Fantasia: invenção, criatividade e imaginação na comunicação visual de Bruno Munari instiga as possíveis descobertas que podemos provocar em nosso cérebro.
A seguir, trechos sobre as técnicas que podemos utilizar para encontrar conexões ainda não realizadas entre elementos, coisas e objetos.
A fantasia, a invenção, a criatividade pensam, a imaginação vê.
Mostrando postagens com marcador propaganda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador propaganda. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
Quentinha de New York | NRF | Converse Made by You
O sócio-diretor da GS&BW, empresa especializada em Marketing de Varejo e Shopping Center, Luiz Alberto Marinho trouxe informações quentinhas da 104ª edição da NRF, que aconteceu entre os dias 11 e 14 de janeiro/2015, durante palestra promovida pelo Shopping Iguatemi no dia 04 de março.O Big Show é organizado pela Federação Nacional de Varejo dos Estados Unidos, sendo o maior evento de Varejo no mundo.
95% das vendas passarão por lojas físicas!
Mas elas não estavam no túnel da morte?
domingo, 5 de outubro de 2014
Estamos Cegos - Jürgen Klaric
“Este livro tem três partes: aborda os erros mais comuns dos profissionais de marketing, o motivo pelo qual estamos tão cegos e cometemos tantos erros e os dez melhores princípios para abrir os olhos e inovar sem falhar tanto.” - segunda orelha de página
A leitura deste livro foi incentivada na disciplina de Atendimento em PP do meu Curso de PP na Unisinos.
A seguir, estão registradas as principais anotações realizadas durante a leitura, bem como os grifos realizados das páginas.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Gerenciamento de Contas - Edmundo Brandão Dantas

Neste post estarão registradas anotações e reflexões a partir da leitura do livro Gerenciamento de Contas: Uma abordagem aplicada a agências de Comunicação Publicitária, de Edmundo Brandão Dantas.
É uma ótima leitura para compreender sobre o atual papel do profissional de atendimento e a visão de "cliente" sobre o funcionamento das agências.
1 Gestão, gerenciamento e management
Neste capítulo, o autor dialogou sobre o significado de cada uma das três palavras. O consenso é de que ambas tem o mesmo significado e que "para obter ótimos resultados no mundo atual, e mesmo para conseguir bons resultados, todos precisam aprender a pensar como gerentes." P. 6
"O que importa, de fato, é saber administrar, utilizando corretamente as funções administrativas: planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar." P. 8
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Anúncios impressos de 1961
No dia 05 de abril é comemorado a data de emancipação de Novo Hamburgo.
A IENH - Unidade Fundação Evangélica recebeu Martin Behrend para falar aos alunos sobre a data e as experiências de sua vida. O jornalista é descendente dos fundadores do primeiro jornal de Novo Hamburgo, O 5 de Abril.
Durante sua passagem pela Instituição, Martin mostrou alguns exemplares do periódico e o que mais me chamou a atenção são as características dos anúncios.
Seguem alguns registros:
sábado, 12 de outubro de 2013
Branding e os 4 Es de Marketing
Nesta postagem conhecemos alguns fatores determinantes para o crescimento do marketing no século XX e alguns cases, nesta postagem informações sobre os anos 50, 60 e 70, nesta conceitos e informações sobre os anos 80, e nesta a introdução do branding nas estratégias de marketing nos anos 90 e século XXI.
Seguem anotações finais sobre o que o autor define para o branding e estratégias atuais.
As finalidades de marketing e branding: vendas e valor.
"Revelar o verdadeiro valor de um serviço que sirva para necessidades/desejos do cliente.
"Quem quiser vender uma furadeira precisa compreender que ninguém compra uma furadeira e sim a possibilidade de fazer furos de determinados diâmetros". Portanto, é importante que se dê mais cuidados às brocas e aos diâmetros."
As vendas, o valor e a marca que é defendida pelo mais precioso cargo, devem ser fatores entendidos por todos da empresa.
Se a empresa não é líder, ela não deve se diferenciar pelo preço baixo e sim pela percepção da marca. Já que sabemos que reposicionar a marca é trabalho redobrado e em muitas das vezes ineficiente. Portanto, investir em publicidade pura e constante é um caminho válido.
As tarefas de marekting: os 4Ps
Servem para fazer e controlar fatores. Também são uma oportunidade de se diferenciar dos concorrentes ao exercê-los. O autor do livro mostrou que este conceito era geocêntrico.
- Produto: é preciso uma estratégia, um mix ou um portfólio de produto competitivo.
- Preço: ter o preço equivalente à média do mercado se o produto for superior e, assim, ter a melhor relação custo x benefício.
- Praça: o ponto ou espaços nas gôndolas são as dificuldades enfrentadas pelos fabricantes, pois isso custa muito para aqueles que não possuem marcas fortes e sem poder de negociação com o varejo. O autor do livro agrega a esse "P" um "C" - conveniência. Para que empresas se adaptem mais a seus clientes, sendo mais flexíveis, como o e-commerce que atende 24 horas, prático e econômico de tempo.
- Promoção: em termos publicitários, as empresas precisam ter: força (poder de investimento) e inteligência (poder de construir uma estratégia e mensagem).
Propaganda não é apenas divulgar, como era nos anos 40, 50 e 60. Nem diferenciar pela criatividade publicitária, como nos anos 70 e 80. O novo e maior objetivo é criar desejabilidade no consumidor e no canal (utilizando todas as informações e conceitos adequados ao contexto atual). Assim, criar valor para a marca e valor para o négocio -> 4Es.
O consumidor compra por 3 razões: funcionais (o cliente deseja um produto que faça algo por ele. A cola que cole. A propaganda, neste caso, não agrega valor, apenas anuncia o que o vendedor necessita. Não há muita oportunidade de aproximação ao cliente); emocionais (propaganda agrega valor em detrimento das outras. Então o cliente passa a preferir uma marca pela emoção e experiência) ou sociais (ela já tem um papel incrivelmente valioso, pois está criando pressão de demanda e criando condições para venda em preços mais altos = margem e lucros expressivos para o fabricante).
O autor do livro comenta que "C" desse "P" é de comunicação, o cliente quando se expressa é algo que deve valer como uma informação de altíssimo valor para as empresas, e essas devem fazer com que o consumidor se expresse.
Agora os conceitos refeitos tem função de tornar tudo mais prático. Para demonstrar foi usado com representação um desenho similar a um alvo.
1º círculo/central: círculo dos finalidades do marketing e do branding - venda (prazo curto e reconhecimento imediato) e o valor (prazo longo, brand equity, atribuído pelo cliente, atratividade para mais vendas).
2º círculo maior: das tarefas do marketing e de branding - os 4Ps, gerência.
3º círculo: os 4Es (entusiasmar funcionários, encantar clientes, enlouquecer concorrentes, enriquecer a todos)
Os 4E's são os responsáveis por está função, do "terceiro círculo": criar visão, significado, valor (executado pela comunicação) e programadas para os 4 Ps.
1º E: Entusiasmar funcionários
Relacionado aos conceitos de endomarketing
- treinamento e incentivo da equipe de profissionais;
- comunicação interna, desde o simples jornalzinho interno até programas de ambientação, celebração e intranet;
- se estão harmonizados com a filosofia da empresa ou no atendimento fidelizado.
2º E: Encantar clientes finais e intermediários - a segunda responsabilidade do marketing e branding
Os clientes que tem a sua empresa, produto ou serviço.
- focar e escolher o público, pois não é possível encantar todos.
Os clientes finais (físicos ou jurídicos) se estão insatisfeitos apenas mudam de marca.
Os clientes intermediários precisam obter lucros, premiações, recompensas, crédito, etc... Para eles há uma área especializada de relacionamento, o trade marketing.
Bom produto + bom preço + excelente propaganda = desejabilidade do cliente por seu produto.
3º E: Enlouquecer os concorrentes
A concorrência é um dos motivos para visar crescer e atualizar seus produtos e serviços. Se seu produto estiver perdendo mercado crie um concorrente, melhor e mais barato - antes que a concorrência faça isso.
Monitorar os concorrentes e se eles tiverem enlouquecidos é porque sua marca atingiu um marketing e branding expressivos.
4º E: Enriquecer a todos
Os diretores devem enriquecer os acionistas e os funcionários, com os bons resultados. Devem também enriquecer os clientes, com algo valioso. E, por fim, enriquecer a sociedade entregando valor e inovação e pagando tributos justos.
Branding e Marketing são dois conceitos que se fundem na visão interna e a visão externa.
Esse conceito reformulado para um novo contexto abrange o que se sabe de marketing com o que o mercado pede - gerência interna e atenção ao ambiente externo. Já que vários produtos são similares pelo mundo, o que os diferencia é a própria originalidade, identidade da empresa/marca, a atenção dada ao pública alvo e percepção das tendências.
Para criar novas marcas é preciso criar uma nova categoria na mente das pessoas.
Exemplos: Kodak: papel - antigo | Sony: eletrônico - novo
Portanto, volume publicitário e pontos de distribuição são algumas das formas possíveis de conquistar espaço na mente das pessoas.
Posts relacionados ao livro Os 4 Es de Marketing e Branding
A comunicação no século XX
Anos 50, 60 e 70
Anos 80
Crescimento do branding e os 4 Es
Fonte das informações: Os 4 Es de Marketing e Branding - Robert F. Lauterborn, Augusto Nascimento
ANOS 80 - Os 4 Es de Marketing e Branding
Nesta postagem conhecemos alguns fatores determinantes para o crescimento do marketing no século XX e alguns cases, e nesta postagem informações sobre os anos 50, 60 e 70. A seguir seguem alguns conceitos e informações sobre os anos 80.
O conceito de marketing de produto começou a envelhecer nos anos 80. Ogilvy afirma: "Cada anúncio é um investimento na imagem da marca, a longo prazo". Neste período, publicitários e marketeiros passaram a cuidar com mais intensidade da imagem de marcas.
Nesta etapa da história, existiam duas linhas de pensamento e de posicionamento: uma que rezava um único produto por marca e a oposta, que rezava uma extensão de produtos com o mesmo significado.
Hoje sabemos que os produtos e serviços quando proporcionam uma experiência marcam mais. Como a Coca-Cola que transmite em sua mensagem e experiências a felicidade, seja bebendo a sua bebida ou comprando uma vestimenta, a essência e o significado são os mesmos.
Richers lançou o conceito dos 4A's: análise, adaptação, ativação e avaliação. Um conceito ainda centrado no produto, porém mais atualizado. Richers era brasileiro e foi visto como assassino de algo sagrado para americanos, os 4P's. Nem no Brasil os 4A's foram adotados, pois os próprios brasileiros eram míopes para inovações e desacreditavam que alguém do submundo, seria capaz de superar os idolatrados americanos.
Nos anos 80, a Pepsi ganhou mercado. A Coca-Cola conquistava tudo em dobro: pontos-de-venda, investimento em publicidade, comandava a distribuição. Para isso, a Pepsi lançou uma propaganda mostrando que os consumidores preferiam o seu produto. A Coca-Cola concluiu que precisava fazer uma pesquisa de mercado para analisar se o problema era mesmo no produto, já que o restante parecia bem. Gastaram US$ 4 milhões em um teste cego, com a Pepsi, a Coca-Cola e uma cola mais doce (parecida com a Pepsi).
A preferência foi no sabor mais doce. New Coke estava lançada, anulando e substituindo a Coca-Cola tradicional. O que fez com que clientes fizessem passeatas, ligassem pedindo a tradicional Coca-Cola e afins. Coca-Cola Classic estava lançada.
Os 80's era uma geração de inovação, o que a Pepsi percebeu muito bem e a Coca-Cola precisou rever seu posicionamento sobre a cultura da marca. A Pespsi usava Michael Jackson que estava fazendo sucesso com a massa, enquanto a Coca-Cola usava Júlio Iglesias. Assim, a Coca-Cola teve certeza e percepção do que representava a experiência que proporcionava, lançando mais adiante diversos produtos ligados na mesa simbologia.
A Coca conseguiu retomar com seu espaço por ser mais forte nesses pontos: tradição, distribuição, alianças mais fortes com engarrafadores e outros itens.
O novo presidente Roberto Goizueta percebeu uma tendência: a Coca tinha pouca importância entre os líquidos bebidos na vida das pessoas; antes da Coca havia o café, o leite, a água e o chá.
Posts relacionados ao livro Os 4 Es de Marketing e Branding
A comunicação no século XX
Anos 50, 60 e 70
Anos 80
Crescimento do branding e os 4 Es
Posts relacionados ao livro Os 4 Es de Marketing e Branding
A comunicação no século XX
Anos 50, 60 e 70
Anos 80
Crescimento do branding e os 4 Es
Fonte das informações: Os 4 Es de Marketing e Branding - Robert F. Lauterborn, Augusto Nascimento
ANOS 50, 60 E 70 - Os 4 Es de Marketing e Branding
Nesta postagem conhecemos alguns fatores determinantes para o crescimento do marketing no século XX e alguns cases. A seguir seguem alguns conceitos e informações sobre os anos 50, 60 e 70.
Nos anos 50, 60 e 70 surgiram os escritores, defensores e teorizadores quanto a gestão de marketing. Depois de Peter Ducker e Eugene Jerome, MC Carthy definiu o conceito. Criou os 4P's (produto, preço, praça e promoção). Após Philip Kother lançou "Administração de Marketing, análise, planejamento e controle" - aprofundando os 4P's, tanto que é confundido como o criador deles.
- Peter Ducker: "O sucesso de uma empresa é determinado pelo lado de fora da empresa, é quem de fato define qual é o negócio de uma empresa e não as suas decisões internas"
- 1963: David Ogilvy lançou o livro "Confissões de um publicitário", criou regras simples para sistematizar o processo de realizar uma propaganda
- 1969: Al Ries e Jack Trout: termo posicionamento
- 1972: A Era do Posicionamento
- 1973: Peter Ducker: "Administração - tarefas, responsabilidades e práticas"
Novas ideias, Novos Hábitos e conhecimento
Você diz que você quer uma revolução
Bem, você sabe..
Todos nós queremos mudar o mundo
Você me diz que isso é uma evolução
Bem, você sabe
Todos nós queremos mudar o mundo
Mas quando você fala em destruição,
Você não sabe que pode contar comigo?
Você não sabe que vai acabar tudo bem?
Tudo bem.. tudo bem...
(The Beatles - Revolution)
Este trecho expressa a época de novas ideias e novos hábitos, revolução juvenil, livros, teorias, mudanças sociais de impacto gigantesco - 50, 60 e 70's...
O desejo das mulheres de sair de casa para trabalhar e ter sua vida abriu um leque de necessidades para serem supridas dentro do lar - já que a pessoa que exercia e controlava tudo estava menos presente. Mc Donald's e fast-food nasceram no varejo para suprir a necessidade de se alimentar.
1ª metade do séc XX: produtos industrializados
2ª metade do séc XX: varejistas e os prestadores de serviço
Posicionamento
O posicionamento para Al Ries e Jack Trout era algo que direcionava e fixava uma ideia na mente dos consumidores sobre uma marca, para isso utilizaram a propaganda de alto impacto. Afirmaram que uma marca não podia significar muitas coisas e itens, apenas um; e assim conquistar um lugar único em seu segmento do produto. Os opositores continuaram tendo uma linha extensiva, indo além de um produto.
O termo posicionamento poderia ser usado como uma estratégia, não só na comunicação. É equívoco afirmar que se pode anunciar algo apenas para posicionar e ser falso; se deve posicionar a marca em relação aos seus competidores. Isto porque se a concorrência mudar sua posição, a sua empresa pode sofrer modificações - competitividade.
Nos anos 70, normas e regras para o design da marca e padronização de identidade corporativa começaram a ser criadas.
Ainda há marcas que são gerenciadas por pessoas que não estão abertos para a inovação - normas: Corporate Design.
Theodore Levitt publicou na época: "Miopia em Marketing", mostrando que as empresas visavam apenas o produto o mercado/necessidade dos clientes. Vendo negócio de dentro pra fora e não de fora pra dentro.
Posts relacionados ao livro Os 4 Es de Marketing e Branding
Crescimento do branding e os 4 EsSÉCULO XX - Os 4 Es de Marketing e Branding
Século XX: o século do Marketing, da Propaganda e o nascimento do atual conceito de branding.
Alguns fatores determinantes:
- De 1900 a 1950, a Europa tinha uma realidade de baixa mobilidade social, portanto cidadãos começaram a vir empreender na América, tornando-a o maior mercado de consumo.
- Início da exploração de técnicas de estudo de mercado.
- Invenção do Ford T, o primeiro carro destinado ao público de massa.
- Um novo segmento de mercado surgia: a classe média/massa. Adaptou-se o método de fabricação de produtos para esse público; os trabalhos artesanais foram substituídos por métodos já utilizados pela Sears.
Com a 1ª Guerra Mundial, o comércio americano se expandiu pela Europa. A concorrência que fabricantes encontraram despertou a invenção de marcas-fantasias. Mais tarde perceberam a relação entre fabricar e comercializar - gerenciando o produto (planejando e desenvolvendo o produto), cuidados como: território de venda, seleção de agência e aprovação da propaganda e promoção, estudo e melhoria das embalagens, merchandising foram explorados. Táticas utilizadas nos anos 30 e 40, foram relatadas em livros que se basearam nesses casos. Assim, livros e teses foram escritas em cima de muita tática.
P&G e GM foram as primeiras empresas a implantar esse sistema.
A comunicação do século XX
Após o início da utilização de marcas-fantasias, passou-se a utilizar o rádio como agente propaganda. Na época, atingia a massa e toda a família (superava o jornal que era acessível apenas para alfabetizados). Com isso, surgiram os primeiros jingles.
Logo os cinemas levaram produtos de bebidas e cigarro para o mundo inteiro. Após, os desenhos animados e os personagens-marcas. Exemplos: Disney e comerciais gravados ou ao vivo.
O reflexo da 2ª Guerra Mundial na comunicação do século XX
O case Ford x GM e o marketing moderno do século XX
Posts relacionados ao livro Os 4 Es de Marketing e Branding
A comunicação no século XX
Anos 50, 60 e 70
Anos 80
Crescimento do branding e os 4 Es
O período da 2ª Guerra Mundial fez com que os EUA (um dos envolvidos na Guerra) se especializasse em produtos e recebesse a estudos inteligentes e dinheiro da Europa. Após a 2ª G.M., EUA e Europa passaram a produzir produtos e conheceram o que é a concorrência. Portanto, passaram estudar o mercado, procurar por garantias de quantificação - estratégias mais baratas e menos arriscadas.
Assim, surgiu a palavra marketing, com a avaliação do cenário empresarial + criação de modelo de gerência do produto. Comerciantes procuraram estabelecer uma rede/gama de produtos que fabricavam, substituindo o centro de produção de um lado e vendas do outro.
Até o passar da metade do século XX praticar o marketing era necessário, era apenas um diferencial que impulsionava as vendas, mesmo que se não fizesse atingiria a massa produzindo com qualidade e consequentemente seria reconhecido por isso.
O case Ford x GM e o marketing moderno do século XX
Com a união de pequenos fabricantes de carros formou-se a GM para combater a Ford - que insistia em vender apenas carros pretos para economizar. A GM fez diferente: encantou os já enjoados do preto com as cores: vermelha para os bombeiros, branco para as ambulâncias e demais cores para os carros da massa.
Ford x GM = 1º episódio do Marketing Moderno.
Logo, as fábricas supriram a necessidade dos imóveis e perceberam novos segmentos, criando características e definições para cada tipo/grupo/arquético de clientes. A primeira segmentação feita foi: duráveis, semi-duráveis e os bens de conveniência.
Ducker foi CEO da GM e revolucionou a maneira de administrar. A General Motors apresentava um leque de marcas para os diferentes estágios da vida de cada consumidor - Conceito de LTV (lifetime value).
As duas seguintes invenções da Era Industrial foram os shoppings e os supermercados. Trazendo mais importância para as embalagens, PDV's e merchandising.
Posts relacionados ao livro Os 4 Es de Marketing e Branding
A comunicação no século XX
Anos 50, 60 e 70
Anos 80
Crescimento do branding e os 4 Es
Fonte das informações: Os 4 Es de Marketing e Branding - Robert F. Lauterborn, Augusto Nascimento
domingo, 7 de julho de 2013
O Marketing da Nova Geração: Como competir em um mundo globalizado e interconectado [anotações]
Livro que recentemente li e, com a força do hábito, registrei algumas anotações. Parte delas estão aqui para serem compartilhadas com quem já leu ou para quem ainda não conhece o autor, o assunto ou o livro.
Possíveis causas das mudanças da comunicação:
1. A circulação rápida da informação (empresas podem dar retornos mais rápidos, aprofundar informações das embalagens, consumidor/clientes trocando informações com a marca e entre eles)
2. A maior organização da sociedade (Conar, CDC, consumidor tem autonomia)
3. Pessoas falando umas com as outras (por bem ou por mal)
Atuação da empresa nas diferentes dimensões:
- como organização: cumprindo as leis, respeitando os costumes, o meio ambiente e a cultura
- como produtora: fabricando produtos segundo os mais exigentes padrões de qualidade;
- como marca: integrando-se à cultura e patrocinando relações construtivas com todos os segmentos da sociedade.
Página 6
"De um modo geral, cada integrante dessas organizações, por sua vez, tem ou pode ter também a sua rede, o que aumenta substancialmente a capacidade individual de disseminação de fatos, opiniões e notícias e sugere que repensemos tanto a relação dessas pessoas com os meios de comunicação quanto com as marcas e corporações."
Página 7
No final do século XX, o relacionamento entre pessoa física e as marcas se estreitou com o intermédio da tecnologia. Organização social. Responsabilidade social. Empresa cidadã. Agora, no século XXI isso já está desgastado e novas oportunidades precisam ser examinadas para desatar os nós dessa grande rede.
Páginas 10-11
Resumo das características sobre os meios mais influentes
Rádio
Data: nos anos 30, 40 e início dos anos 50.
Abrangência territorial: nacional, pela maioria ser analfabeta e os outros meios de comunicações existentes serem restritos a leitura. Meio de comunicação instantânea. Jornal, revista e cinema eram complementares. Revista era o único meio impresso que não era local, por trabalhar com conteúdos no lugar de notícias do cotidiano.
Comportamento: famílias se reuniam para escutar. Primeiro meio de comunicação individual, após a chegada do transistor e da televisão.
Ações de Marketing: marcas usavam para ensinar como utilizar e usufruir produtos e serviços novos para a época, como colírios.
Televisão
Data: no início dos anos 50.
Abrangência territorial: Não podia competir com o rádio, mas tinha posição privilegiada na sala de visitas.
Comportamento: alcançar facilmente a emoção das pessoas com a união do som e a imagem.
Ações de Marketing: agências de propaganda e publicidade participavam ativamente da criação e da produção de certos programas, como as novelas, por exemplo.
Internet
Data: desde o surgimento da televisão até 40 anos depois, no final dos anos 80 nada foi criado de tão impactante.
Abrangência territorial: convergência + fragmentação + combinação em território mundial dos demais meios.
Comportamento: conectividade, transmissão, e-commerce, informação instantânea, plataformas multimídias... Consumidores transformaram-se em produtores de conteúdo e emissão de mensagens.
Nesse contexto, as pessoas se surpreendem menos, não precisam mais parar para ouvir, ler e conhecer. Criam e recriam suas rotinas com a facilidade da tecnologia e da web.
Ações de Marketing: comunicação bilateral, relacionamento on/off, ações digitais e de interatividade, gerenciamento do conteúdo por parte das marcas, monitoramento de buzz gerado por seus consumidores...
“Não se trata mais de falar para as pessoas, pensando nelas como plateia ou audiência. É absolutamente necessário realizar negócios dentro da lei, é claro. Mas também segundo códigos – cada vez mais estreitos – de cidadania, inclusão social e respeito ao meio ambiente e à diversidade de opiniões e estilos de vida” Página 58
Referência das anotações: CASTELAR, Mario. O marketing da nova geração: como competir em um mundo globalizado e interconectado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. ISBN: 978-85-352-2564-8 | E-book
Vídeo sobre liberdade, comunicação e política para complementar o assunto: Confira: Levante sua voz.
É extenso, mas vale o esforço. Mesmo sem citar a internet, o vídeo que é de 3 anos atrás cabe bem nas discussões atuais sobre as emissoras.
Possíveis causas das mudanças da comunicação:
1. A circulação rápida da informação (empresas podem dar retornos mais rápidos, aprofundar informações das embalagens, consumidor/clientes trocando informações com a marca e entre eles)
2. A maior organização da sociedade (Conar, CDC, consumidor tem autonomia)
3. Pessoas falando umas com as outras (por bem ou por mal)
Atuação da empresa nas diferentes dimensões:
- como organização: cumprindo as leis, respeitando os costumes, o meio ambiente e a cultura
- como produtora: fabricando produtos segundo os mais exigentes padrões de qualidade;
- como marca: integrando-se à cultura e patrocinando relações construtivas com todos os segmentos da sociedade.
Página 6
"De um modo geral, cada integrante dessas organizações, por sua vez, tem ou pode ter também a sua rede, o que aumenta substancialmente a capacidade individual de disseminação de fatos, opiniões e notícias e sugere que repensemos tanto a relação dessas pessoas com os meios de comunicação quanto com as marcas e corporações."
Página 7
No final do século XX, o relacionamento entre pessoa física e as marcas se estreitou com o intermédio da tecnologia. Organização social. Responsabilidade social. Empresa cidadã. Agora, no século XXI isso já está desgastado e novas oportunidades precisam ser examinadas para desatar os nós dessa grande rede.
Páginas 10-11
Resumo das características sobre os meios mais influentes
Rádio
Data: nos anos 30, 40 e início dos anos 50.
Abrangência territorial: nacional, pela maioria ser analfabeta e os outros meios de comunicações existentes serem restritos a leitura. Meio de comunicação instantânea. Jornal, revista e cinema eram complementares. Revista era o único meio impresso que não era local, por trabalhar com conteúdos no lugar de notícias do cotidiano.
Comportamento: famílias se reuniam para escutar. Primeiro meio de comunicação individual, após a chegada do transistor e da televisão.
Ações de Marketing: marcas usavam para ensinar como utilizar e usufruir produtos e serviços novos para a época, como colírios.
Televisão
Data: no início dos anos 50.
Abrangência territorial: Não podia competir com o rádio, mas tinha posição privilegiada na sala de visitas.
Comportamento: alcançar facilmente a emoção das pessoas com a união do som e a imagem.
Ações de Marketing: agências de propaganda e publicidade participavam ativamente da criação e da produção de certos programas, como as novelas, por exemplo.
Internet
Data: desde o surgimento da televisão até 40 anos depois, no final dos anos 80 nada foi criado de tão impactante.
Abrangência territorial: convergência + fragmentação + combinação em território mundial dos demais meios.
Comportamento: conectividade, transmissão, e-commerce, informação instantânea, plataformas multimídias... Consumidores transformaram-se em produtores de conteúdo e emissão de mensagens.
Nesse contexto, as pessoas se surpreendem menos, não precisam mais parar para ouvir, ler e conhecer. Criam e recriam suas rotinas com a facilidade da tecnologia e da web.
Ações de Marketing: comunicação bilateral, relacionamento on/off, ações digitais e de interatividade, gerenciamento do conteúdo por parte das marcas, monitoramento de buzz gerado por seus consumidores...
“Não se trata mais de falar para as pessoas, pensando nelas como plateia ou audiência. É absolutamente necessário realizar negócios dentro da lei, é claro. Mas também segundo códigos – cada vez mais estreitos – de cidadania, inclusão social e respeito ao meio ambiente e à diversidade de opiniões e estilos de vida” Página 58
Referência das anotações: CASTELAR, Mario. O marketing da nova geração: como competir em um mundo globalizado e interconectado. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. ISBN: 978-85-352-2564-8 | E-book
Vídeo sobre liberdade, comunicação e política para complementar o assunto: Confira: Levante sua voz.
É extenso, mas vale o esforço. Mesmo sem citar a internet, o vídeo que é de 3 anos atrás cabe bem nas discussões atuais sobre as emissoras.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Isso não é coincidência!
Você passa meses e gasta alguns neurônios até encontrar o conceito ideal para o atual contexto do mercado em que sua marca atua.
E, então, na tão esperada época de campanhas, seus concorrentes iniciam a execução das estratégias...
...e todos percebem que um tal de inconsciente coletivo agiu sob todos os setores de comunicação e marketing da Região
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O ato: comunicar
Comunicar é a ação
que transmite uma mensagem do emissor ao receptor, seguido de um feedback. A
mesma pode ser consigo mesmo, integrada entre seres semelhantes ou culturas
distintas. O fator relevante é o de que o homem convive em uma sociedade
constituída por fatores que a constroem e os meios de comunicação que atuam
como ferramentas para essa metodologia alcançar o êxito. Sendo o homem o
responsável por abastecer e exercer a comunicação, existem diversos meios para
levar daqui para lá a mensagem, seja pelo som, imagem ou gestos. Brum (2010, p.
40) exprime o conceito de comunicação sendo ela a transferência
da informação de uma pessoa para a outra ou uma forma de repassar idéias,
pensamentos e valores.
A ciência da
comunicação quando vista sob a percepção mercadológica posiciona os
profissionais e estudantes da mesma em conflito para com os seus públicos
alvos, já que um produto e/ou serviço concorre com diversas outras marcas ou
possibilidades para satisfazer tal necessidade e desejo do consumidor, para
isso o produto e/ou serviço comercializado demanda de pesquisa, análise e
produção de mensagens coerentes com o que se oferta e originais o bastante para
marcar e propiciar uma experiência marcante no inconsciente do potencial
cliente.
Os produto e/ou
serviços que se comunicam com o seu consumidor de forma comum às outras
experiências do cotidiano possui mais chances de atingir com êxito o
inconsciente e o consciente, sendo recordado quando o mesmo sentir a
necessidade ou o desejo que corresponde à oferta do que se está vendendo. Ainda
mais, quando o produto e/ou serviço estão englobados em uma marca que se
relaciona com o seu público continuamente, pois assim as mensagens são
integradas mesmo que em suas diversas formas – verbais, escritas ou gestuais. A
seguir Kotler (2008, p. 359) exemplifica.
“Os
consumidores de hoje são bombardeados por mensagens comerciais de uma ampla
variedade de fontes. No entanto, eles não distinguem as fontes da mensagem do
mesmo modo que os profissionais de marketing. Na cabeça do consumidor, as mensagens
de propaganda apresentadas por mídias diferentes e abordagens promocionais
fazem parte de uma única mensagem sobre a empresa. Mensagens conflitantes
vindas dessas diferentes fontes podem resultar em posicionamento de marca,
relacionamentos com o cliente e imagens da empresa confusos.”
A comunicação visual tem sua
relevância por ampliar as possibilidades de abordar a sociedade, sejam elas
pelos signos, desenhos, pinturas, instalações, fotografias, logotipos, entre
outras; evidentes nós veículos mais comuns de se fazer a propaganda ou naqueles
mais inusitados da mídia externa (outdoor,
pontos de ônibus, audiotrans, busdoor, displays ecológicos, etc.). A distribuição das formas, harmonia das
cores e posicionamento dos veículos de mídias externas possuem uma relevância
extrema, já que uma mensagem aplicada em um outdoor,
por exemplo, é emitida para diversos públicos e a mesma mensagem deve atingir a
todos com um efeito semelhante e instantâneo, para isso os meios são elaborados
com a finalidade de serem comuns sem anular a originalidade e identidade da
marca.
Seres humanos posicionam-se perante a sociedade
agindo conforme sua personalidade, sendo um dos métodos mais marcantes o
visual. A sociedade é marcada por pré-conceitos que possibilitam, quando se
deparar com o novo já criar um conceito com base naquilo que já conhece, que já
marcou seu inconsciente e possui alguma relação com o “novo”. As marcas de
produtos e/ou serviços se posicionam mercadologicamente conforme a região em
que atuam, o perfil de seu público alvo e, também, visualmente. Para isso
elaboram sua Identidade Visual e a utilizam sempre que forem se comunicar com
algum possível receptor – essa insistência que projeta a marca. A partir disso,
é perceptível a importância dos aspectos visuais quando se tem um objetivo e a
possibilidade de recorrer a um designer inovador, diferenciado, clássico, etc.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Pessoas, processos e marketing de relacionamento
1. O relacionamento dos colaboradores com a marca, com o público alvo e os processos organizacionais
Embora muitas empresas carecem do suporte das agências de propaganda e publicidade, é a participação dos colaboradores dessa organização, com o auxílio dos responsáveis pelo marketing, que constroem a marca, a estrutura e a satisfação de seus clientes. Portanto, marketing são todas as partes, todos os setores, todos os colaboradores e repartições interadas dos objetivos, missão e visão da empresa para qual trabalham; assim, torna-se possível que uma agência ou o departamento de marketing atue dentro de um ambiente organizacional e alcance o valor esperado com a colaboração de uma maioria. Da mesma forma que Kotler, (2007, pg 3) afirma “o bom marketing é essencial para o sucesso de toda organização".
Empresas, organizações e instituições possuem em sua essência objetivos e a visão que guiarão os colaboradores no alcance da missão. Diante dessa situação, todo processo organizacional tem por finalidade satisfazer o público que designa por alvo de seu produto e/ou serviço, para que assim sejam elaboradas estratégias e metodologias buscando atingir o êxito no quesito satisfação, venda e lucro.
Embora muitas empresas carecem do suporte das agências de propaganda e publicidade, é a participação dos colaboradores dessa organização, com o auxílio dos responsáveis pelo marketing, que constroem a marca, a estrutura e a satisfação de seus clientes. Portanto, marketing são todas as partes, todos os setores, todos os colaboradores e repartições interadas dos objetivos, missão e visão da empresa para qual trabalham; assim, torna-se possível que uma agência ou o departamento de marketing atue dentro de um ambiente organizacional e alcance o valor esperado com a colaboração de uma maioria. Da mesma forma que Kotler, (2007, pg 3) afirma “o bom marketing é essencial para o sucesso de toda organização".Ao definir um público alvo para um produto e/ou serviço o esperado é que a primeira experiência desse público com o ofertado seja positiva o bastante para marcar e fazer-se reconhecer com aspectos comuns do produto e/ou serviço. O relacionamento é essencial para nutrir a conexão do público com a oferta, por isso o acompanhamento das tendências relevantes deste público é cada vez mais imprescindível para manter o produto e/ou serviço atrativo, pois meios de comunicação, nichos de inserção, produtos e marcas concorrentes e o conhecimento interno tornam-se questões decisivas. Por isso, pessoas, processos e o relacionamento são aspectos sugestivos para representar os três pilares do marketing. Conforme Kotler (2007, pg 4) "assim, decidimos marketing como o processo pelo qual empresas criam valor para os clientes e constroem fortes relacionamentos com eles para capturar seu valor em troca".
2. A linha de frente
O marketing é desenvolvido com base em percepções, lógica na conexão de informações relevantes, decisões e, por último, a execução. O processo inicia-se com os colaboradores da missão que trabalham diretamente no atendimento ao público, esses são sensíveis a perceber gostos, preferências, características, pontos fracos e fortes; porém os responsáveis pelas tomadas de decisões, na maioria dos processos, não alcançam tais informações, o que facilitaria e tornaria mais precisas as diretrizes a serem seguidas. Com ou sem essas informações, os responsáveis pelo marketing necessitam identificar a atual necessidade do cliente e, consequentemente, da empresa; definir o que é saudável praticar para supri - lá e a metodologia de integrar os funcionários na causa. Os atendentes, atualmente, não mais vendem e, sim, oferecem soluções e experiência aos consumidores e clientes de seus produtos, tornando o objetivo do marketing possuir a venda como uma consequência positiva de suas atitudes internas e externas.
De acordo com o proposto por Kotler (2007), a criação de valor aos clientes e a construção de relacionamento são etapas fidedignas ao contexto de marketing, tendo em vista que, ao passo em que uma delas deixa de acontecer, pode-se compreender algumas falhas e, no processo anterior, revê-las.
2. A linha de frente
O marketing é desenvolvido com base em percepções, lógica na conexão de informações relevantes, decisões e, por último, a execução. O processo inicia-se com os colaboradores da missão que trabalham diretamente no atendimento ao público, esses são sensíveis a perceber gostos, preferências, características, pontos fracos e fortes; porém os responsáveis pelas tomadas de decisões, na maioria dos processos, não alcançam tais informações, o que facilitaria e tornaria mais precisas as diretrizes a serem seguidas. Com ou sem essas informações, os responsáveis pelo marketing necessitam identificar a atual necessidade do cliente e, consequentemente, da empresa; definir o que é saudável praticar para supri - lá e a metodologia de integrar os funcionários na causa. Os atendentes, atualmente, não mais vendem e, sim, oferecem soluções e experiência aos consumidores e clientes de seus produtos, tornando o objetivo do marketing possuir a venda como uma consequência positiva de suas atitudes internas e externas.
Uniformizando os aspectos em um sistema, segue a relação para expor as etapas da construção de valor e relacionamento com os clientes:
De acordo com o proposto por Kotler (2007), a criação de valor aos clientes e a construção de relacionamento são etapas fidedignas ao contexto de marketing, tendo em vista que, ao passo em que uma delas deixa de acontecer, pode-se compreender algumas falhas e, no processo anterior, revê-las.
Isso tudo é uma miscelânea de mensagens, ruídos, surpresas e informações. Só entende quem sente.
sexta-feira, 18 de março de 2011
A interdisciplinaridade e Objeto do Estudo da Comunicação
O tempo passa, os anos surgem e todos os aspectos envolvidos em uma sociedade são regidos pelo movimento. Dos séculos anteriores até o mais recente século XIX, a evolução acontecia lentamente; atualmente, no século XXI, a sociedade está informatizada e ciente do potencial das ferramentas tecnológicas.
A mutação social tornou as comunidades mal organizadas em sociedades, que se formam através dos hábitos, costumes e hábitos culturais praticados pelo homem. Sendo, a cultura o fator determinante às práticas de um ser inserido em tal ambiente, é possível estabelecer-se uma teoria exata quanto essas formas de relacionamento?
O meio comum de inter-relacionar os objetivos abstratos (sociedade e cultura) e o objeto físico (homem) é observar o modo que se relacionam e, consequentemente, se comunicam. A comunicação como alvo de estudo necessita ser delimitada por um foco, pois ela acontece em todas as vezes que uma mensagem é emitida a um receptor e esse reage e a percebe; mesmo com ruídos, o resultado dessa ação deve ser a informação. Pois quando ao estímulo não houver percepção, não há resultados; por isso “a consciência é uma rede de comunicação entre os homens, conforme Luiz Martino.
A metodologia de fazer a comunicação acontecer também evoluiu; pode-se partir o estudo do momento em que o homem utilizava de gestos para comunicar a caça, a reprodução e a sua sobrevivência. O homem moderno usufrui a fala e da escrita e as aplica em diversos veículos, desde os mais comuns, como rádio, televisão e jornais, aos mais evoluídos no quesito tecnologia da informação, tais redes sociais, blog, iPhone, etc.
Embora, a comunicação tenha ultrapassado diversas revoluções, são os meios de comunicação de massa que possibilitam o estudo da emissão da mensagem e a reação do receptor. Os habitantes da sociedade os utilizam como meio de atualização, em nível global, contribuem com informações e se inter-relacionam. A comunicação quando acontece por meios de massa ela visa comunicar, influenciar, noticiar e, ainda anunciar. Percebe-se que os objetos de estudos são variados (a comunicação, o homem, a sociedade, a cultura, os meios de comunicação, entre outros), porém todos são protagonistas do presente e diferentes do passado e futuro; atuantes das ciências humanas em seus variados modelos.
Portanto, quando o objetivo for compreender o comportamento da comunicação dos seres que a utilizam ou os meios que a reproduz, deve-se determinar o objeto de estudo e o explorar em suas formas de utilidades, direcionamento, reação do receptor e posicionamento perante o comportamento social.
Fonte: Teorias da Comunicação - Luiz C. Martino | Relatório elaborado para Teorias da Comunicação na graduação em PP.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Uma porção de marca
A experiência de dois estágios simultâneos com a faculdade é inesplicável. O movimento das 'coincidências' é provocado pelo objetivo e foco. E a falta de tempo provoca o instinto de organização.
A faculdade é de Publicidade e Propaganda, minha primeira cadeira é Comunicação e Marketing; atualmente só poderei fazer uma, pois a parte teórica de meu TCC está bem intensa e desejo me dedicar todo o tempo possível. O estágio mais antigo vai bem, mas o mais recente vai muito bem, onde é viável eu criar, implantar e contar com uma equipe excelente de funcionários.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
uma porção de: Publicidade e Propaganda
Propaganda é o ato de divulgar idéias, conceitos e valores sem fins lucrativos.
Publicidade é fazer isso com objetivo de lucro por parte do anunciante.
Exemplo: a campanha de combate à dengue. Quando o Governo Federal veicula peças mostrando as formas de prevenção ao mosquito, isso é propaganda. Se a Raid faz o mesmo, é publicidade.
Se "uma força superior" estivesse dizendo que macacos beberem líquido é saudavel, seria apenas uma propaganda de tal idéia. Mas como é a marca Coca-Cola que divulga, ou a montagem em si, que macacos sentem prazer em beber líquido é uma publicidade. Pois insere o seu produto ao fator saudavel do anúncio.
Publicidade é fazer isso com objetivo de lucro por parte do anunciante.
Exemplo: a campanha de combate à dengue. Quando o Governo Federal veicula peças mostrando as formas de prevenção ao mosquito, isso é propaganda. Se a Raid faz o mesmo, é publicidade.
Se "uma força superior" estivesse dizendo que macacos beberem líquido é saudavel, seria apenas uma propaganda de tal idéia. Mas como é a marca Coca-Cola que divulga, ou a montagem em si, que macacos sentem prazer em beber líquido é uma publicidade. Pois insere o seu produto ao fator saudavel do anúncio.
Assinar:
Postagens (Atom)










.jpg)







