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domingo, 5 de outubro de 2014
Estamos Cegos - Jürgen Klaric
“Este livro tem três partes: aborda os erros mais comuns dos profissionais de marketing, o motivo pelo qual estamos tão cegos e cometemos tantos erros e os dez melhores princípios para abrir os olhos e inovar sem falhar tanto.” - segunda orelha de página
A leitura deste livro foi incentivada na disciplina de Atendimento em PP do meu Curso de PP na Unisinos.
A seguir, estão registradas as principais anotações realizadas durante a leitura, bem como os grifos realizados das páginas.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Internet: a gente te ama!
Pra "agregar valor ao blog", uma postagem sobre Alexander de Almeida - "o Rei do Camarote".
Desde o início de 2013, os mais variados assuntos já tiveram os seus 15 minutos de fama, o posto de Top Trends do Twitter, assunto mais compartilhado no Facebook ou centernas de Tumblr repercutindo o assunto.
Ah, e não perca os "10 mandamentos do rei do camarote indie" rsrss
Para encerrar, vou postar algo "bem pesado, meu"
Desde o início de 2013, os mais variados assuntos já tiveram os seus 15 minutos de fama, o posto de Top Trends do Twitter, assunto mais compartilhado no Facebook ou centernas de Tumblr repercutindo o assunto.
Para comprovar como a internet ~ela é sem limites~ e pudores, lembro que já compartilhei desde assuntos tão pertinentes, como a tragédia em Santa Maria e o movimento #vemprarua, até assuntos como o da super matéria (que ainda não se tem certeza se é viral comercial ou não) publicada pela VejaSP.
A tal matéria é uma entrevista com Alexander de Almeida, o Rei do Camorote.
Confira a matéria na íntegra e a seguir o vídeo:
O vídeo até o momento desta postagem, em 04/11/2013, já teve mais de 1.200.000 visualizações.
Aguardo por infográficos com dados reais da repercussão do vídeo e, enquanto isso vou acompanhando as montagens, os gifs, tweets, paródias, páginas no Facebook (a com maior número de curtidas, no momento com + de 60mil), Tumblrs e grandes marcas aproveitando o buzz* para promover o 'momento camaradagem' do dia.
Matéria do AdNews registrou algumas ações de marcas. Confira aqui.
Ah, e não perca os "10 mandamentos do rei do camarote indie" rsrss
Para encerrar, vou postar algo "bem pesado, meu"
*“O buzz existe desde que as pessoas começaram a partilhar ideias. Trata-se do efeito boca a boca, da transferência de informação pelas redes sociais. Pode acontecer espontaneamente, sem o estímulo do homem de marketing ou de outra pessoa qualquer. [...] A chave de tudo é a autenticidade!” (O'REILLY, A.; MATATHIA, I. SALZMAN M. 2011. p. 8.)
domingo, 7 de julho de 2013
O Marketing da Nova Geração: Como competir em um mundo globalizado e interconectado [anotações]
Livro que recentemente li e, com a força do hábito, registrei algumas anotações. Parte delas estão aqui para serem compartilhadas com quem já leu ou para quem ainda não conhece o autor, o assunto ou o livro.
Possíveis causas das mudanças da comunicação:
1. A circulação rápida da informação (empresas podem dar retornos mais rápidos, aprofundar informações das embalagens, consumidor/clientes trocando informações com a marca e entre eles)
2. A maior organização da sociedade (Conar, CDC, consumidor tem autonomia)
3. Pessoas falando umas com as outras (por bem ou por mal)
Atuação da empresa nas diferentes dimensões:
- como organização: cumprindo as leis, respeitando os costumes, o meio ambiente e a cultura
- como produtora: fabricando produtos segundo os mais exigentes padrões de qualidade;
- como marca: integrando-se à cultura e patrocinando relações construtivas com todos os segmentos da sociedade.
Página 6
"De um modo geral, cada integrante dessas organizações, por sua vez, tem ou pode ter também a sua rede, o que aumenta substancialmente a capacidade individual de disseminação de fatos, opiniões e notícias e sugere que repensemos tanto a relação dessas pessoas com os meios de comunicação quanto com as marcas e corporações."
Página 7
No final do século XX, o relacionamento entre pessoa física e as marcas se estreitou com o intermédio da tecnologia. Organização social. Responsabilidade social. Empresa cidadã. Agora, no século XXI isso já está desgastado e novas oportunidades precisam ser examinadas para desatar os nós dessa grande rede.
Páginas 10-11
Resumo das características sobre os meios mais influentes
Rádio
Data: nos anos 30, 40 e início dos anos 50.
Abrangência territorial: nacional, pela maioria ser analfabeta e os outros meios de comunicações existentes serem restritos a leitura. Meio de comunicação instantânea. Jornal, revista e cinema eram complementares. Revista era o único meio impresso que não era local, por trabalhar com conteúdos no lugar de notícias do cotidiano.
Comportamento: famílias se reuniam para escutar. Primeiro meio de comunicação individual, após a chegada do transistor e da televisão.
Ações de Marketing: marcas usavam para ensinar como utilizar e usufruir produtos e serviços novos para a época, como colírios.
Televisão
Data: no início dos anos 50.
Abrangência territorial: Não podia competir com o rádio, mas tinha posição privilegiada na sala de visitas.
Comportamento: alcançar facilmente a emoção das pessoas com a união do som e a imagem.
Ações de Marketing: agências de propaganda e publicidade participavam ativamente da criação e da produção de certos programas, como as novelas, por exemplo.
Internet
Data: desde o surgimento da televisão até 40 anos depois, no final dos anos 80 nada foi criado de tão impactante.
Abrangência territorial: convergência + fragmentação + combinação em território mundial dos demais meios.
Comportamento: conectividade, transmissão, e-commerce, informação instantânea, plataformas multimídias... Consumidores transformaram-se em produtores de conteúdo e emissão de mensagens.
Nesse contexto, as pessoas se surpreendem menos, não precisam mais parar para ouvir, ler e conhecer. Criam e recriam suas rotinas com a facilidade da tecnologia e da web.
Ações de Marketing: comunicação bilateral, relacionamento on/off, ações digitais e de interatividade, gerenciamento do conteúdo por parte das marcas, monitoramento de buzz gerado por seus consumidores...
“Não se trata mais de falar para as pessoas, pensando nelas como plateia ou audiência. É absolutamente necessário realizar negócios dentro da lei, é claro. Mas também segundo códigos – cada vez mais estreitos – de cidadania, inclusão social e respeito ao meio ambiente e à diversidade de opiniões e estilos de vida” Página 58
Referência das anotações: CASTELAR, Mario. O marketing da nova geração: como competir em um mundo globalizado e interconectado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. ISBN: 978-85-352-2564-8 | E-book
Vídeo sobre liberdade, comunicação e política para complementar o assunto: Confira: Levante sua voz.
É extenso, mas vale o esforço. Mesmo sem citar a internet, o vídeo que é de 3 anos atrás cabe bem nas discussões atuais sobre as emissoras.
Possíveis causas das mudanças da comunicação:
1. A circulação rápida da informação (empresas podem dar retornos mais rápidos, aprofundar informações das embalagens, consumidor/clientes trocando informações com a marca e entre eles)
2. A maior organização da sociedade (Conar, CDC, consumidor tem autonomia)
3. Pessoas falando umas com as outras (por bem ou por mal)
Atuação da empresa nas diferentes dimensões:
- como organização: cumprindo as leis, respeitando os costumes, o meio ambiente e a cultura
- como produtora: fabricando produtos segundo os mais exigentes padrões de qualidade;
- como marca: integrando-se à cultura e patrocinando relações construtivas com todos os segmentos da sociedade.
Página 6
"De um modo geral, cada integrante dessas organizações, por sua vez, tem ou pode ter também a sua rede, o que aumenta substancialmente a capacidade individual de disseminação de fatos, opiniões e notícias e sugere que repensemos tanto a relação dessas pessoas com os meios de comunicação quanto com as marcas e corporações."
Página 7
No final do século XX, o relacionamento entre pessoa física e as marcas se estreitou com o intermédio da tecnologia. Organização social. Responsabilidade social. Empresa cidadã. Agora, no século XXI isso já está desgastado e novas oportunidades precisam ser examinadas para desatar os nós dessa grande rede.
Páginas 10-11
Resumo das características sobre os meios mais influentes
Rádio
Data: nos anos 30, 40 e início dos anos 50.
Abrangência territorial: nacional, pela maioria ser analfabeta e os outros meios de comunicações existentes serem restritos a leitura. Meio de comunicação instantânea. Jornal, revista e cinema eram complementares. Revista era o único meio impresso que não era local, por trabalhar com conteúdos no lugar de notícias do cotidiano.
Comportamento: famílias se reuniam para escutar. Primeiro meio de comunicação individual, após a chegada do transistor e da televisão.
Ações de Marketing: marcas usavam para ensinar como utilizar e usufruir produtos e serviços novos para a época, como colírios.
Televisão
Data: no início dos anos 50.
Abrangência territorial: Não podia competir com o rádio, mas tinha posição privilegiada na sala de visitas.
Comportamento: alcançar facilmente a emoção das pessoas com a união do som e a imagem.
Ações de Marketing: agências de propaganda e publicidade participavam ativamente da criação e da produção de certos programas, como as novelas, por exemplo.
Internet
Data: desde o surgimento da televisão até 40 anos depois, no final dos anos 80 nada foi criado de tão impactante.
Abrangência territorial: convergência + fragmentação + combinação em território mundial dos demais meios.
Comportamento: conectividade, transmissão, e-commerce, informação instantânea, plataformas multimídias... Consumidores transformaram-se em produtores de conteúdo e emissão de mensagens.
Nesse contexto, as pessoas se surpreendem menos, não precisam mais parar para ouvir, ler e conhecer. Criam e recriam suas rotinas com a facilidade da tecnologia e da web.
Ações de Marketing: comunicação bilateral, relacionamento on/off, ações digitais e de interatividade, gerenciamento do conteúdo por parte das marcas, monitoramento de buzz gerado por seus consumidores...
“Não se trata mais de falar para as pessoas, pensando nelas como plateia ou audiência. É absolutamente necessário realizar negócios dentro da lei, é claro. Mas também segundo códigos – cada vez mais estreitos – de cidadania, inclusão social e respeito ao meio ambiente e à diversidade de opiniões e estilos de vida” Página 58
Referência das anotações: CASTELAR, Mario. O marketing da nova geração: como competir em um mundo globalizado e interconectado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. ISBN: 978-85-352-2564-8 | E-book
Vídeo sobre liberdade, comunicação e política para complementar o assunto: Confira: Levante sua voz.
É extenso, mas vale o esforço. Mesmo sem citar a internet, o vídeo que é de 3 anos atrás cabe bem nas discussões atuais sobre as emissoras.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Buzz: a chave de tudo é a autenticidade!
Alguns assuntos já protagonizaram o Top Trends do Twitter, comentários e compartilhamentos no Facebook, temas para Tumblr e afins em 2013. Desde assuntos mais pertinentes, como a tragédia em Santa Maria até a estreia de Gugu Liberato no Instagram.
Existe uma infinidade de razões que explica o que torna um fato ou uma personagem em viral ou protagonista de um buzz por curto, médio ou longo prazos. O conceito a seguir pode explicar:
“O buzz existe desde que as pessoas começaram a partilhar ideias. Trata-se do efeito boca a boca, da transferência de informação pelas redes sociais. Pode acontecer espontaneamente, sem o estímulo do homem de marketing ou de outra pessoa qualquer. [...] A chave de tudo é a autenticidade!” (O'REILLY, A.; MATATHIA, I. SALZMAN M. 2011. p. 8.)
Alguns parâmetros me assustam, a foto postada por Gugu no dia 24/01 alcançou um buzz intenso e foi parar no Top Trends internacional do Twitter e sua conta conquistou mais de 2,7 mil seguidores, na mesma tarde.
![]() |
| "A pedidos (3, no máximo), uma foto mais descontraída" - legenda da foto no Instagram |
A tragédia em Santa Maria foi assunto por mais de cinco dias seguidos no Twitter e Facebook. Se no caso da foto do Gugu os comentários eram piadistas, o contrário aconteceu por maioria em relação à tragédia. Comunidades e fóruns organizados por internautas foram criados para mobilizar pessoas em prol da causa de prestar auxílio aos parentes e envolvidos.
A entrevista de Silas Malafaia aconteceu na noite de domingo (03/02), durante o programa De Frente com Gabi, e até o momento da postagem (06/02) ainda é protagonista de muitos e muitos comentários nas redes sociais. Malafaia é um dos pastores mais ricos do Brasil, líder de Igreja Evangélica, combate a homossexualidade e o aborto. A autenticidade da entrevista e da opinião de Silas gerou um debate entre aqueles que são favor e aqueles que discordam através dos meios sociais. O Twitter, Facebook e o Tumblr, por exemplo, foram as redes que mais popularizaram o debate. No Twitter e Facebook facilmente encontra-se postagens e links de blogs apoiando ou contrariando as afirmações do pastor, no Tumblr um dos perfis criados dissemina os dados contraditórios trazidos por Silas.
Além das manifestações linkando o vídeo da entrevista, o Doutorando em genética Eli Vieira postou um vídeo resposta com argumentos científicos que confrontam os dados que o pastor trouxe na entrevista:
Vídeo da entrevista com Maria Gabriela
Vídeo de resposta do cientista Eli Vieira
Registros de Tweets debatendo sobre o assunto
![]() |
| Silas Mafalaia no Top Trends do Twitter (BR) entre os dias 03 e 06/02 |
![]() |
| Sequência de Tweets apoiando e confrontando as opiniões de Malafaia |
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| Postagens de Silas Malafaia no perfil oficial no Twitter |
Prints realizados no dia 05/02, às 17 horas
O caso de Malafaia é um exemplo do que acontece na vida offline e acaba sendo ilustrado e discutido na rede onnline, atingindo milhões de usuários em questão de momentos por horas ou dias. O inusitado acaba tomando proporções imensuráveis, enquanto que o espontâneo conquista o que marcas investem milhões para atingir seu público com anúncios ou comerciais virais. Em alguns casos até conseguem, ou quando realmente existiu uma pesquisa e uma estratégia ou quando o analista de mídia social publicou postagens ofensivas aos seguidores dos perfis e o efeito foi o contrário...
Diversos blogs que apoiam a causa homossexual ou a religião pregada por Silas opinaram sobre a entrevista e o posicionamento do pastor. Até o VJ da MTV PC Siqueira, dando mais repercussão ao assunto:
Alguns dos comentários: "não vi a entrevista, todos estão falando, vou assistir..." - esse é o sentido.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Quando seu nickname for descartável!
Após as impressoras 3D do último post e ao visualizar o infográfico que exemplifica o processo de um conteúdo que torna-se viral, do @vini_pinto, algo me indagou a escrever.
O material do infográfico super beleza e bacana, mas o que me chamou atenção é a forma que ele se apresenta e gentilmente também sua namorada, a tal de @samara_arruda. Não há nada de errado no nome da moça ou na apresentação...
Na sociedade em que vivemos aqueles que se comunicam através de palavras, audição e dicção se nomeiam entre si nos cartórios e aos poucos, conforme seus hábitos e personalidade, vão adquirindo apelidos. Entre os surdos e mudos torna-se mais prático identificar cada qual com um gesto específico, como um apelido, por exemplo.
No meio digital, globalizado e informatizado que estamos nos inserindo, ou estão nos inserindo, será possível que daqui a 30 anos ou "x anos", seremos identificados com _ @ - . abreviações e possuiremos o poder de ir até nossas configurações e trocarmos o que ainda, para nós meros mortais do século XXI, é o que temos de mais valioso: o nome?!
Participei de uma palestra cujo título explica-se por si só "Vendendo e se relacionando com clientes no mercado competitivo e marcado por mudanças". Comecei a escrever esse post ontem (23/01) e durante alguns momentos da palestra quando assuntos relacionados a informação, tecnologia, mudanças, velocidade, tendência, interatividade para substituir a comunicação, esse breve pensamento me veio a tona novamente - como uma metáfora. Claro que não seremos compostos por configurações eletrônicas (ou sim?) e nem mesmo o nosso documento de identificação será substituído em tão pouco tempo (30 anos é pouco tempo, certo?!). Fica entre meus pensamentos e quem ler: como as marcas nos perceberão no futuro? Elas ou nós seremos descartáveis como um nickname do twitter? Qual a experiência que as mesmas nos proporcionarão? Nós amaremos elas mais ou menos?
O material do infográfico super beleza e bacana, mas o que me chamou atenção é a forma que ele se apresenta e gentilmente também sua namorada, a tal de @samara_arruda. Não há nada de errado no nome da moça ou na apresentação...
Na sociedade em que vivemos aqueles que se comunicam através de palavras, audição e dicção se nomeiam entre si nos cartórios e aos poucos, conforme seus hábitos e personalidade, vão adquirindo apelidos. Entre os surdos e mudos torna-se mais prático identificar cada qual com um gesto específico, como um apelido, por exemplo.
No meio digital, globalizado e informatizado que estamos nos inserindo, ou estão nos inserindo, será possível que daqui a 30 anos ou "x anos", seremos identificados com _ @ - . abreviações e possuiremos o poder de ir até nossas configurações e trocarmos o que ainda, para nós meros mortais do século XXI, é o que temos de mais valioso: o nome?!
Participei de uma palestra cujo título explica-se por si só "Vendendo e se relacionando com clientes no mercado competitivo e marcado por mudanças". Comecei a escrever esse post ontem (23/01) e durante alguns momentos da palestra quando assuntos relacionados a informação, tecnologia, mudanças, velocidade, tendência, interatividade para substituir a comunicação, esse breve pensamento me veio a tona novamente - como uma metáfora. Claro que não seremos compostos por configurações eletrônicas (ou sim?) e nem mesmo o nosso documento de identificação será substituído em tão pouco tempo (30 anos é pouco tempo, certo?!). Fica entre meus pensamentos e quem ler: como as marcas nos perceberão no futuro? Elas ou nós seremos descartáveis como um nickname do twitter? Qual a experiência que as mesmas nos proporcionarão? Nós amaremos elas mais ou menos?
E aí quando todos os produtos possuírem as mesmas características, funções, vantagens e benefícios, será, ainda mais, o relacionamento e as experiências os diferenciais. A única ferramenta que poderá ser ajustada a este novo contexto é o humano - ele com o auxílio da tecnologia que está ao seu favor, seus CRMs, banco de dados, plataformas digitais de dados, etc.
Seguimos com nosso endomarketing e marketing de relacionamento, meus grandes amigos de conversa, rsrs.
Conto com a compreensão do Vinícius Pinto, sua namorada e agradeço pela fonte de inspiração espontânea, abraço!!
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Post Tendencioso
Neste exato momento, terça-feira, 06/12, cerca de 21 horas li um artigo da Veja que fala sobre tendências para 2012... Assuntos como esses só não são tão batidos porque mudam a cada vez que um veículo - seja ele impresso, pessoal, digital, etc - dita a próxima tendência. E o hábito é de que a cada troca de ano isso aconteça, pois então vamos iniciar a lista para 2012...
Os princípios evoluem, a tecnologia se atualiza a todo instante e cada um de nós tem o direito e o dever de compreender e adequar os seus conceitos no novo contexto cultural. Essas mudanças vão sendo percebidas pelas marcas e transformam-se em portais na mente do público-alvo para inserir o novo produto, reforçar a marca e o posicionamento. Encontramos até agora pontos positivos e negativos.
Algumas tendências quando disseminadas causam um impacto tão positivo que são capazes de transformar lixo em produto reciclável, classe social C em foco do mercado ecônomico, questões de saúde e bem-estar em novas prioridades... Estamos falando das tendências que surgem após um diagnóstico daquilo que a sociedade demanda, os veículos influentes determinam como atual e as marcas que possuem influência regional e global as captam e as associam aos seus produtos e serviços.
Portanto, é relevante entender que as tendências são diagnosticadas e determinadas (ou o contrário) localmente, mas quanto mais impactante, mais capazes de atingir meios globais. Porém o jogo pode virar e o que poderia ser aplicado positivamente, causa um impacto negativo. Exemplos? Desfiles que contam com modelos muito magras que, com a euforia das marcas, fixou na mente de certas adolescente a obsessão de alcançar as medidas exageradas. Até mesmo a sustentabilidade que é algo que a sociedade demanda e as marcas a perceberam como um valor agregado para servir a elas mesmas, poderia ser alvo de críticas e anti-mercado. Ainda bem que sustentabilidade hoje é um assunto batido, mas que ainda causa efeito.
Separei algumas marcas que transparecem o seu posicionamento perante as tendências citadas...
Sicredi, gente que coopera cresce.
O comercial que posiciona a Sicredi como uma marca apoiadora da sustentabilidade aliou a mensagem do seu logo, já existente há um tempo considerável, para firmar a transparência.
Da mesma forma, a Natura... Identificou os universos femininos como uma oportunidade de posicionamento voltado ao bem-estar e aliança entre a saúde e a beleza.
Já a Coca-Cola poderia ser referência para todas as tendências citadas e mais algumas dezenas... Uma marca tradicional que está presente e evolui com cada geração!
Para encerrar, suponhamos que a Apple lance a tendência de que utilizar tal novo produto x substitui o exercício físico, apresentando argumentos que envolvam nossas necessidades cotidianas e despertando desejos. O público a favor do sedentarismo a apoiará com todas as forças, já os que são a favor do exercício físico se mobilizarão contra. Mesmo sendo a Apple - marca muito influente globalmente - será abalada. Mas se a Apple lançar o mesmo produto com enfoque na tendência da saúde e bem-estar, valorizando o exercício físico, os sedentários pensarão duas vezes a respeito dos exercícios e os esportistas apoiarão o novo produto. Ponto positivo para a marca e ambos públicos.
No texto da Veja, encontra-se uma citação sem muito fundamento sobre o envelhecimento, mas a Veja por ser um veículo influente, pode provocar nas marcas a percepção do assunto como uma oportunidade de posicionamento de novos produtos direcionados ao público em questão, idosos.
"A tendência seguinte lembra que as percepções sobre envelhecimento estão mudando e as pessoas passaram a ver mais positividade em ficar velhas. Com mudanças culturais e demográficas, além de avanços medicinais, a definição de quando a velhice chega será alterada, assim como o significado do termo."
E, então, no final de 2012, a Veja escreverá outro artigo falando sobre as tendências do passado, citando os idosos. Quem se lembrará que quem deu o ponta-pé inicial fora ela mesma?!
Tendências são tendenciosas assim mesmo!
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O ato: comunicar
Comunicar é a ação
que transmite uma mensagem do emissor ao receptor, seguido de um feedback. A
mesma pode ser consigo mesmo, integrada entre seres semelhantes ou culturas
distintas. O fator relevante é o de que o homem convive em uma sociedade
constituída por fatores que a constroem e os meios de comunicação que atuam
como ferramentas para essa metodologia alcançar o êxito. Sendo o homem o
responsável por abastecer e exercer a comunicação, existem diversos meios para
levar daqui para lá a mensagem, seja pelo som, imagem ou gestos. Brum (2010, p.
40) exprime o conceito de comunicação sendo ela a transferência
da informação de uma pessoa para a outra ou uma forma de repassar idéias,
pensamentos e valores.
A ciência da
comunicação quando vista sob a percepção mercadológica posiciona os
profissionais e estudantes da mesma em conflito para com os seus públicos
alvos, já que um produto e/ou serviço concorre com diversas outras marcas ou
possibilidades para satisfazer tal necessidade e desejo do consumidor, para
isso o produto e/ou serviço comercializado demanda de pesquisa, análise e
produção de mensagens coerentes com o que se oferta e originais o bastante para
marcar e propiciar uma experiência marcante no inconsciente do potencial
cliente.
Os produto e/ou
serviços que se comunicam com o seu consumidor de forma comum às outras
experiências do cotidiano possui mais chances de atingir com êxito o
inconsciente e o consciente, sendo recordado quando o mesmo sentir a
necessidade ou o desejo que corresponde à oferta do que se está vendendo. Ainda
mais, quando o produto e/ou serviço estão englobados em uma marca que se
relaciona com o seu público continuamente, pois assim as mensagens são
integradas mesmo que em suas diversas formas – verbais, escritas ou gestuais. A
seguir Kotler (2008, p. 359) exemplifica.
“Os
consumidores de hoje são bombardeados por mensagens comerciais de uma ampla
variedade de fontes. No entanto, eles não distinguem as fontes da mensagem do
mesmo modo que os profissionais de marketing. Na cabeça do consumidor, as mensagens
de propaganda apresentadas por mídias diferentes e abordagens promocionais
fazem parte de uma única mensagem sobre a empresa. Mensagens conflitantes
vindas dessas diferentes fontes podem resultar em posicionamento de marca,
relacionamentos com o cliente e imagens da empresa confusos.”
A comunicação visual tem sua
relevância por ampliar as possibilidades de abordar a sociedade, sejam elas
pelos signos, desenhos, pinturas, instalações, fotografias, logotipos, entre
outras; evidentes nós veículos mais comuns de se fazer a propaganda ou naqueles
mais inusitados da mídia externa (outdoor,
pontos de ônibus, audiotrans, busdoor, displays ecológicos, etc.). A distribuição das formas, harmonia das
cores e posicionamento dos veículos de mídias externas possuem uma relevância
extrema, já que uma mensagem aplicada em um outdoor,
por exemplo, é emitida para diversos públicos e a mesma mensagem deve atingir a
todos com um efeito semelhante e instantâneo, para isso os meios são elaborados
com a finalidade de serem comuns sem anular a originalidade e identidade da
marca.
Seres humanos posicionam-se perante a sociedade
agindo conforme sua personalidade, sendo um dos métodos mais marcantes o
visual. A sociedade é marcada por pré-conceitos que possibilitam, quando se
deparar com o novo já criar um conceito com base naquilo que já conhece, que já
marcou seu inconsciente e possui alguma relação com o “novo”. As marcas de
produtos e/ou serviços se posicionam mercadologicamente conforme a região em
que atuam, o perfil de seu público alvo e, também, visualmente. Para isso
elaboram sua Identidade Visual e a utilizam sempre que forem se comunicar com
algum possível receptor – essa insistência que projeta a marca. A partir disso,
é perceptível a importância dos aspectos visuais quando se tem um objetivo e a
possibilidade de recorrer a um designer inovador, diferenciado, clássico, etc.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
O consumidor precisa disso, daquilo e isso...
... para comprar o meu produto.
É, mas isso, daquilo e disso não funcionam e não irão vender!
Para um consumidor deixar de ser um potencial alvo e passar a representar seus direitos de cliente ele não deve precisar de nada. Nem gastar seus mangos.
Clientes, normalmente, efetuam trocas!
Era uma vez...
"Estou com pouca fome e desejo comer um alimento saudável. Pretendo trocar meus R$ 2,00 por algo que sacie essa minha necessidade fisiológica e o meu desejo é que o alimento esteja limpo e bem conservado, são 16 horas e estou saindo do meu ambiente de trabalho."
A percepção de (in)satisfação da compra-venda-troca-produto-serviço inicia quando o consumidor é consciente do que almeja e é capaz de julgar os aspectos envolvidos durante o processo de compra e venda.
# Meu eu 1: Após perceber que só tenho R$ 2,00, penso que nenhum produto alimenticio irá me satisfazer - esse é o exemplo do carinha que pretende comprar um buffet, mas só precisa de uma fruta.
# Meu eu 2: Penso que meus R$ 2,00 valem muito e o produto para ser comercializado, mesmo por R$ 2,00, tem de ser muito qualificado - esse trecho exemplifica o pensamento de um cliente que é consciente: seus R$ 2,00 valem muito e ele sabe que pode comprar uma fruta para se alimentar e isso saciará sua fome, porém para essa troca acontecer a maçã terá que ser limpa e fresquinha.
E então, o armazém o atenderá bem? Qual é o estabelecimento mais próximo? O horário inusitado dificultará essa troca?
No portal Mundo do Marketing li o artigo que comenta sobre a união do Google com a MasterCard com a finalidade de incentivar pagamentos móveis. Perceba esse trecho:
"O Google lançou nos Estados Unidos seu serviço de pagamento móvel, chamado de Google Wallet. O usuário precisa de um celular Nexus, que vem com a plataforma Android, e de uma conta do Citi MasterCard para pagar suas compras passando o aparelho em terminais especializados nas lojas."
O sistema está sendo implantado nos Estados Unidos e, logo mais, na Europa. Ainda bem, não?! Pois onde eu moro (Brasil/RS) nem o celular Nexus é comum, agora imagina cumprir com todas as outras etapas para conseguir efetuar o pagamento móvel.
Vamos disponibilizar nossos serviços e produtos em troca de relacionamento, outros serviços e produtos e fidelidade? Todos têm a ganhar!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O combustível que nos move!
É engraçado e empolgante sentir que o combustível que nos move somos nós mesmos. As nossas conquistas, as pessoas que nos circundam, os nossos sonhos que batalhamos que se tornam realidade. Mas, o mais bizarro é a ausência da graça quando chegamos lá e precisamos assumir as responsabilidades de estarmos onde sempre quisemos estar. Chega a ser tão estranho que isso explode dentro de nós e acaba se tornando o combustível mais uma vez.
A graça está no movimento das nossas vidas. A cada dia em nossas estradas mentais se acumulam mais e mais experiências, reformulamos aos poucos nossos princípios e somos influenciados por nosso inconsciente e por aquilo que cultivamos.
Vamos formar uma sociedade justa, que respeita e que se apaixona pela graça das coisas? Só assim poderemos conquistar boas influências para com nosso inconsciente coletivo.
Penso que a minha contribuição parte do momento em que planejo alguma ação para o mercado das marcas com consciência de que isso refletirá positivamente neste público-alvo. Estudantes e profissionais de comunicação têm o poder de transmitir suas mensagens de alguma maneira que contribua com o bem comum social, já que em nossa sociedade tudo se relaciona: os meios de comunicação, o homem e a mensagem.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Já conhece os 8P's?
Durante a leitura do artigo 8Ps do Marketing Digital pretendem melhorar a estratégia das empresas de Sylvia de Sá, publicado no Mundo do Marketing resolvi registrar qual é o propósito dos 8P’s, quais são eles e por que ampliar os conceitos dos P’s; conforme a análise do portal e citações do autor Conrado Adolpho*.
Durante a inserção das marcas no mercado onlline, os responsáveis por gerir tal negócio se encontram confusos no momento em que precisam escolher em qual serviço terceirizar, em qual mídia e recursos investir. Adolpho exemplifica a vida dos empresários: “por exemplo, ele não sabe que não deveria contratar uma empresa que envia e-mail marketing sem ter antes o mailing. Mas não adianta comprar mailing, o retorno de compra de mailing é muito baixo. É muito mais fácil investir numa ação para construir o mailing dele do que comprar o mailing e enviar”.; como também não se esquece de reforçar a relevância do conteúdo e a presença das marcas nas mídias sociais em que se inserem, tudo pelo pretexto de instigar uma “cola social”. Todos esses aspectos são de caráter incontrolável, inverso dos 4P’s (promoção, praça, preço, produto) propostos por McCarthy, porém, os 8P’s se tornam um processo propulsor para melhorar a estratégia online das empresas e maximizar os bons resultados.
Então vamos aos 8P's:
Um conceito que os 8 Ps trazem para o mercado é a questão de integração entre competências que parecem muito distintas, mas que conversam entre si!
Embora muito prático para as empresas de pequeno e médio porte, ainda sinto a falta de dois P’s: pessoas e posicionamento.
Texto baseado no artigo do link que segue: http://www.mundodomarketing.com.br/7,20051,8ps-do-marketing-digital-pretendem-melhorar-a-estrategia-das-empresas.htm. Lá no portal do Mundo do Marketing ainda podemos encontrar o perfil das empresas que podem aplicar o processo-de-gestão-digital 8P’s e demais argumentos convencendo o leitor a adquirir o livro.
* Conrado Adolpho é o autor de “Os 8 Ps do Marketing Digital”, da editora Novatec. Atua há 10 anos na área e planeja ainda o lançamento do e-book “30 dicas para o sucesso rápido”, que estará disponível gratuitamente. Foi ele quem lançou o Best-seller “Google Marketing”, que chega à quarta edição com 15 mil unidades vendidas.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Ação e reação: mostrar-se e ser percebido
E é então que o blábláblá de ação e reação opera neste post. Como também seria possível assimilar essa teoria em qualquer outro assunto tratado em nosso cotidiano pessoal, profissional... mas desta vez a teoria ilustrará o contexto das marcas que agem para aparecerem e com isso conquistar o êxito de uma ação de (re) posicionamento.
Nós, pessoas físicas, talvez até por nosso orgulho não assumimos executar tais ações apenas para atingirmos um nível de reconhecimento social, podemos sim o conquistar com ações expontâneas e decorrentes de uma ação englobada em muitas outras conquistas. Já as marcas que nos circundam precisam aparecer, ilustrar nossa mente, fazer cambalhotas, se for o caso, apenas para serem percebidas e em um período de segundos conquistarem um espaço em nosso consciente e inconsciente.
Concordamos que somos formados por diversos segmentos, certo?! Mas inseridos no mundo das marcas e das mais diversas experiências, penso que somos capazes de classificar se positivo ou negativo certa marca, pessoa, ambiente, instituição, atitude... Após esta primeira visão, penso que nosso inconsciente registra esta experiência e vá agregando informações e outras semelhantes experiências para que formamos um conceito - por exemplo, essa minha última conclusão é expontânea, porém por já ter lido sobre a formação de estradas mentais explanei por palavras o que meu inconsciente trouxe atona.
Retornando ao mundo das marcas, sejam elas as mais segmentadas o possível ainda terão alguma concorrência e, é por isso que após a primeira experiência conquistada no inconsciente do seu público alvo devem gerar mais lembranças e marcas emocionais. Sendo assim, as mesmas precisam agir para reagirem em nossa mente durante nosso tempo ocioso ou corrido durante o dia, legal, não?! Somos cobaias de nerds.
Atualmente, são as redes sociais as responsáveis por oferecerem às marcas a oportunidade de estarem presentes e executar ações de relacionamento com seu público alvo, algumas dessas marcas estão aproveitando esse espaço para realmente posicionarem-se de tal forma online (em conjunto com a vida offline); já outras criam seu perfil e, como em qualquer outra ação, não planejam e nem se quer estipulam um foco.
Em um debate sobre redes sociais, um dos primeiros assuntos colocados em pauta foi o tempo que uma ação nas redes sociais tem. A conclusão foi de que não precisa-se necessariamente estar no top dos tops por até ou mais de 15 minutos de fama, mas quando esta ação englobada em um conjunto de ações com um foco comum, podem conquistar um montante de tempo superior à reação da exposição de um outdoor, por exemplo.
Também, neste debate, foi citado o dado de que há 27 anos viamos por dia 400 marcas, hoje 1200 marcas estão presentes em nosso cotidiano, mas sabe quantas percebemos?! Para sabermos, existe um cálculo:
Marcas de uma certa categoria registradas em nossa mente
Outras marcas optam, ou possuem poder suficiente, para agirem de uma forma mais alternativa e criativa. Como a KFC, empresa de alimentação norte-americana, que criou um retrato gigante do Coronel Sanders - famoso personagem da marca - em um deserto de Rachel, em Nevada, nos Estados Unidos. Lá você encontrará um pedaço de areia que foi pavimentado com cerca de 65 mil peças. As cores predominantes na montagem: vermelho, preto, branco e cinza. Pode não parecer nada muito relevante de onde você está, mas caso um dia você tenha a sorte de pisar fora da superfície da Terra, apenas uns poucos milhares de pés e você poderá se surpreender com a visão.
Segundo a própria assessoria de imprensa da gigante do fast-food, a marca se posicionou para ser a primeira marca do mundo visível do espaço, mas essa ação vai muito além disso. Tudo bem que qualquer fato é capaz de se tornar notícia, mas uma ação deste tamanho tinha, no mínimo o propósito de ser citada em dezenas, centenas de blogs (+ 1) e tornar a experiência de seus clientes e consumidores mais marcante, como também com a sua personagem - isso no mínimo, pois não conhecemos outras ações da marca que tenham abrangência mundial para que fosse possível desvendar o planejamento estratégico. Então podemos pensar que a ação offline - criar um retrato deste tamanho - não seria reconhecida se não fosse registrada e disseminada em uma ação online.
Outro exemplo, este sim muito atual, são os malditos pôneis. A Nissan posicionou o seu modelo na categoria, sem ser clichê por não mostrar como o carro é veloz e sobe montanhas. Apenas lembrou que as outras marcas são malditos pôneis, enquanto eles são cavalos (pessoalmente, esse era o propósito, mas penso que os malditos pôneis chamaram mais atenção que os cavalos e a marca Nissan, que só hoje, 01/08, entrou para os TT's - depois de três dias sequentes os malditos pôneis já estarem lá presentes).
E, você, é bombardiado mais por visões ou por experiências durante um dia?
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