtida pelo fã, entende-se que o mesmo apreciou o conteúdo, tem opinião e posicionamento semelhantes.

sábado, 12 de novembro de 2011

#to de olho!

Nesta última semana encontrei alguns posts muito interessantes pela web...
Muitos falando sobre o lançamento das páginas no G+ e, em consequência disso, muitos outros citando as ferramentas disponíveis para monitorarmos o conteúdo da sua marca que está lançado nas redes sociais.


1. Links úteis


a) O BlogMídia 8 relacionou os livros de comunicação digital que estão disponíveis para download.
http://www.blogmidia8.com/p/biblioteca-virtual.html


b) No Acervo Publicitário encontrei uma seleção de 35 sites de vetores, alguns portais realmente possuem arquivos muito bacanas.
http://www.acervopublicitario.com.br/2011/06/35-sites-de-vetores-extremamente-uteis.html



2. Redes Sociais


a) Facebook:
I) O que acontece em 20 minutos no Facebook?
http://www.blogmidia8.com/2011/10/o-que-acontecem-em-apenas-20-minutos.html


II) Guia sobre as nem mais tão novas métricas do Facebook. http://www.blogmidia8.com/2011/10/guia-completo-sobre-as-novas-metricas.html


b) Com o auxílio que o Facebook está nos dando com o lançamento das novas métricas, o BlogMídia8 sinalizou os 11 possíveis passos que podem auxiliar na elaboração de um relatório básico para as redes sociais.
http://www.blogmidia8.com/2011/07/11-passos-para-montar-um-relatorio-de.html. Também pontuaram os 7 Rs que servem de base, pelo menos para os caras bacanas que escrevem no blog, na elaboração de uma estratégia empresarial nas redes e mídias sociais:
http://www.blogmidia8.com/2011/10/os-7-rs-para-uma-estrategia-empresarial.html


c) Google +
Novamente o BlogMídia 8 sendo a fonte mais exata e direta para comentar e apresentar novas ideias, ferramentas e métodos quando falamos nas mídias e redes sociais. O link que segue apresenta minuciosamente o que, como e porquê uma empresa pode atuar nas páginas do G+.
http://www.blogmidia8.com/2011/11/primeiras-impressoes-sobre-o-google.html#more


d) Retorno sobre o engajamento em mídia social
I) 15 maneiras práticas de medir o retorno sobre o enagajamento nas mídias sociais: http://www.brunodesouza.com/15-maneiras-de-medir-o-retorno-sobre-o-engajamento-roe-em-midia-social
II) No blog de Tecnologia Digital, o autor do texto apresenta formas qualitativas e quantitativas para medirmos o público real, alcance, ponto de classificação, número de publicações nas Mídias Sociais.

III) Como mostrar o retorno de mídias sociais usando o Google Analytic: http://kauekgg.com.br/mostrando-roi-em-midias-sociais/



3. Semana da Associação Riograndense da Propaganda - ARP
Neste link encontrei toda a programação, publicitários presentes no Salão ARP e as peças premiadas. O evento, os profissionais e as premiações são exemplos para todos os profissionais.
http://arpnet.locaweb.com.br/3yz/index.php