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sábado, 12 de outubro de 2013

ANOS 50, 60 E 70 - Os 4 Es de Marketing e Branding

Nesta postagem conhecemos alguns fatores determinantes para o crescimento do marketing no século XX e alguns cases. A seguir seguem alguns conceitos e informações sobre os anos 50, 60 e 70.

Nos anos 50, 60 e 70 surgiram os escritores, defensores e teorizadores quanto a gestão de marketing. Depois de Peter Ducker e Eugene Jerome, MC Carthy definiu o conceito. Criou os 4P's (produto, preço, praça e promoção). Após Philip Kother lançou "Administração de Marketing, análise, planejamento e controle" - aprofundando os 4P's, tanto que é confundido como o criador deles.
  • Peter Ducker: "O sucesso de uma empresa é determinado pelo lado de fora da empresa, é quem de fato define qual é o negócio de uma empresa e não as suas decisões internas"
  • 1963: David Ogilvy lançou o livro "Confissões de um publicitário", criou regras simples para sistematizar o processo de realizar uma propaganda
  • 1969: Al Ries e Jack Trout: termo posicionamento
  • 1972: A Era do Posicionamento
  • 1973: Peter Ducker: "Administração - tarefas, responsabilidades e práticas"

Novas ideias, Novos Hábitos e conhecimento

Você diz que você quer uma revolução
Bem, você sabe..
Todos nós queremos mudar o mundo
Você me diz que isso é uma evolução
Bem, você sabe
Todos nós queremos mudar o mundo
Mas quando você fala em destruição,
Você não sabe que pode contar comigo?
Você não sabe que vai acabar tudo bem?
Tudo bem.. tudo bem... 

(The Beatles - Revolution)

Este trecho expressa a época de novas ideias e novos hábitos, revolução juvenil, livros, teorias, mudanças sociais de impacto gigantesco - 50, 60 e 70's...

O desejo das mulheres de sair de casa para trabalhar e ter sua vida abriu um leque de necessidades para serem supridas dentro do lar - já que a pessoa que exercia e controlava tudo estava menos presente. Mc Donald's e fast-food nasceram no varejo para suprir a necessidade de se alimentar.

1ª metade do séc XX: produtos industrializados
2ª metade do séc XX: varejistas e os prestadores de serviço

Posicionamento

O posicionamento para Al Ries e Jack Trout era algo que direcionava e fixava uma ideia na mente dos consumidores sobre uma marca, para isso utilizaram a propaganda de alto impacto. Afirmaram que uma marca não podia significar muitas coisas e itens, apenas um; e assim conquistar um lugar único em seu segmento do produto. Os opositores continuaram tendo uma linha extensiva, indo além de um produto.

O termo posicionamento poderia ser usado como uma estratégia, não só na comunicação. É equívoco afirmar que se pode anunciar algo apenas para posicionar e ser falso; se deve posicionar a marca em relação aos seus competidores. Isto porque se a concorrência mudar sua posição, a sua empresa pode sofrer modificações - competitividade.

Nos anos 70, normas e regras para o design da marca e padronização de identidade corporativa começaram a ser criadas.

Ainda há marcas que são gerenciadas por pessoas que não estão abertos para a inovação - normas: Corporate Design.

Theodore Levitt publicou na época: "Miopia em Marketing", mostrando que as empresas visavam apenas o produto o mercado/necessidade dos clientes. Vendo negócio de dentro pra fora e não de fora pra dentro.

Posts relacionados ao livro Os 4 Es de Marketing e Branding
Crescimento do branding e os 4 Es

Fonte das informações: Os 4 Es de Marketing e Branding - Robert F. Lauterborn, Augusto Nascimento

sábado, 7 de setembro de 2013

A influência das cores na identidade visual de marcas

Muitos estudos argumentam sobre a importância e a influência das cores perante a construção de uma marca e sua aplicação em seus produtos, publicidade, etc.

A Kissmetrics criou um infográfico revelando alguns meios diferentes no processo de persuasão para a venda de produtos. Disponibilizo algumas partes dele aqui com alguns comentários e exemplos. O material pode ser visualizado na íntegra através deste link.

A importância das cores para o trabalho de Marketing e Branding:


O que cada cor transmite:


Cor x Tipo de comprador que atrai x Tipo de loja:


Com base nessas informações, vamos a alguns exemplos que tem a cor vermelha como predominância na marca.
Lembrando que a cor vermelha transmite uma energia que aumenta a frequência cardíaca e cria a sensação de urgência; é geralmente vista em liquidações, marcas de fast food, lojas de outlet. Os consumidores impulsivos tornam-se o alvo da publicidade dessas marcas.







Algumas marcas também utilizam a combinação de duas ou mais cores. O amarelo completando o vermelho é uma combinação com variação de tons. O contrário acontece com o Banco Itaú, por exemplo, que explora as cores azul e laranja. Essas que comunicam diferentes mensagens - o azul, a sensação de confiança e segurança, normalmente utilizada por bancos, empresas e lojas de departamento; e o laranja que impulsiona uma chamada agressiva e bastante marcante.




sábado, 1 de junho de 2013

A vida das imagens ou cinema mudo (Relatório de palestra)


A Semana da Imagem aconteceu entre os dias 20 e 23 de maio e contou com a participação de profissionais da comunicação, professores e acadêmicos dos Cursos de Comunicação Social da Unisinos. O objetivo das atividades propostas foi discutir questões de imagens visuais, sonoras, adiovisuais e textuais. Nesta edição, o tema da semana é “Para entender as imagens: como ver o que nos olha?”.

A última atividade da Semana, no dia 23 de maio, aconteceu com Ivana Bentes - professora e pesquisadora da Escola de Comunicação da UFRJ para palestrar sobre “A vida das imagens ou cinema mudo”. A seguir, alguns comentários sobre os principais tópicos abordados por Ivana.

A comunicação por imagens estimula a exploração da relação entre dados e a visualização facilitada, como os infográficos que não param de surgir e viralizar por todas as mídias. Peças publicitárias de produtos e serviços com maior complexidade de comunicar suas vantagens já aderiram a inserção de infográficos para argumentar e exemplificar seus benefícios.

A internet é o banco universal de imagens, onde acontece a circulação e o compartilhamento descontrolado de imagens produzidas por anônimos, jornais, agências, profissionais, etc. Usuários possuem autonomia e liberdade para adotar a imagem e com o auxílio de um novo título, uma nova descrição ou a simples publicação em um veículo com forte posicionamento, dá-se um novo sentido à imagem. Sem créditos, sem conhecimento da autoria e do objetivo, a imagem criada, serve ao usuário que faz seu compartilhamento como um acessório para expor seus sentimentos, suas crenças e seu conhecimento do senso comum ou científico.

A comunicação feita por profissionais não acontece sem mais uma ilustração, se a notícia demora menos de uma fração de segundo pra percorrer o mundo, o jornalista conta com a disponibilidade da sociedade para receber imagens do fato da notícia. Essas imagens normalmente capturadas por dispositivos, celulares, tablets e afins e, em seguida, publicadas na internet ou encaminhadas aos veículos de comunicação.

Viajar pelo mundo pode ser fácil, barato e prático. Acessando softwares disponibilizados pelo Google, por exemplo, é possível usufruir da exibição e interação com imagens dos principais pontos turísticos, ruas e locais de todo o Planeta. Outros programas, plataformas e softwares servem como uma memória virtual para as imagens produzidas durante o cotidiano.

A palestra pode ser assistida na íntegra, através do link: http://new.livestream.com/tcav/semanadaimagem
Mais sobre a XI Semana da Imagem: J.U Online
Referências de infográficos: Pinfographics | Zero Hora | Veja | Exame | Mundo do Marketing

segunda-feira, 26 de abril de 2010

uma porção de comunicação

Comunicação mercadológica:
Adequação produto-mercado; distribuição; promoção e política de vendas.

Objetiva um efeito calculado e persuasivo perante o comportamento do consumidor.

Ferramentas: venda pessoal, promoção de vendas, merchandising, relações públicas, embalagem, mrkt direto, propaganda e publicidade.