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domingo, 18 de setembro de 2011

Experiência: pessoal e coletiva

Na pré-história, o homem precisou pescar e colher frutos para sobreviver; sua progressão cerebral e de visão o fizeram um ser mais experiente, o bastante para andar, construir ferramentas e alternativas de armazenagem de alimento. Há muitas possibilidades que explicam essa evolução, as ciências biológica e social, pois o corpo mudou, mas também o comportamento.

No contexto atual, o homem se relaciona com os seus semelhantes e demais fatores que constituem o mesmo, por isso uma informação alcança proporções estridentes. Dentro de um círculo social, a pessoa que cometer um erro, por exemplo, receberá uma punição e, se capaz de visionar tal fato como uma oportunidade, adquirá conhecimento para que na próxima ação semelhante a do erro isso não se repita. Além da repetição do acerto e do reconhecimento do erro, são outros fatores, como mentais e fisiológicos, que reformulam o conhecimento e princípios de um homem; porém pode-se dizer que a caminhada tem de ser na mesma direção, sem contradições de foco.
 
Os fatos citados da pré-história e do erro dentro de um círculo social são exemplos de experiência, são infinidades que poderiam também ser citados, como os anos que passam e a cada um deles se adquire conhecimentos. Sendo assim, se torna claro que a experiência é um aglomerado de fatos somados às ações que já nos marcaram de alguma forma, esta marca repetindo e afirmando ao que já é claro ou substituindo por aquilo que se tinha como acerto.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Pessoas, processos e marketing de relacionamento

1. O relacionamento dos colaboradores com a marca, com o público alvo e os processos organizacionais

Empresas, organizações e instituições possuem em sua essência objetivos e a visão que guiarão os colaboradores no alcance da missão. Diante dessa situação, todo processo organizacional tem por finalidade satisfazer o público que designa por alvo de seu produto e/ou serviço, para que assim sejam elaboradas estratégias e metodologias buscando atingir o êxito no quesito satisfação, venda e lucro.
Embora muitas empresas carecem do suporte das agências de propaganda e publicidade, é a participação dos colaboradores dessa organização, com o auxílio dos responsáveis pelo marketing, que constroem a marca, a estrutura e a satisfação de seus clientes. Portanto, marketing são todas as partes, todos os setores, todos os colaboradores e repartições interadas dos objetivos, missão e visão da empresa para qual trabalham; assim, torna-se possível que uma agência ou o departamento de marketing atue dentro de um ambiente organizacional e alcance o valor esperado com a colaboração de uma maioria. Da mesma forma que Kotler, (2007, pg 3) afirma “o bom marketing é essencial para o sucesso de toda organização".
Ao definir um público alvo para um produto e/ou serviço o esperado é que a primeira experiência desse público com o ofertado seja positiva o bastante para marcar e fazer-se reconhecer com aspectos comuns do produto e/ou serviço. O relacionamento é essencial para nutrir a conexão do público com a oferta, por isso o acompanhamento das tendências relevantes deste público é cada vez mais imprescindível para manter o produto e/ou serviço atrativo, pois meios de comunicação, nichos de inserção, produtos e marcas concorrentes e o conhecimento interno tornam-se questões decisivas. Por isso, pessoas, processos e o relacionamento são aspectos sugestivos para representar os três pilares do marketing. Conforme Kotler (2007, pg 4) "assim, decidimos marketing como o processo pelo qual empresas criam valor para os clientes e constroem fortes relacionamentos com eles para capturar seu valor em troca".

2. A linha de frente


O marketing é desenvolvido com base em percepções, lógica na conexão de informações relevantes, decisões e, por último, a execução. O processo inicia-se com os colaboradores da missão que trabalham diretamente no atendimento ao público, esses são sensíveis a perceber gostos, preferências, características, pontos fracos e fortes; porém os responsáveis pelas tomadas de decisões, na maioria dos processos, não alcançam tais informações, o que facilitaria e tornaria mais precisas as diretrizes a serem seguidas. Com ou sem essas informações, os responsáveis pelo marketing necessitam identificar a atual necessidade do cliente e, consequentemente, da empresa; definir o que é saudável praticar para supri - lá e a metodologia de integrar os funcionários na causa. Os atendentes, atualmente, não mais vendem e, sim, oferecem soluções e experiência aos consumidores e clientes de seus produtos, tornando o objetivo do marketing possuir a venda como uma consequência positiva de suas atitudes internas e externas.



Uniformizando os aspectos em um sistema, segue a relação para expor as etapas da construção de valor e relacionamento com os clientes:


De acordo com o proposto por Kotler (2007), a criação de valor aos clientes e a construção de relacionamento são etapas fidedignas ao contexto de marketing, tendo em vista que, ao passo em que uma delas deixa de acontecer, pode-se compreender algumas falhas e, no processo anterior, revê-las.
 
 
Isso tudo é uma miscelânea de mensagens, ruídos, surpresas e informações. Só entende quem sente.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Excelência Empresarial

No tempo Pós-Revolução Industrial praticamente tudo que se produzia era consumidor - a Era do Produto -; porém a demanda se tornou maior que a oferta e os clientes adquiriram maior conhecimento do que estavam comercializando - a Era do Consumidor que pensa. Assim, tornaram-se exigentes em relação ao produto e serviço que comprara e o atendimento do processo da venda.
A venda percorre etapas até que o seu processo seja concluído com êxito, iniciando pela percepção da necessidade e/ou desejo do mercado e do seu público alvo. Posterior a esse marco, as empresas deveriam realizar pesquisas para comprovar as suas teses perante a observação realizada e diagnosticar quais são os aspectos que podem satisfazer e agregar valor e qualidade ao produto e/ou serviço. Durante a venda em si, no atendimento, o potencial cliente espera receber o máximo de atenção e disponibilidade de oferecer a solução que supra a sua necessidade.
Após a venda efetuada e o vínculo criado, a marca necessita manter o relacionamento criado antes ou durante a venda. Para isso, os meios de comunicação foram criados, sendo o mais atual e que oferece maior acessibilidade e interatividade é a internet.
Embora a oportunidade criada pela tecnologia, as marcar a utilizam coom pouca eficiência, apenas criando um site ou uma rede social sem atualização e conteúdo - anulando a manutenção do relacionamento e da experiência positiva.
Essas etapas de relacionamento, da venda e do objetivo de alcançar o êxito da qualidade chamam-se de "Qualidade Total" no quesito da excelência empresarial. A prática da "Qualidade Total" proporciona vantagens e benefícios para todos os elementos envolvidos entorno da empresa, tais elementos nomeados de stakeholders.

Texto baseado em "Excelência empresarial"; Antônio Carlos Silva Ferreira (Especialista em Política e Planejamento estratégico). Revista Brasileira de Administração; Edição Setembro/Outubro de 2008.

Palavras-chaves para próximos textos: excelência; internet e os seus autores; etapas de venda; era da informação.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Quanta politicagem... quanto marketing... quantas vidas...

...para terminar assim:
 
Mero Print Screen da página MSN.com - 04/10/10
 
 







Necessita de legenda?!










E quanto a vida alheia, como a minha: anda muito movimentada ainda.
Já que hoje que se inicia a feira que eu e minha turma de marketing estamos organizando as 3 áreas da comunicação de marketing.
É hoje que sinto como um bom planejamento faz diferença quando as contingências começam a aparecer.
Como todo grupo, equipe, turma sempre há os que se integram menos, os que se integram mais e os metidos que desorganizam o que já está organizado! *risos.
Mas isso o planejamento também salva.

E só para reforçar, o blog que criei para a feira já possui 1041 acessos /04/10/10 - 14h50min.

Todo o curso não teria sido algo sem essa experiência de prática.
Já cometi alguns erros bobos que profissionais dominantes da área não cometeriam, porém sei que só com eles que aprendo. Ainda mais quando estou estudando para isso.

"O reconhecimento segue a sua auto-satisfação."


E quanto aos crimes alheios, como o garoto de 9 anos que foi assassinato na própria escola, NADA em algum meio de comunicação. A escola é particular e com certeza está desembolsando milhares de reais para abafar o caso.


Concluindo, quanto ao marketing exagerado à Dilma, quanto à falta de marketing de Marina, quanto ao marketing aprendiz da CIARTEC -feira citada à cima - e quanto à tática de marketing para abafar o assassinato... digo e repito: conceitos mudam conforme os contextos; como também as pessoas mudam conforme o seu poder e o contrário também!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

uma porção de comunicação

Comunicação mercadológica:
Adequação produto-mercado; distribuição; promoção e política de vendas.

Objetiva um efeito calculado e persuasivo perante o comportamento do consumidor.

Ferramentas: venda pessoal, promoção de vendas, merchandising, relações públicas, embalagem, mrkt direto, propaganda e publicidade.