O Fator VDM, de Luis Marcelo Mendes, com uma leitura dinâmica prende a atenção desde as primeiras páginas. O autor fornece exemplos e práticas diárias que são comuns a vivências do cotidiano dos profissionais de projetos criativos. Consegui adquirir o livro apenas em formato de e-book.
Neste post, trechos e conceitos que se destacaram durante minha leitura.
"O FATOR VDM é um guia que ajuda profissionais e estudantes a entenderem que, na prática, fazer projetos criativos não é fácil como parece." P. 15
"Como você já deve ter entendido, VDM significa “vai dar merda”. Não se trata de uma filosofia pessimista, assim como não é um pensamento que parte do princípio que as pessoas são incompetentes ou amadoras, mas da constatação que o acaso nem sempre vai te proteger enquanto você andar distraído." P. 16
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sábado, 25 de outubro de 2014
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Gerenciamento de Contas - Edmundo Brandão Dantas

Neste post estarão registradas anotações e reflexões a partir da leitura do livro Gerenciamento de Contas: Uma abordagem aplicada a agências de Comunicação Publicitária, de Edmundo Brandão Dantas.
É uma ótima leitura para compreender sobre o atual papel do profissional de atendimento e a visão de "cliente" sobre o funcionamento das agências.
1 Gestão, gerenciamento e management
Neste capítulo, o autor dialogou sobre o significado de cada uma das três palavras. O consenso é de que ambas tem o mesmo significado e que "para obter ótimos resultados no mundo atual, e mesmo para conseguir bons resultados, todos precisam aprender a pensar como gerentes." P. 6
"O que importa, de fato, é saber administrar, utilizando corretamente as funções administrativas: planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar." P. 8
domingo, 12 de janeiro de 2014
Hábitos de Consumo #DICASPRÁTICAS
No decorrer da leitura de Hábitos de Consumo de Neale Martin, selecionei algumas preciosas dicas especialmente para serem postadas aqui.
No final da postagem, confira os links de outros posts sobre as anotações do livro.
"A satisfação do consumidor não era um bom indicador para a previsão de recompra." P. 43
3 modos experimentais de compra: pechincha, boca a boca e busca por variedades. O consumidor pode estar ativado nos três modos ao mesmo tempo, pode ir a um mercado em piloto automático para um produto e apresentar também os outros três tipos para diferentes produtos. Um novo sanduíche saudável na rede de fast food, após pesquisas e testes OK, é um fracasso. Por quê? Nas pesquisas as pessoas pensam o que deve ser o correto, mas o hábito de compra não muda. As intenções não tem uma alta correlação com o comportamento real.
Martin, Neale. Hábitos de consumo: O comportamento do consumidor que a maioria dos profissionais de marketing ignora = Habitat. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
No final da postagem, confira os links de outros posts sobre as anotações do livro.

"A satisfação do consumidor não era um bom indicador para a previsão de recompra." P. 43
3 modos experimentais de compra: pechincha, boca a boca e busca por variedades. O consumidor pode estar ativado nos três modos ao mesmo tempo, pode ir a um mercado em piloto automático para um produto e apresentar também os outros três tipos para diferentes produtos. Um novo sanduíche saudável na rede de fast food, após pesquisas e testes OK, é um fracasso. Por quê? Nas pesquisas as pessoas pensam o que deve ser o correto, mas o hábito de compra não muda. As intenções não tem uma alta correlação com o comportamento real.
"Devemos evitar o modelo mental de que o cliente faria uma comparação racional dos atributos de produtos como se estivesse elaborando uma lista de prós e contras. A maior parte das decisões ocorre muito rapidamente, com uma parte signficativa do processamento acontecendo fora do awareness consciente." P. 57
"Gerentes e profissionais de marketing precisam entender as íntimas relações entre memória, emoção e tomada de decisões. Os clientes estão tentando criar atalhos para simplificar suas vidas. Não complique a vida deles nem os julgue. Faça com que seja fácil que escolham seus produtos e que continuem usando-os sem precisar pensar sobre isso." P. 59
"O iPod tem sido alvo de repetidos ataques em virtude de diversos problemas. Seu sistema de codificação de áudio é frequentemente avaliado como de má qualidade, seu preço seria um absurdo em comparação com a concorrência e o modelo de negócio seria desvantajoso para o cliente. Tais ataques são comuns porque os especialistas avaliam os produtos com sua mente executiva, sem entender que hábitos não são criados com base na análise de uma lista de prós e contras. Analistas e especialistas da indústria geralmente argumentam contra a realidade. Segundo os verdadeiros conhecedores, o produto claramente superior sempre parece levar desvantagem pela argumentação de sérios problemas que, de alguma forma, consegue iludir o público."
A habituação do cliente é um processo que começa antes da compra e se estende durante o relacionamento vitalício entre ele e a empresa. Para fazer um cliente abandonar um concorrente por você, é necessário quebrar seu hábito existente. Isso significa desalojar o comportamento da mente inconsciente e elevá-lo à análise executiva. Somente o fato de um comportamento chegar ao nível de awareness consciente não é garantia de que o cliente trocará de produto. Significa que houve uma interrupção no poder de compra repetida. Para ter uma chance de ganhar esse cliente sua oferta deverá prometer uma entrega em cima do elemento que provocou a quebra do hábito." P. 81

"Propõe-se ao cliente que ele siga os seguintes estágios: awareness, interesse, avaliação, experimentação e compra. O Modelo de Habituação de Clientes amplia essa sequência para incluir repetição de compra e, eventualmente, habituação. A parte inicial desse processo depende pesadamente da mente executiva, mas, em última análise, o objetivo é ganhar a mente habitual." P. 81
"Durante os primeiros estágios de familiarização com o produto, a mente executiva permanece ativa e é mais provável que ela faça avaliações conscientes de desempenho. A facilidade de uso e a resolução dos problemas do cliente são aspectos essenciais. Isso permite que a mente executiva comece a transferir a decisão para a mente habitual." P. 82
"Para criar o design de produtos e serviços que leve à rápida criação de hábitos, os profissionais dessa área devem entender o contexto em que os produtos serão usados. Os designers devem criar produtos para rápida habituação, usando não apenas princípios de design centrados no ser humano, mas também nas tarefas. Eles devem minimizar a complexidade na interface, criar mecanismos de feedback que permitam ao usuário ser treinado de forma rápida e confiável e facilitar esse processo, criando modelos mentais para o usuário." P. 87
"Gerentes e profissionais de marketing precisam entender as íntimas relações entre memória, emoção e tomada de decisões. Os clientes estão tentando criar atalhos para simplificar suas vidas. Não complique a vida deles nem os julgue. Faça com que seja fácil que escolham seus produtos e que continuem usando-os sem precisar pensar sobre isso." P. 59
"O iPod tem sido alvo de repetidos ataques em virtude de diversos problemas. Seu sistema de codificação de áudio é frequentemente avaliado como de má qualidade, seu preço seria um absurdo em comparação com a concorrência e o modelo de negócio seria desvantajoso para o cliente. Tais ataques são comuns porque os especialistas avaliam os produtos com sua mente executiva, sem entender que hábitos não são criados com base na análise de uma lista de prós e contras. Analistas e especialistas da indústria geralmente argumentam contra a realidade. Segundo os verdadeiros conhecedores, o produto claramente superior sempre parece levar desvantagem pela argumentação de sérios problemas que, de alguma forma, consegue iludir o público."
A habituação do cliente é um processo que começa antes da compra e se estende durante o relacionamento vitalício entre ele e a empresa. Para fazer um cliente abandonar um concorrente por você, é necessário quebrar seu hábito existente. Isso significa desalojar o comportamento da mente inconsciente e elevá-lo à análise executiva. Somente o fato de um comportamento chegar ao nível de awareness consciente não é garantia de que o cliente trocará de produto. Significa que houve uma interrupção no poder de compra repetida. Para ter uma chance de ganhar esse cliente sua oferta deverá prometer uma entrega em cima do elemento que provocou a quebra do hábito." P. 81

"Propõe-se ao cliente que ele siga os seguintes estágios: awareness, interesse, avaliação, experimentação e compra. O Modelo de Habituação de Clientes amplia essa sequência para incluir repetição de compra e, eventualmente, habituação. A parte inicial desse processo depende pesadamente da mente executiva, mas, em última análise, o objetivo é ganhar a mente habitual." P. 81
"Durante os primeiros estágios de familiarização com o produto, a mente executiva permanece ativa e é mais provável que ela faça avaliações conscientes de desempenho. A facilidade de uso e a resolução dos problemas do cliente são aspectos essenciais. Isso permite que a mente executiva comece a transferir a decisão para a mente habitual." P. 82
"Para criar o design de produtos e serviços que leve à rápida criação de hábitos, os profissionais dessa área devem entender o contexto em que os produtos serão usados. Os designers devem criar produtos para rápida habituação, usando não apenas princípios de design centrados no ser humano, mas também nas tarefas. Eles devem minimizar a complexidade na interface, criar mecanismos de feedback que permitam ao usuário ser treinado de forma rápida e confiável e facilitar esse processo, criando modelos mentais para o usuário." P. 87
"Narrativas podem ser altamente eficazes, colocando um novo produto no contexto de uma história. Por exemplo, se você tem uma encomenda que precisa chegar a seu destino, impreterivelmente, sem falhas no dia seguinte, você deve usar a FedEx. Uma das leis imutáveis da FedEx nos dá um dia a mais para fazer as coisas - e os anúncios da empresa sempre nos contaram essa história conscientemente.
[...]
Narrativas são úteis porque oferecem um contexto, um modo de os clientes entenderem como um novo produto se encaixa em um esquema de coisas. Histórias são eficazes porque elas representam um apelo poderoso em relação ao modo como entendemos o mundo. Uma história que nos envolva nos motivos ou no modo como um novo produto é lançado no mercado poderá se conectar em múltiplos níveis tanto com a mente executiva quanto com a habitual.
[...]
Da mesma forma, as metáforas são ferramentas valiosas para produtos e serviços complexos que envolvam intangíveis. É difícil explicar os benefícios de uma apólice de seguro, mas as frases "Você estará em boas mãos com a Allstate" ou então "Seja sócio do Rochedo" são entendidas. Metáforas geralmente são usadas em excesso quando a empresa sente dificuldades em articular uma proposição de valor do produto." P.97
"Uma metáfora pode ligar um produto a um sentimento positivo já existente. No entanto, se os clientes não fizerem a ligação, ou se o produto não chegar a incorporar os atributos da metáfora, o lançamento cairá no vazio" P. 98
CONFIRA TAMBÉM:
Martin, Neale. Hábitos de consumo: O comportamento do consumidor que a maioria dos profissionais de marketing ignora = Habitat. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Uma porção: Redes Sociais
Enquanto não sobra um tempinho para postar aqui meus textos sobre as queridinhas da nuvem, deixo registrado este parágrafo de uma postagem do FBDE.
"Segundo: o ponto importante é saber que alcançar seus consumidores no Facebook e Twitter, por exemplo, pode até parecer simples num primeiro instante, mas a grande dificuldade que se impõe para uma empresa é mantê-los atentos aos seus produtos ou serviços, e isso pede não apenas muita criatividade nas ações, como também conteúdo de qualidade e interatividade com transparência".
O que está sendo dito por muitos, mas pouco planejam e executam!
Fonte: FBDE
"Segundo: o ponto importante é saber que alcançar seus consumidores no Facebook e Twitter, por exemplo, pode até parecer simples num primeiro instante, mas a grande dificuldade que se impõe para uma empresa é mantê-los atentos aos seus produtos ou serviços, e isso pede não apenas muita criatividade nas ações, como também conteúdo de qualidade e interatividade com transparência".
O que está sendo dito por muitos, mas pouco planejam e executam!
Fonte: FBDE
terça-feira, 1 de maio de 2012
Marketing de Serviços: a conta dos 9
Entendemos como Marketing de Serviço as ações voltadas a vender e trocar bens entre marcas e consumidores os "produtos" com características bem peculiares, os serviços. Devido à complexibilidade e o valor que os serviços possuem perante seus consumidores, estratégias de Marketing de Serviços costumam enfrentar algumas barreiras quando planejadas e aplicadas. A compra de um serviço acontece anterior ao seu consumo, impossibilitando o consumidor a experimentar e comprovar sua qualidade com totalidade.
"Os serviços aumentaram drasticamente nos últimos anos. Atualmente, são responsáveis por quase 79 por centro do produto interno bruto norte-americano. E o setor de serviços está crescendo. Estima-se que em 2014 quase quatro entre cinco empregos nos Estados Unidos serão nesse setor. Os serviços estão crescendo até mais aceleradamente na economia mundial, representando 37 por centro do valor de todo o comércio internacional". (KOTLER, 2007, p. 216)
Nosso dia a dia é acompanhado por muitos produtos, desde a cama em que dormimos até a comida que nos alimenta. Mas também somos envolvidos pelos serviços, as empresas que abastecem nossa residência de água e luz, o transporte público, a escola que frequentamos...
O setor de serviços é muito variado!
Organizações governamentais (tribunais, hospitais, corpo de bombeiros, escolas...)
+ particulares sem fins lucrativos (instituições de caridade, museus, igrejas...)
+ empresariais (bancos, companhias aéreas, consultórios médicos, imobiliárias, varejistas...)
oferecem o montante de serviços que consumimos.
Vamos a conta dos 9...
4 características identificadas definem os serviços:
1) inseparabilidade: a prestação do serviço não acontece independentemente de seu provedor (marca, mão de obra...);
2) variabilidade: sabendo que, na maior parte das vezes, o serviço necessita de um indivíduo para que aconteça sua execução, a sua qualidade é variável conforme quem, como, onde é exercido;
3) perecibilidade: não podem ser armazenados para venda ou uso posterior;
4) intangibilidade: não podem ser vistos, tocados, provados, ouvidos ou cheirados antes da compra.
Já a cadeia de valor conta com 5 elos:
5) qualidade do serviço interno: seleção e treinamento de qualidade superior, ambiente de trabalho de alta qualidade e forte apoio àqueles que trabalham diretamente com os clientes, o que resulta em...
6) funcionários contentes e produtivos: funcionários mais satisfeitos, leais e esforçados, o que resulta em...
7) serviço de maior valor: criação e entrega de valor e de serviço mais efetivos e eficientes ao cliente, o que resulta em...
8) clientes satisfeitos e fieis: clientes satisfeitos que permanecem fieis, compram regularmente e dão referências a outros clientes, o que resulta em...
9) crescimento saudável da lucratividade dos serviços: desempenho superior da empresa prestadora de serviços.
Conceitos de Marketing Interno e Marketing Interativo se aplicam a esse contexto, por motivar e integrar os prestadores de serviços à sua execução e por aproximar os públicos envolvidos a experiência do consumo.
Referência________________________________________________________________________ KOTLER, P. & ARMSTRONG, G. Produtos, serviços e estratégias de branding in Princípios de Marketing. 12ª edição, Editora Pearson Education do Brasil, 2007.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Uma porção de GOOGLE
Nestes primeiros dias do ano tivemos acesso, através dos grandes blogs da Web brasileira, a alguns dados curiosos relacionados ao ambiente interno do Google.
Cotidianamente a marca está presente com seus produtos no nosso intenso mercado e rotina, mas aí chega o dia em que você cansa de ser passivo de todas essas influências e o desejo de ser o cara da vez é despertado.
Então você está na reta de chegada e cruza com as seguintes perguntas:
1. O que é dois para a potência de 64? (Engenheiro de software)
2. Imagine um armário repleto de camisetas. É muito difícil encontrar uma camiseta nele. Então, como você organizaria o armário para encontrá-las facilmente? (Gerente de produto)
3. Projete um plano de evacuação para São Franscisco (Gerente de produto)
4. Se você fosse o Gerente de Produto do Google Adwords, como faria um plano de marketing desse produto? (Gerente de marketing de produto)
5. Quem são os principais concorrentes do Google e como Google compete com eles? (Gerente de marketing de produto)
6. Se você fosse o gerente de marketing de produto do Gmail, como faria um plano de marketing para alcançar 100 milhões de clientes em seis meses?(Gerente de marketing de produto)
7. Quanto você acha que o Google fatura diariamente apenas com as propagandas no Gmail? (Gerente de marketing de produto)
8. Você é o capitão de um navio pirata e sua tripulação fará uma votação para definir como o ouro será dividido. Se menos da metade dos piratas concordar com sua proposta, você será morto.Como você recomendaria um meio para dividir o ouro de forma a ganhar uma boa recompensa mas ao mesmo tempo sobreviver? (Engenheiro-chefe)
9. Quantas bolas de golfe cabem em um ônibus escolar? (Gerente de produto)
10. Explique, em três sentenças, o que é uma base de dados para seu primo de oito anos. (Gerente de produto)
11. Que método você usaria para encontrar uma palavra no dicionário? (Engenheiro de software)
12. Como você armazenaria 1 milhão de números telefônicos? (Engenheiro de software)
Você saberia o que responder? Como se portar e posicionar? E a expressão de desespero, as pernas bambas e o blim-blaum dos sinos?
No Portal da Exame, especialistas relatam o que Marissa Mayer - recrutadora do Google Brasil - analisa com estas questões, ou ainda, o que elas provocam nos interessados às vagas.
12 perguntas de entrevistas do Google
O que aprender com o processo de recrutamento do Google
O planejamento estratégico da marca, além de selecionar individualmente cada neurônio que ingressa na equipe de colaboradores, também visa contribuir com o meio ambiente e posicionar a marca para com os "aspectos verdes". Seguem as 9 curiosidades verdes do Google, dentre elas: energia renovável, utilização de cabras no lugar de cortador de grama, bermuda para quem trabalha nos servidores e ainda cultivo de abelhas.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Isso não é coincidência!
Você passa meses e gasta alguns neurônios até encontrar o conceito ideal para o atual contexto do mercado em que sua marca atua.
E, então, na tão esperada época de campanhas, seus concorrentes iniciam a execução das estratégias...
...e todos percebem que um tal de inconsciente coletivo agiu sob todos os setores de comunicação e marketing da Região
domingo, 1 de janeiro de 2012
Nós, o Twitter e os nossos clientes
O Twitter foi criado com o intuito de ser um microblog e logo de início tornou-se um meio para que empresas e marcas se comunicassem com os seus usuários. Tal Rede Social não é capaz de produzir material jornalístico, porém, como o Facebook, é uma fonte de informação para demais portais. E, então, como as marcas e os portais de matérias podem aproveitar tal oportunidade de vínculo?
As postagens, por conterem no máximo 140 caracteres e, às vezes, direcionarem para outro portal, o intervalo de tempo entre uma postagem e outra é curto, mantendo continuamente na timeline dos usuários algo que lembre a marca. O conteúdo no Twitter tende a ser mais informativo do que aquele que despertará o desejo de estabelecer um relacionamento de longo prazo, porém a facilidade de mencionar e fazer-se lembrar da marca é maior que no Facebook. Por isso, entre uma postagem informativa e outra, se torna relevante postar algo curioso, cultural e que esteja entre os assuntos mais comentados do público da marca, mantendo o perfil atrativo.
Semelhante ao Facebook, no Twitter, quando uma pessoa torna-se seguidora de um perfil isso representa que há algo de relevante, interessante ou curioso naquele perfil ao ponto dela desejar receber suas atualizações na sua timeline. Porém não são todos os seguidores que representam o público real – métrica que avalia do total, quantos seguidores são ativos para com seu perfil, através da quantia de retweets. Portanto dar RT em algum tweet é equivalente a compartilhar alguma postagem no Facebook, já que quando se dá o RT naquilo que a marca postou torna-se público aos seguidores do perfil que retweetou. Assim, o perfil da marca vai se tornando popular entre o seu público alvo.
Tem a ver
Nós, o Face e os nossos clientes
Guia completo sobre as novas métricas do Facebook
Os 7Rs para uma estratégia empresarial nas Mídias Sociais
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Comportamento global/local da Coca-Cola
No dia 07 de dezembro decidi contabilizar quantas vezes a
marca Coca-Cola atingiria meus olhos, ouvidos, mente.
A soma total é de 11 vezes – ONZE VEZES.
Esse número é totalmente variável, pois durante o período de
atenção meu inconsciente deveria estar a mil para associar minhas lembranças que envolvem a marca. Com certeza em alguns dias sou atingida e nem percebo, mais ou menos
vezes, que no dia 07/12.
Quando tive a ideia de perceber esses dados, o objetivo central não foi de comprovar como a marca é valiosa ou investe bem em suas mídias,
mas sim tentar compreender como uma marca que age globalmente consegue estabelecer
um relacionamento comigo – eu, mera mortal que mora em uma cidade razoavelmente
pequena. E, também, meu segundo objetivo foi de entender na prática o que tanto
já li sobre estradas mentais, congestionamento de informações e o fluxo das
mesmas entre consciente e inconsciente.
Durante o dia de percepções estava atenta e meu
inconsciente esteve em alerta para todos os fatores que se relacionam com
aquilo que a Coca-Cola já marcou nele. Confesso que todas as vezes que escutei
e li “felicidade” me veio à tona Coca-Cola, Coca-Cola, Coca-Cola. Também senti
mais sede, será que tem a ver?
Estive presente em um Break Publicitário onde o Diretor de
Marketing da Vonpar listou as ações direcionadas ao posicionamento local/global
da Coca-Cola. Resumidamente a essência é manter o mesmo foco até 2020, estabelecer
relação com as novas gerações e manter com as que ainda bebem Coca-Cola, agindo nos ambientes interno e externo. Dentre os objetivos locais está
englobado identificar as tendências para com a classe social C, questões
de sustentabilidade e bem-estar. Pois todas elas determinarão a metodologia de execução
das ações planejadas globalmente, como também o investimento na Copa de 2014 e na paixão nacional: futebol (mais local
ainda? No RS investirão pesado em festivais e eventos da região, como também no
Gauchão e ações em escolas envolvendo os seus mais potentes consumidores em
campeonatos de futibas).
Desviando do assunto global-local e direcionando o texto
para a Vonpar Bebidas, trago alguns dados apresentados no Break:
#Abrangência no Mercado de Bebidas
Rio Grande do Sul: 75%
Santa Catarina: 100%
#A marca representa 9,5% do PIB brasileiro
# Possui 37 mil clientes diretos, 23 mil indiretos (varejo) e
14 milhões de consumidores
# 3500 colaboradores estão distribuídos entre as duas fábricas
gaúchas
Penso que esses números explicam o porquê de sentirmos, sem
querer, as marcas tão próximas enquanto as mesmas estão pensando em um público
alvo que abrange continentes. Como também os comerciais e as outras
mais diversificadas ações que a marca promove e nos envolve emocionalmente. Fazendo com que, diariamente, em nosso inconsciente as lembranças das marcas globais/locais
sejam despertadas, ou por se fazerem vistas, ou por estarem associadas ao
nosso cotidiano, estrategicamente.
Tem a ver_____________________________________________
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Percepção de Valor
Para existir venda, não necessariamente, o dinheiro é o mais relevante. Isso está certo?
Vamos pensar um jogo rápido...
__________________________________________________________________________________
1. Planejar os ambientes interno e externo + posicionar: despertar a atenção do público alvo
2. Executar + 4E's: fazê-lo perceber o valor de sua marca
3. Monitorar e manter: pós-venda, manter o relacionamento e se preparar para a próxima TROCA!
__________________________________________________________________________________
Esse jogo rápido e resumido pode nos mostrar o real valor do dinheiro e da troca.
O dinheiro é necessário para...
a) custear o produto/serviço
b) investir e aplicar na sua marca
c) pagar seus funcionários e demais despesas
d) suprir fatores racionais
e) só!
A venda quando tem um sentido de troca representa...
a) satisfação para ambas partes
b) fidelização aliada a uma experiência positiva
c) reconhecimento
d) suprir fatores racionais e emocionais
e) muito mais que isso!
Recebi há poucos dias atrás esta metáfora...
"Veja só que matemática interessante:
Numa cidade, os habitantes, endividados, estão vivendo às custas de crédito.
Por sorte chega um gringo e entra no único hotel.
O gringo saca uma nota de R$100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
O açougueiro, pega a nota e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.
O veterinário, com a nota de R$100,00 em mãos, vai até à zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde levava seus clientes; e como ultimamente não havia pago pelas acomodações, paga a conta de R$100,00.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede sua nota de R$100,00 de volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.
Ninguém ganhou um vintém, porém agora todos saldaram suas dívidas e começam a ver o futuro com confiança!
Moral da história: Quando o dinheiro circula, não há crise!"
O que mais podemos extrair da moral?
Quem era o devedor, era ao mesmo tempo, o responsável por fazer a roda do dinheiro girar. Todos envolvidos em trocas de experiências e suprimentos para saciar a demanda do próximo. Após a demanda saciada e outro interessado pelo mesmo foco inicia o jogo da concorrência.
Vamos pensar um jogo rápido...
__________________________________________________________________________________
1. Planejar os ambientes interno e externo + posicionar: despertar a atenção do público alvo
2. Executar + 4E's: fazê-lo perceber o valor de sua marca
3. Monitorar e manter: pós-venda, manter o relacionamento e se preparar para a próxima TROCA!
__________________________________________________________________________________
Esse jogo rápido e resumido pode nos mostrar o real valor do dinheiro e da troca.
O dinheiro é necessário para...
a) custear o produto/serviço
b) investir e aplicar na sua marca
c) pagar seus funcionários e demais despesas
d) suprir fatores racionais
e) só!
A venda quando tem um sentido de troca representa...
a) satisfação para ambas partes
b) fidelização aliada a uma experiência positiva
c) reconhecimento
d) suprir fatores racionais e emocionais
e) muito mais que isso!
Recebi há poucos dias atrás esta metáfora...
"Veja só que matemática interessante:
Numa cidade, os habitantes, endividados, estão vivendo às custas de crédito.
Por sorte chega um gringo e entra no único hotel.
O gringo saca uma nota de R$100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.
O açougueiro, pega a nota e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.
O veterinário, com a nota de R$100,00 em mãos, vai até à zona pagar o que devia a uma prostituta (em tempos de crise essa classe também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde levava seus clientes; e como ultimamente não havia pago pelas acomodações, paga a conta de R$100,00.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede sua nota de R$100,00 de volta, agradece e diz não ser o que esperava e sai do hotel e da cidade.
Ninguém ganhou um vintém, porém agora todos saldaram suas dívidas e começam a ver o futuro com confiança!
Moral da história: Quando o dinheiro circula, não há crise!"
O que mais podemos extrair da moral?
Quem era o devedor, era ao mesmo tempo, o responsável por fazer a roda do dinheiro girar. Todos envolvidos em trocas de experiências e suprimentos para saciar a demanda do próximo. Após a demanda saciada e outro interessado pelo mesmo foco inicia o jogo da concorrência.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
O consumidor precisa disso, daquilo e isso...
... para comprar o meu produto.
É, mas isso, daquilo e disso não funcionam e não irão vender!
Para um consumidor deixar de ser um potencial alvo e passar a representar seus direitos de cliente ele não deve precisar de nada. Nem gastar seus mangos.
Clientes, normalmente, efetuam trocas!
Era uma vez...
"Estou com pouca fome e desejo comer um alimento saudável. Pretendo trocar meus R$ 2,00 por algo que sacie essa minha necessidade fisiológica e o meu desejo é que o alimento esteja limpo e bem conservado, são 16 horas e estou saindo do meu ambiente de trabalho."
A percepção de (in)satisfação da compra-venda-troca-produto-serviço inicia quando o consumidor é consciente do que almeja e é capaz de julgar os aspectos envolvidos durante o processo de compra e venda.
# Meu eu 1: Após perceber que só tenho R$ 2,00, penso que nenhum produto alimenticio irá me satisfazer - esse é o exemplo do carinha que pretende comprar um buffet, mas só precisa de uma fruta.
# Meu eu 2: Penso que meus R$ 2,00 valem muito e o produto para ser comercializado, mesmo por R$ 2,00, tem de ser muito qualificado - esse trecho exemplifica o pensamento de um cliente que é consciente: seus R$ 2,00 valem muito e ele sabe que pode comprar uma fruta para se alimentar e isso saciará sua fome, porém para essa troca acontecer a maçã terá que ser limpa e fresquinha.
E então, o armazém o atenderá bem? Qual é o estabelecimento mais próximo? O horário inusitado dificultará essa troca?
No portal Mundo do Marketing li o artigo que comenta sobre a união do Google com a MasterCard com a finalidade de incentivar pagamentos móveis. Perceba esse trecho:
"O Google lançou nos Estados Unidos seu serviço de pagamento móvel, chamado de Google Wallet. O usuário precisa de um celular Nexus, que vem com a plataforma Android, e de uma conta do Citi MasterCard para pagar suas compras passando o aparelho em terminais especializados nas lojas."
O sistema está sendo implantado nos Estados Unidos e, logo mais, na Europa. Ainda bem, não?! Pois onde eu moro (Brasil/RS) nem o celular Nexus é comum, agora imagina cumprir com todas as outras etapas para conseguir efetuar o pagamento móvel.
Vamos disponibilizar nossos serviços e produtos em troca de relacionamento, outros serviços e produtos e fidelidade? Todos têm a ganhar!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Orkut e as Tchecas
O sentimento de remorso pelo post anterior transformou a fúria em combustível que movimentou meus neurônios e criou uma sequência lógica de emoção, razão, raciocínio, uma idéia e um plano.

Depois de 9 minutos planejamento conclui que as minhas percepções demandavam de um arquivo (tal que já existe), porém ele teria que haver uma real finalidade lógica – já que a minha crítica anterior retratou a ausência de foco e integridade das ações de instituições e líderes com suas ações para com objetivos comuns.
O #todeolho vem com o propósito de analisar o Mercado em Movimento perante as ações de comunicação e marketing (especialmente as de guerrilha que mais me despertam atenção). Por isso ações que caíram no mercado da web no dia anterior a cada post e, que lógico, eu tive acesso, receberão apontamentos, críticas e relatos. Tornando o Mercado em Movimento uma fonte das fontes, sem receio de ser o atrasadinho nas notícias. Até porque, como a Rosane Oliveira na penúltima quinta (06/05) afirmou: não é a data, nem o furo, nem a exclusividade; é sim o conteúdo de ótima qualidade que faz a diferença. Sendo as minhas fontes outros blogs (sempre citados) darei Movimento ao Mercado da web com mais um post sobre uma ação que com certeza será postada em outros milhares de link.
Estreando a nossa ‘caixa preta’, o protagonista é nada menos que o jovem Orkut de 7 anos.
Ressalto a idade por sobreviver há 7 anos no universo da internet que se atualiza em segundos (portanto o Orkut sobreviveu 220752000 vezes) e percorre o mundo em centímetros.
Retratando a sua marca já consolidada em diversos países e repaginando o seu designer lançou na terça-feira (17/05) o seu novo logo.
Para a empresa Google o novo logotipo possui a idéia de explanar a atual identidade do Orkut.![]() |
| DEPOIS |
![]() |
| ANTES |
Também sobre o Orkut, esta semana percebi que os botões de acesso a comunidades, amigos, fotos e blábláblá do painel esquerdo se tornam coloridos quando selecionados, detalhe pequeno, mas parte da repaginação do designer – este que parece que nunca vai acabar.
Dando movimento ao caos e finalizando o post do #todeolho de hoje, trago o mais novo (ou já envelheceu?!) buzz do momento!
AS TCHECAS!
Aqueles que ainda não estão sabendo a respeito, posso explicar. Caros apreciadores de cerveja, logo vocês terão uma nova companheira, essa não é Devassa e nem “boa”, ela é a Proibida. Sim! A marca misteriosa chegou no Brasil causando O buzz. Duas personagens tchecas, bem descoladas, bonitas e admiradoras de cerveja, lançaram pelo youtube vídeos que exibem o interesse de tais moças pelo Brasil, sem em algum momento mencionar a treta que estavam participando. O programa Pânico na TV, ousado como de costume, convidou-as para participarem de um reality show, exibindo a vida das moças e seus passeios pelo Brasil.
E então que em um belo dia aparece a marca da cerveja Proibida no programa que tem como principal patrocinadora a marca Skol. É! E ai a Proibida afirma que não foi intenção causar transtornos e que também não sabia de que outra marca de cerveja era envolvida com o programa. Até porque o material elaborado pelas tchecas não é exclusivo para o Pânico.
Bem, no blog a seguir os autores realizaram uma entrevista com os responsáveis pela ação. Tal que causou um verdadeiro gigante buzz e ainda não sabemos se vai vender. Mas está se instalando mais rapidamente do que a Devassa, que precisou apelar para a Sandy.
Pra ser sincera eu realmente havia lido sobre a ação ontem, mas apenas hoje criei o #todeolho e acabei não encontrando a outra fonte.
Devassa x Proibida
Sandy x Tchecas
Me consumam.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
O desempenho de todos na solidificação da marca.
Ao definir um público alvo para um produto e/ou serviço, o esperado é que a primeira experiência desse público com a experiência seja positiva o bastante para marcar e fazer-se reconhecer positivamente.
O nosso corpo docente, colaboradores que realizam atendimento ao público externo e direção, nos planejamentos de marketing, são os intermediários, esses que ajudam a Instituição promover a entrega do valor de nossos serviços. Quando busca criar satisfações nos relacionamentos com os clientes, os colaboradores devem firmar parceira com a equipe diretiva para que assim seja otimizado o desempenho de todo o sistema de missão e objetivo.
Portanto, os públicos da Unidade necessitam conhecer os projetos, os meios de comunicação, os detalhes de cada nível educacional e as informações que ultrapassam o ambiente escolar. Sendo assim, quando alcançado esse fluxo de informação interna, todos estarão capacitados para atuar em todos os segmentos da Instituição e, ainda mais, focados em exercer a sua respectiva função. Para finalizar a ação Minuto da Informação, segue uma metáfora que vale muito ser lida.
“Comunicação face a face. Que tipo de comunicação você tem na sua empresa? Ela é uma empresa de memorandos, uma empresa eletrônica ou uma empresa face a face? Se um funcionário de uma empresa de memorandos descobre um incêndio no prédio, o que ele faz é escrever três memorandos: um para a sua referência própria, um para seu chefe e um para a empresa. No tempo transcorrido até que o memorando seja entregue, o prédio já- terá desabado. Mas o funcionário está seguro, porque cumpriu com sua obrigação e distribui o memorando – e tem uma cópia em seu arquivo pessoal como prova. Se um empregado da empresa eletrônica descobre um incêndio no prédio, ele telefona para seu chefe. Quem atende é a secretária eletrônica, e ele deixa uma mensagem. O chefe não volta a tempo e o prédio desaba. Mas o funcionário está seguro, porque deu o telefonema e deixou uma mensagem. Se um empregado da empresa face a face descobre um incêndio no prédio, ele toma uma atitude imediatamente para resolver o problema. Ele informa rapidamente seus colegas e seu chefe a respeito do incêndio e dá instruções de como proceder. O prédio está salvo.” - Os 7 Segredos do Marketing.
As empresas lidam diariamente com “incêndios” – por exemplo, reclamações de clientes. Os detalhes florescem e, seguindo a metáfora, são palhas que incendeiam se não forem compreendidas por todos. Cada um de nós poderia escrever um memorando e entregar à equipe diretiva, deixar como recado, enviar por e-mail e demais afins, algum dia, talvez, essa mensagem fosse recebida com atenção, mas não seriatarde demais conforme a problemática? Os nossos meios de comunicação são eficientes quando a mensagem é direcionada para ser recebida a longo prazo, ainda assim os nossos diálogos face a face e a organização das informações são ferramentas para nos compreendermos e sermos pró-ativos perante as atividades e projetos.
Esse é o terceito e último texto da ação Minuto da Informação, uma das que formam a metodologia aplicada ao meu estágio. Pronomes relativos à terceira pessoa apontam características da Unidade Oswaldo Cruz.
segunda-feira, 28 de março de 2011
É puro marketing mesmo...
... eu discordo, apenas uma parte dele.
Era uma vez um potencial cliente para uma marca de cerveja que, atualmente, está se posicionando com inovação no seu segmento E esse experiente cliente da bebida ao provar a inovação mercadológica explana sua indignação ao se decepcionar com a marca: é puro marketing mesmo, eu não deveria ter gasto com isso.
Pois é, ai que ele se engana e, muitos. O marketing estuda e pesquisa, ou deveria, todas as preferências e limites que podes alcançar com o lançamento de um produto. Sendo tudo baseado em um perfil de público específico. Portanto, ou o potencial cliente não fazia parte do perfil, ou a marca de cerveja revelou um ponto fraco, pois há anos que não se manifestava.
O processo de marketing inicia com uma problemática, um desejo e/ou uma necessidade percebida, então estudos e pesquisas são formuladas para testar as hipóteses. Toda a campanha de lançamento, promoção e relações públicas é planejada e, então, acontece: A AÇÃO. E aí? Tudo recém começou. Caso a reação do público alvo seja positiva, a marca deve estar preparada para manter a sensação de satisfação com a nova experiência e conforme o seu posicionamento, logo lançar uma segunda experiência para fixar os novos conceitos. Porém, se a reação do público alvo for negativa, todo o investimento não pôde ter sido em vão, pois a concorrência cairá em cima e tripudiará de seu novo posicionamento. E a marca? A marca segue com novas ações mais bem planejadas e com um posicionamento ainda diferente.
Fim; há vezes em que desejo comprar e ninguém me vende.
sábado, 20 de novembro de 2010
Análise de Caso
Segue uma análise de caso construída por mim perante informações de uma distribuidora do RS.
Marca
O momento que inicia a análise sobre qualquer fator requer pesquisas de informações para fundamentar e direcionar o estudo. Ao analisar uma marca e a sua empresa partir de características gerais é essencial, tais como nome, objetivo, visão, porte, foco, clientes, posicionamento, etc...
A empresa analisada é a Distribuidora ...., porte pequeno, localizada em um bairro, de Novo Hamburgo, composto por morados de baixa à alta classe social, com muitos armazéns e varejos. A empresa atua na região do Vale dos Sinos e, ao coletar informações do dono - Marcos ....-, ele afirma não ter noção a respeito da imagem da marca no mercado. Acredita que seja falta de dedicação ao marketing em geral e, principalmente, no preparo dos vendedores e representantes comerciais. O desenvolvimento de melhorias está acontecendo aos poucos, podem ser percebidas no decorrer da análise. Embora a progressão, o dono representa muitas funções e setores da empresa, o que gera demanda maior que tempo hábil e qualidade, porém isso ocorre pela falta de recursos e o crescente apoio da equipe.
Produtos
A Distribuidora Mauá trabalha com produtos da marca Namorado, tais como Arroz e Feijão; a marca 3 Corações representada pelo Café; refrescos Frisco; entre mais trezentas variações de higiene, limpeza e alimentação aos locais de varejo e ponto de venda clientes.
Avaliando os produtos qualitativamente, no decorrer da análise, se encontra ações direcionadas a eles, como a especialização da equipe de vendas para conhecê-los, divulgação aprimorada aos clientes, etc.
Consumidores, Clientes, Shoppers
A transação entre a metodologia antiga e a atual mantém a empresa focada na fidelização dos clientes considerados potenciais. Durante o diálogo com Marcos surge o questionamento quanto ao futuro, a resposta se resume na seguinte citação: “estamos focados em fidelizar os clientes que conhecemos e consideramos potenciais, mas paralelo a isso direciono a equipe de representação comercial para captação e prospecção dos consumidores de hoje para se tornarem os clientes de amanhã”. Analisando o modo de pensar do gerente do negócio – manter o processo sustentável – percebe-se vasta experiência, partindo do momento que capta conceitos que são estudados, mas no seu caso são entendidos na prática.
Na percepção do gerente da marca os varejos são clientes de compras pequenas, as empresas que sustentam o negócio são as de rede, como Big e Unidão. Nos varejos de porte pequeno, onde quem os coordena, no caso analisado, são pessoas não qualificadas para a inovação e transformação é clara a desorganização e falta de instrução, porém nos ambientes em que a gerência é passada para a geração atual, os filhos dos donos, é perceptível a presença da tecnologia como auxiliadora da informatização de sistemas financeiros, de estoque e validade.
A relação entre a Distribuidora e os clientes é B2B (business-to-business), resumindo-os em varejos, mercados de bairros e afins.
Estratégias de MRKT de Relacionamento
Sobre as citações do capítulo 1, quando o dono relata a falta de conhecimento sobre a imagem da marca, as últimas providências tomadas foram contratar uma parte dos representantes comerciais com a finalidade de que esses se comprometam tanto com a marca, quanto aos produtos. Possuir vendedores invés de representantes comerciais pode trazer benefícios tais como maior controle, disposição para o desempenho das ações, reformulação do plano de remuneração, inter-relacionamento. Marcos conta que se perde clientes nem sabe e quando se envolvia nas negociações antigas de seus atuais funcionários percebia desmotivação e ignorância quanto às promoções, informações dos produtos, etc.
As primeiras ações de marketing de relacionamento aconteceram no ambiente interno, ao oferecer eventos, treinamentos, reuniões descontraídas à equipe de vendas, testando-a para a futura contratação. Ao longo desse período situar os vendedores sobre a visão e os objetivos da empresa foram cruciais para o atual desempenho desses. Nas vendas atuais, a marca vem qualificando o processo de vendas e pós-venda, construção do banco de dados e utilização dele – o que antes, Marcos, afirma não ter incorporado pela falta de dados. No ambiente externo a marca vem se construindo pela nova metodologia de relacionamento, com promoções especiais, brindes, ofertas, valor agregado, eventos especializados para os clientes com maior potencial. Como também, em caso de falhas e erros a empresa busca indenizar o cliente, mantê-lo em contato e reconquistar a satisfação.
Com os clientes já identificados como potenciais um material de divulgação e relacionamento é ofertado. O material é semelhante a um portfólio que traz informações técnicas, dicas, programação mensal e demais características do mercado e da região para o cliente. O portfólio é atualizado a cada mês para cada cliente, mais detalhes no capítulo 5. A relevância dessa dedicação ao material é a percepção positiva que os clientes possuem da empresa.
Propaganda
A Distribuidora utiliza seus vendedores e/ou representantes comerciais como extensão da marca, esses exercendo a venda pessoal de sua própria imagem e da marca. A grave problemática antiga era o desconhecimento desses perante as responsabilidades, promoções, produtos e estratégias. O material de divulgação e o da coleta de dados era aplicado de forma errada e desintegrada com os demais vendedores. Já agora, após a contratação dos representantes comerciais como vendedores fixos, o retorno foi positivo. Os mesmos carregam o nome da marca como o próprio marketing pessoal, antes apenas consideravam a sua cartela de clientes, atualmente combinam ela com os propósitos da empresa, englobando melhorias na execução da venda por território e aplicando os processos de vendas, pós-venda e relacionamento.
O material utilizado como recurso de divulgação são encartes anunciando promoções e eventos realizados, além de portfólio dos produtos que mais interessam a cada cliente. O último material é recente e tem dado ótimo retorno, utilizado também para ofertar novas vendas.
Marca
O momento que inicia a análise sobre qualquer fator requer pesquisas de informações para fundamentar e direcionar o estudo. Ao analisar uma marca e a sua empresa partir de características gerais é essencial, tais como nome, objetivo, visão, porte, foco, clientes, posicionamento, etc...
A empresa analisada é a Distribuidora ...., porte pequeno, localizada em um bairro, de Novo Hamburgo, composto por morados de baixa à alta classe social, com muitos armazéns e varejos. A empresa atua na região do Vale dos Sinos e, ao coletar informações do dono - Marcos ....-, ele afirma não ter noção a respeito da imagem da marca no mercado. Acredita que seja falta de dedicação ao marketing em geral e, principalmente, no preparo dos vendedores e representantes comerciais. O desenvolvimento de melhorias está acontecendo aos poucos, podem ser percebidas no decorrer da análise. Embora a progressão, o dono representa muitas funções e setores da empresa, o que gera demanda maior que tempo hábil e qualidade, porém isso ocorre pela falta de recursos e o crescente apoio da equipe.
Produtos
A Distribuidora Mauá trabalha com produtos da marca Namorado, tais como Arroz e Feijão; a marca 3 Corações representada pelo Café; refrescos Frisco; entre mais trezentas variações de higiene, limpeza e alimentação aos locais de varejo e ponto de venda clientes.
Avaliando os produtos qualitativamente, no decorrer da análise, se encontra ações direcionadas a eles, como a especialização da equipe de vendas para conhecê-los, divulgação aprimorada aos clientes, etc.
Consumidores, Clientes, Shoppers
A transação entre a metodologia antiga e a atual mantém a empresa focada na fidelização dos clientes considerados potenciais. Durante o diálogo com Marcos surge o questionamento quanto ao futuro, a resposta se resume na seguinte citação: “estamos focados em fidelizar os clientes que conhecemos e consideramos potenciais, mas paralelo a isso direciono a equipe de representação comercial para captação e prospecção dos consumidores de hoje para se tornarem os clientes de amanhã”. Analisando o modo de pensar do gerente do negócio – manter o processo sustentável – percebe-se vasta experiência, partindo do momento que capta conceitos que são estudados, mas no seu caso são entendidos na prática.
Na percepção do gerente da marca os varejos são clientes de compras pequenas, as empresas que sustentam o negócio são as de rede, como Big e Unidão. Nos varejos de porte pequeno, onde quem os coordena, no caso analisado, são pessoas não qualificadas para a inovação e transformação é clara a desorganização e falta de instrução, porém nos ambientes em que a gerência é passada para a geração atual, os filhos dos donos, é perceptível a presença da tecnologia como auxiliadora da informatização de sistemas financeiros, de estoque e validade.
A relação entre a Distribuidora e os clientes é B2B (business-to-business), resumindo-os em varejos, mercados de bairros e afins.
Estratégias de MRKT de Relacionamento
Sobre as citações do capítulo 1, quando o dono relata a falta de conhecimento sobre a imagem da marca, as últimas providências tomadas foram contratar uma parte dos representantes comerciais com a finalidade de que esses se comprometam tanto com a marca, quanto aos produtos. Possuir vendedores invés de representantes comerciais pode trazer benefícios tais como maior controle, disposição para o desempenho das ações, reformulação do plano de remuneração, inter-relacionamento. Marcos conta que se perde clientes nem sabe e quando se envolvia nas negociações antigas de seus atuais funcionários percebia desmotivação e ignorância quanto às promoções, informações dos produtos, etc.
As primeiras ações de marketing de relacionamento aconteceram no ambiente interno, ao oferecer eventos, treinamentos, reuniões descontraídas à equipe de vendas, testando-a para a futura contratação. Ao longo desse período situar os vendedores sobre a visão e os objetivos da empresa foram cruciais para o atual desempenho desses. Nas vendas atuais, a marca vem qualificando o processo de vendas e pós-venda, construção do banco de dados e utilização dele – o que antes, Marcos, afirma não ter incorporado pela falta de dados. No ambiente externo a marca vem se construindo pela nova metodologia de relacionamento, com promoções especiais, brindes, ofertas, valor agregado, eventos especializados para os clientes com maior potencial. Como também, em caso de falhas e erros a empresa busca indenizar o cliente, mantê-lo em contato e reconquistar a satisfação.
Com os clientes já identificados como potenciais um material de divulgação e relacionamento é ofertado. O material é semelhante a um portfólio que traz informações técnicas, dicas, programação mensal e demais características do mercado e da região para o cliente. O portfólio é atualizado a cada mês para cada cliente, mais detalhes no capítulo 5. A relevância dessa dedicação ao material é a percepção positiva que os clientes possuem da empresa.
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A Distribuidora utiliza seus vendedores e/ou representantes comerciais como extensão da marca, esses exercendo a venda pessoal de sua própria imagem e da marca. A grave problemática antiga era o desconhecimento desses perante as responsabilidades, promoções, produtos e estratégias. O material de divulgação e o da coleta de dados era aplicado de forma errada e desintegrada com os demais vendedores. Já agora, após a contratação dos representantes comerciais como vendedores fixos, o retorno foi positivo. Os mesmos carregam o nome da marca como o próprio marketing pessoal, antes apenas consideravam a sua cartela de clientes, atualmente combinam ela com os propósitos da empresa, englobando melhorias na execução da venda por território e aplicando os processos de vendas, pós-venda e relacionamento.
O material utilizado como recurso de divulgação são encartes anunciando promoções e eventos realizados, além de portfólio dos produtos que mais interessam a cada cliente. O último material é recente e tem dado ótimo retorno, utilizado também para ofertar novas vendas.
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