Fantasia: invenção, criatividade e imaginação na comunicação visual de Bruno Munari instiga as possíveis descobertas que podemos provocar em nosso cérebro.
A seguir, trechos sobre as técnicas que podemos utilizar para encontrar conexões ainda não realizadas entre elementos, coisas e objetos.
A fantasia, a invenção, a criatividade pensam, a imaginação vê.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2015
sábado, 8 de março de 2014
#todeolho Dia da Mulher
Alguns esperam pelos presentes, brindes e afins nas datas comemorativas, já outros aguardam ansiosamente pelas peças e ações publicitárias.
Agência: WMcCann
Cliente: JBS FOODS
Produto: Institucional
Nome da campanha: Dia da Mulher
CCO: Washington Olivetto
Diretor de Criação: Marcelo Conde e Eiji Kozaka
Redação: Fátima Bernardes
Direção de Arte: Eiji Kozaka
Assistente de Arte: Renan Quevedo
Planejamento: Debora Nitta, Lucas Machado, Luiz Marques, Bruno Surano
Atendimento: Rafael Carmineti, Michelle Zeger, Ana Paula Amadio
Mídia: Horacio Rosário, Ricardo Ikeno
Diretora Nacional de Operações: Vera Dreckmann
Tráfego de Criação: Maria Oliveira
Direção de Produção: Marcelo Hack
Produção Gráfica: Marcelo Pinto, Ricardo Rodrigues
Art Buyer: Ricardo Livio
Fotógrafo: Miro
Gerente de Projeto: Jaqueline Travaglin, Rafael Turri, Sarita Nishimaru
Aprovação pelo cliente: Eduardo Bernstein, Tannia Fukuda Bruno, Isabela Hosoume
"Essa é uma singela homenagem de todos os homens e do #miojolight ao Dia das Mulheres. Assista, compartilhe ou junte-se ao coral e faça um clipe pra sua patroa. Essa é sua chance de se redimir por todas as toalhas molhadas deixadas na cama, aniversários de namoros esquecidos e outras coisinhas nada light que ela tem que aturar."
Acho fantástico quando uma marca cria uma história ou metáfora interativa para relacionar o lançamento de um produto com datas ou situações cotidianas. Vale conferir o vídeo e o site:
Separei algumas que se destacaram logo na manhã do Dia Internacional da Mulher/2014.
"Eu e você nascemos no dia 28 de fevereiro de 1909."
Fátima Bernardes assume a redação do anúncio da Seara em homenagem da data, com uma linguagem nem tão formal, descreve os principais momentos da luta das mulheres que conquistaram tanto pelas que vivem hoje.
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| Clique para ampliar |
Detalhe na ficha técnica:
Cliente: JBS FOODS
Produto: Institucional
Nome da campanha: Dia da Mulher
CCO: Washington Olivetto
Diretor de Criação: Marcelo Conde e Eiji Kozaka
Redação: Fátima Bernardes
Direção de Arte: Eiji Kozaka
Assistente de Arte: Renan Quevedo
Planejamento: Debora Nitta, Lucas Machado, Luiz Marques, Bruno Surano
Atendimento: Rafael Carmineti, Michelle Zeger, Ana Paula Amadio
Mídia: Horacio Rosário, Ricardo Ikeno
Diretora Nacional de Operações: Vera Dreckmann
Tráfego de Criação: Maria Oliveira
Direção de Produção: Marcelo Hack
Produção Gráfica: Marcelo Pinto, Ricardo Rodrigues
Art Buyer: Ricardo Livio
Fotógrafo: Miro
Gerente de Projeto: Jaqueline Travaglin, Rafael Turri, Sarita Nishimaru
Aprovação pelo cliente: Eduardo Bernstein, Tannia Fukuda Bruno, Isabela Hosoume
"Vida de mulher não é light. Pelo menos o dia dela por ser."
Texto descritivo do vídeo no youtube para resumir e apresentar:
Texto descritivo do vídeo no youtube para resumir e apresentar:
"Essa é uma singela homenagem de todos os homens e do #miojolight ao Dia das Mulheres. Assista, compartilhe ou junte-se ao coral e faça um clipe pra sua patroa. Essa é sua chance de se redimir por todas as toalhas molhadas deixadas na cama, aniversários de namoros esquecidos e outras coisinhas nada light que ela tem que aturar."
Acho fantástico quando uma marca cria uma história ou metáfora interativa para relacionar o lançamento de um produto com datas ou situações cotidianas. Vale conferir o vídeo e o site:
"Os direitos da mulher não são uma fantasia."
Descuido, maldade, mente suja... Não sabemos e nem descobriremos, até porque o site da prefeitura de Macaé já nem carrega mais por hoje. Mas várias notícias e posts já fizeram o trabalho de render a criação em portais de notícias e redes sociais.
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Em postagem no portal do O Dia, é descrito que após 20 minutos da primeira postagem deles a prefeitura modificou o logo para este:
domingo, 7 de julho de 2013
O Marketing da Nova Geração: Como competir em um mundo globalizado e interconectado [anotações]
Livro que recentemente li e, com a força do hábito, registrei algumas anotações. Parte delas estão aqui para serem compartilhadas com quem já leu ou para quem ainda não conhece o autor, o assunto ou o livro.
Possíveis causas das mudanças da comunicação:
1. A circulação rápida da informação (empresas podem dar retornos mais rápidos, aprofundar informações das embalagens, consumidor/clientes trocando informações com a marca e entre eles)
2. A maior organização da sociedade (Conar, CDC, consumidor tem autonomia)
3. Pessoas falando umas com as outras (por bem ou por mal)
Atuação da empresa nas diferentes dimensões:
- como organização: cumprindo as leis, respeitando os costumes, o meio ambiente e a cultura
- como produtora: fabricando produtos segundo os mais exigentes padrões de qualidade;
- como marca: integrando-se à cultura e patrocinando relações construtivas com todos os segmentos da sociedade.
Página 6
"De um modo geral, cada integrante dessas organizações, por sua vez, tem ou pode ter também a sua rede, o que aumenta substancialmente a capacidade individual de disseminação de fatos, opiniões e notícias e sugere que repensemos tanto a relação dessas pessoas com os meios de comunicação quanto com as marcas e corporações."
Página 7
No final do século XX, o relacionamento entre pessoa física e as marcas se estreitou com o intermédio da tecnologia. Organização social. Responsabilidade social. Empresa cidadã. Agora, no século XXI isso já está desgastado e novas oportunidades precisam ser examinadas para desatar os nós dessa grande rede.
Páginas 10-11
Resumo das características sobre os meios mais influentes
Rádio
Data: nos anos 30, 40 e início dos anos 50.
Abrangência territorial: nacional, pela maioria ser analfabeta e os outros meios de comunicações existentes serem restritos a leitura. Meio de comunicação instantânea. Jornal, revista e cinema eram complementares. Revista era o único meio impresso que não era local, por trabalhar com conteúdos no lugar de notícias do cotidiano.
Comportamento: famílias se reuniam para escutar. Primeiro meio de comunicação individual, após a chegada do transistor e da televisão.
Ações de Marketing: marcas usavam para ensinar como utilizar e usufruir produtos e serviços novos para a época, como colírios.
Televisão
Data: no início dos anos 50.
Abrangência territorial: Não podia competir com o rádio, mas tinha posição privilegiada na sala de visitas.
Comportamento: alcançar facilmente a emoção das pessoas com a união do som e a imagem.
Ações de Marketing: agências de propaganda e publicidade participavam ativamente da criação e da produção de certos programas, como as novelas, por exemplo.
Internet
Data: desde o surgimento da televisão até 40 anos depois, no final dos anos 80 nada foi criado de tão impactante.
Abrangência territorial: convergência + fragmentação + combinação em território mundial dos demais meios.
Comportamento: conectividade, transmissão, e-commerce, informação instantânea, plataformas multimídias... Consumidores transformaram-se em produtores de conteúdo e emissão de mensagens.
Nesse contexto, as pessoas se surpreendem menos, não precisam mais parar para ouvir, ler e conhecer. Criam e recriam suas rotinas com a facilidade da tecnologia e da web.
Ações de Marketing: comunicação bilateral, relacionamento on/off, ações digitais e de interatividade, gerenciamento do conteúdo por parte das marcas, monitoramento de buzz gerado por seus consumidores...
“Não se trata mais de falar para as pessoas, pensando nelas como plateia ou audiência. É absolutamente necessário realizar negócios dentro da lei, é claro. Mas também segundo códigos – cada vez mais estreitos – de cidadania, inclusão social e respeito ao meio ambiente e à diversidade de opiniões e estilos de vida” Página 58
Referência das anotações: CASTELAR, Mario. O marketing da nova geração: como competir em um mundo globalizado e interconectado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. ISBN: 978-85-352-2564-8 | E-book
Vídeo sobre liberdade, comunicação e política para complementar o assunto: Confira: Levante sua voz.
É extenso, mas vale o esforço. Mesmo sem citar a internet, o vídeo que é de 3 anos atrás cabe bem nas discussões atuais sobre as emissoras.
Possíveis causas das mudanças da comunicação:
1. A circulação rápida da informação (empresas podem dar retornos mais rápidos, aprofundar informações das embalagens, consumidor/clientes trocando informações com a marca e entre eles)
2. A maior organização da sociedade (Conar, CDC, consumidor tem autonomia)
3. Pessoas falando umas com as outras (por bem ou por mal)
Atuação da empresa nas diferentes dimensões:
- como organização: cumprindo as leis, respeitando os costumes, o meio ambiente e a cultura
- como produtora: fabricando produtos segundo os mais exigentes padrões de qualidade;
- como marca: integrando-se à cultura e patrocinando relações construtivas com todos os segmentos da sociedade.
Página 6
"De um modo geral, cada integrante dessas organizações, por sua vez, tem ou pode ter também a sua rede, o que aumenta substancialmente a capacidade individual de disseminação de fatos, opiniões e notícias e sugere que repensemos tanto a relação dessas pessoas com os meios de comunicação quanto com as marcas e corporações."
Página 7
No final do século XX, o relacionamento entre pessoa física e as marcas se estreitou com o intermédio da tecnologia. Organização social. Responsabilidade social. Empresa cidadã. Agora, no século XXI isso já está desgastado e novas oportunidades precisam ser examinadas para desatar os nós dessa grande rede.
Páginas 10-11
Resumo das características sobre os meios mais influentes
Rádio
Data: nos anos 30, 40 e início dos anos 50.
Abrangência territorial: nacional, pela maioria ser analfabeta e os outros meios de comunicações existentes serem restritos a leitura. Meio de comunicação instantânea. Jornal, revista e cinema eram complementares. Revista era o único meio impresso que não era local, por trabalhar com conteúdos no lugar de notícias do cotidiano.
Comportamento: famílias se reuniam para escutar. Primeiro meio de comunicação individual, após a chegada do transistor e da televisão.
Ações de Marketing: marcas usavam para ensinar como utilizar e usufruir produtos e serviços novos para a época, como colírios.
Televisão
Data: no início dos anos 50.
Abrangência territorial: Não podia competir com o rádio, mas tinha posição privilegiada na sala de visitas.
Comportamento: alcançar facilmente a emoção das pessoas com a união do som e a imagem.
Ações de Marketing: agências de propaganda e publicidade participavam ativamente da criação e da produção de certos programas, como as novelas, por exemplo.
Internet
Data: desde o surgimento da televisão até 40 anos depois, no final dos anos 80 nada foi criado de tão impactante.
Abrangência territorial: convergência + fragmentação + combinação em território mundial dos demais meios.
Comportamento: conectividade, transmissão, e-commerce, informação instantânea, plataformas multimídias... Consumidores transformaram-se em produtores de conteúdo e emissão de mensagens.
Nesse contexto, as pessoas se surpreendem menos, não precisam mais parar para ouvir, ler e conhecer. Criam e recriam suas rotinas com a facilidade da tecnologia e da web.
Ações de Marketing: comunicação bilateral, relacionamento on/off, ações digitais e de interatividade, gerenciamento do conteúdo por parte das marcas, monitoramento de buzz gerado por seus consumidores...
“Não se trata mais de falar para as pessoas, pensando nelas como plateia ou audiência. É absolutamente necessário realizar negócios dentro da lei, é claro. Mas também segundo códigos – cada vez mais estreitos – de cidadania, inclusão social e respeito ao meio ambiente e à diversidade de opiniões e estilos de vida” Página 58
Referência das anotações: CASTELAR, Mario. O marketing da nova geração: como competir em um mundo globalizado e interconectado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. ISBN: 978-85-352-2564-8 | E-book
Vídeo sobre liberdade, comunicação e política para complementar o assunto: Confira: Levante sua voz.
É extenso, mas vale o esforço. Mesmo sem citar a internet, o vídeo que é de 3 anos atrás cabe bem nas discussões atuais sobre as emissoras.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Buzz: a chave de tudo é a autenticidade!
Alguns assuntos já protagonizaram o Top Trends do Twitter, comentários e compartilhamentos no Facebook, temas para Tumblr e afins em 2013. Desde assuntos mais pertinentes, como a tragédia em Santa Maria até a estreia de Gugu Liberato no Instagram.
Existe uma infinidade de razões que explica o que torna um fato ou uma personagem em viral ou protagonista de um buzz por curto, médio ou longo prazos. O conceito a seguir pode explicar:
“O buzz existe desde que as pessoas começaram a partilhar ideias. Trata-se do efeito boca a boca, da transferência de informação pelas redes sociais. Pode acontecer espontaneamente, sem o estímulo do homem de marketing ou de outra pessoa qualquer. [...] A chave de tudo é a autenticidade!” (O'REILLY, A.; MATATHIA, I. SALZMAN M. 2011. p. 8.)
Alguns parâmetros me assustam, a foto postada por Gugu no dia 24/01 alcançou um buzz intenso e foi parar no Top Trends internacional do Twitter e sua conta conquistou mais de 2,7 mil seguidores, na mesma tarde.
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| "A pedidos (3, no máximo), uma foto mais descontraída" - legenda da foto no Instagram |
A tragédia em Santa Maria foi assunto por mais de cinco dias seguidos no Twitter e Facebook. Se no caso da foto do Gugu os comentários eram piadistas, o contrário aconteceu por maioria em relação à tragédia. Comunidades e fóruns organizados por internautas foram criados para mobilizar pessoas em prol da causa de prestar auxílio aos parentes e envolvidos.
A entrevista de Silas Malafaia aconteceu na noite de domingo (03/02), durante o programa De Frente com Gabi, e até o momento da postagem (06/02) ainda é protagonista de muitos e muitos comentários nas redes sociais. Malafaia é um dos pastores mais ricos do Brasil, líder de Igreja Evangélica, combate a homossexualidade e o aborto. A autenticidade da entrevista e da opinião de Silas gerou um debate entre aqueles que são favor e aqueles que discordam através dos meios sociais. O Twitter, Facebook e o Tumblr, por exemplo, foram as redes que mais popularizaram o debate. No Twitter e Facebook facilmente encontra-se postagens e links de blogs apoiando ou contrariando as afirmações do pastor, no Tumblr um dos perfis criados dissemina os dados contraditórios trazidos por Silas.
Além das manifestações linkando o vídeo da entrevista, o Doutorando em genética Eli Vieira postou um vídeo resposta com argumentos científicos que confrontam os dados que o pastor trouxe na entrevista:
Vídeo da entrevista com Maria Gabriela
Vídeo de resposta do cientista Eli Vieira
Registros de Tweets debatendo sobre o assunto
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| Silas Mafalaia no Top Trends do Twitter (BR) entre os dias 03 e 06/02 |
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| Sequência de Tweets apoiando e confrontando as opiniões de Malafaia |
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| Postagens de Silas Malafaia no perfil oficial no Twitter |
Prints realizados no dia 05/02, às 17 horas
O caso de Malafaia é um exemplo do que acontece na vida offline e acaba sendo ilustrado e discutido na rede onnline, atingindo milhões de usuários em questão de momentos por horas ou dias. O inusitado acaba tomando proporções imensuráveis, enquanto que o espontâneo conquista o que marcas investem milhões para atingir seu público com anúncios ou comerciais virais. Em alguns casos até conseguem, ou quando realmente existiu uma pesquisa e uma estratégia ou quando o analista de mídia social publicou postagens ofensivas aos seguidores dos perfis e o efeito foi o contrário...
Diversos blogs que apoiam a causa homossexual ou a religião pregada por Silas opinaram sobre a entrevista e o posicionamento do pastor. Até o VJ da MTV PC Siqueira, dando mais repercussão ao assunto:
Alguns dos comentários: "não vi a entrevista, todos estão falando, vou assistir..." - esse é o sentido.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
É ou não é?!
Na volta do feriadão mais esperado por todos não poderíamos descartar e não usar a favor de nosso status social tudo aquilo que vivenciamos e todas as experiências positivas, não é?! (faltaram algumas vírgulas nessa frase, você, leitor, pause quando esgotar o seu fôlego)
O que fazemos durante tantos dias de folia?!
Sambar?
Ir a uma praia?
Na serra?

Ficar em casa?
Vai dizer que não é assim que você faz parecer?!
Bem, o que fazemos durante esse período é relevante para nós, não para os outros. Mas, quando voltamos a realidade tudo se transforma em conteúdo de exibicionismo, em tempo real ou pós-feriadão. Experiências únicas ou do cotidiano quando exibidas influenciam o conceito daqueles que estão inclusos no círculo social. Puro marketing pessoal. Vai de cada um se posicionar conforme sua personalidade e princípios. Alguns potencializam para mais, outros apenas compartilham.
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Quando seu nickname for descartável!
Após as impressoras 3D do último post e ao visualizar o infográfico que exemplifica o processo de um conteúdo que torna-se viral, do @vini_pinto, algo me indagou a escrever.
O material do infográfico super beleza e bacana, mas o que me chamou atenção é a forma que ele se apresenta e gentilmente também sua namorada, a tal de @samara_arruda. Não há nada de errado no nome da moça ou na apresentação...
Na sociedade em que vivemos aqueles que se comunicam através de palavras, audição e dicção se nomeiam entre si nos cartórios e aos poucos, conforme seus hábitos e personalidade, vão adquirindo apelidos. Entre os surdos e mudos torna-se mais prático identificar cada qual com um gesto específico, como um apelido, por exemplo.
No meio digital, globalizado e informatizado que estamos nos inserindo, ou estão nos inserindo, será possível que daqui a 30 anos ou "x anos", seremos identificados com _ @ - . abreviações e possuiremos o poder de ir até nossas configurações e trocarmos o que ainda, para nós meros mortais do século XXI, é o que temos de mais valioso: o nome?!
Participei de uma palestra cujo título explica-se por si só "Vendendo e se relacionando com clientes no mercado competitivo e marcado por mudanças". Comecei a escrever esse post ontem (23/01) e durante alguns momentos da palestra quando assuntos relacionados a informação, tecnologia, mudanças, velocidade, tendência, interatividade para substituir a comunicação, esse breve pensamento me veio a tona novamente - como uma metáfora. Claro que não seremos compostos por configurações eletrônicas (ou sim?) e nem mesmo o nosso documento de identificação será substituído em tão pouco tempo (30 anos é pouco tempo, certo?!). Fica entre meus pensamentos e quem ler: como as marcas nos perceberão no futuro? Elas ou nós seremos descartáveis como um nickname do twitter? Qual a experiência que as mesmas nos proporcionarão? Nós amaremos elas mais ou menos?
O material do infográfico super beleza e bacana, mas o que me chamou atenção é a forma que ele se apresenta e gentilmente também sua namorada, a tal de @samara_arruda. Não há nada de errado no nome da moça ou na apresentação...
Na sociedade em que vivemos aqueles que se comunicam através de palavras, audição e dicção se nomeiam entre si nos cartórios e aos poucos, conforme seus hábitos e personalidade, vão adquirindo apelidos. Entre os surdos e mudos torna-se mais prático identificar cada qual com um gesto específico, como um apelido, por exemplo.
No meio digital, globalizado e informatizado que estamos nos inserindo, ou estão nos inserindo, será possível que daqui a 30 anos ou "x anos", seremos identificados com _ @ - . abreviações e possuiremos o poder de ir até nossas configurações e trocarmos o que ainda, para nós meros mortais do século XXI, é o que temos de mais valioso: o nome?!
Participei de uma palestra cujo título explica-se por si só "Vendendo e se relacionando com clientes no mercado competitivo e marcado por mudanças". Comecei a escrever esse post ontem (23/01) e durante alguns momentos da palestra quando assuntos relacionados a informação, tecnologia, mudanças, velocidade, tendência, interatividade para substituir a comunicação, esse breve pensamento me veio a tona novamente - como uma metáfora. Claro que não seremos compostos por configurações eletrônicas (ou sim?) e nem mesmo o nosso documento de identificação será substituído em tão pouco tempo (30 anos é pouco tempo, certo?!). Fica entre meus pensamentos e quem ler: como as marcas nos perceberão no futuro? Elas ou nós seremos descartáveis como um nickname do twitter? Qual a experiência que as mesmas nos proporcionarão? Nós amaremos elas mais ou menos?
E aí quando todos os produtos possuírem as mesmas características, funções, vantagens e benefícios, será, ainda mais, o relacionamento e as experiências os diferenciais. A única ferramenta que poderá ser ajustada a este novo contexto é o humano - ele com o auxílio da tecnologia que está ao seu favor, seus CRMs, banco de dados, plataformas digitais de dados, etc.
Seguimos com nosso endomarketing e marketing de relacionamento, meus grandes amigos de conversa, rsrs.
Conto com a compreensão do Vinícius Pinto, sua namorada e agradeço pela fonte de inspiração espontânea, abraço!!
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