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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Pessoas, processos e marketing de relacionamento

1. O relacionamento dos colaboradores com a marca, com o público alvo e os processos organizacionais

Empresas, organizações e instituições possuem em sua essência objetivos e a visão que guiarão os colaboradores no alcance da missão. Diante dessa situação, todo processo organizacional tem por finalidade satisfazer o público que designa por alvo de seu produto e/ou serviço, para que assim sejam elaboradas estratégias e metodologias buscando atingir o êxito no quesito satisfação, venda e lucro.
Embora muitas empresas carecem do suporte das agências de propaganda e publicidade, é a participação dos colaboradores dessa organização, com o auxílio dos responsáveis pelo marketing, que constroem a marca, a estrutura e a satisfação de seus clientes. Portanto, marketing são todas as partes, todos os setores, todos os colaboradores e repartições interadas dos objetivos, missão e visão da empresa para qual trabalham; assim, torna-se possível que uma agência ou o departamento de marketing atue dentro de um ambiente organizacional e alcance o valor esperado com a colaboração de uma maioria. Da mesma forma que Kotler, (2007, pg 3) afirma “o bom marketing é essencial para o sucesso de toda organização".
Ao definir um público alvo para um produto e/ou serviço o esperado é que a primeira experiência desse público com o ofertado seja positiva o bastante para marcar e fazer-se reconhecer com aspectos comuns do produto e/ou serviço. O relacionamento é essencial para nutrir a conexão do público com a oferta, por isso o acompanhamento das tendências relevantes deste público é cada vez mais imprescindível para manter o produto e/ou serviço atrativo, pois meios de comunicação, nichos de inserção, produtos e marcas concorrentes e o conhecimento interno tornam-se questões decisivas. Por isso, pessoas, processos e o relacionamento são aspectos sugestivos para representar os três pilares do marketing. Conforme Kotler (2007, pg 4) "assim, decidimos marketing como o processo pelo qual empresas criam valor para os clientes e constroem fortes relacionamentos com eles para capturar seu valor em troca".

2. A linha de frente


O marketing é desenvolvido com base em percepções, lógica na conexão de informações relevantes, decisões e, por último, a execução. O processo inicia-se com os colaboradores da missão que trabalham diretamente no atendimento ao público, esses são sensíveis a perceber gostos, preferências, características, pontos fracos e fortes; porém os responsáveis pelas tomadas de decisões, na maioria dos processos, não alcançam tais informações, o que facilitaria e tornaria mais precisas as diretrizes a serem seguidas. Com ou sem essas informações, os responsáveis pelo marketing necessitam identificar a atual necessidade do cliente e, consequentemente, da empresa; definir o que é saudável praticar para supri - lá e a metodologia de integrar os funcionários na causa. Os atendentes, atualmente, não mais vendem e, sim, oferecem soluções e experiência aos consumidores e clientes de seus produtos, tornando o objetivo do marketing possuir a venda como uma consequência positiva de suas atitudes internas e externas.



Uniformizando os aspectos em um sistema, segue a relação para expor as etapas da construção de valor e relacionamento com os clientes:


De acordo com o proposto por Kotler (2007), a criação de valor aos clientes e a construção de relacionamento são etapas fidedignas ao contexto de marketing, tendo em vista que, ao passo em que uma delas deixa de acontecer, pode-se compreender algumas falhas e, no processo anterior, revê-las.
 
 
Isso tudo é uma miscelânea de mensagens, ruídos, surpresas e informações. Só entende quem sente.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Minuto da Informação: Nosso Foco

Empresas, organizações e instituições possuem em sua essência seus objetivos e a visão que guiará os colaboradores no alcance da missão. Diante dessa situação, todo processo organizacional tem por finalidade satisfazer o público que designa por alvo de seu produto e/ou serviço e, a partir disso, são elaboradas estratégias e métodos para atingir o êxito no quesito satisfação, venda e lucro. Na Unidade Oswaldo Cruz, conforme combinações dos diretores gerais, os fatores definidos como objetivos incluem valorização dos momentos de estudo, acreditando numa educação cada vez melhor.

Mesmo que os públicos internos da Unidade Oswaldo Cruz são segmentados (corpo docente, zeladoria, auxiliares, direção) é a participação de cada colaborador que constrói a marca, a estrutura e o ensino – que, por detalhe é o nosso produto/serviço. Por isso, é o foco mútuo em educar, atingir a satisfação dos nossos alunos, familiares e comunidade escolar e atender às necessidades que possibilita à Unidade Oswaldo Cruz fazer história no ensino do Vale dos Sinos.

Tanto no relacionamento interno, quanto no relacionamento entre funcionários com a comunidade escolar é essencial nutrir a conexão dos públicos com informações relevantes para ambos, o que os tornam fieis e integrados à Instituição. Sendo assim, após concluírem as séries disponibilizadas na Unidade dirigem-se à Unidade Fundação Evangélica e concluem o processo educacional estudando nos cursos superiores e/ou sendo funcionários. Essa interação, na área de marketing, é definida como endomarketing: onde a integração dos públicos possibilita à organização o alcance dos objetivos comuns a todos; entendem-se, então, por endomarketing “as ações de marketing voltadas aos empregados de uma empresa, que tem como foco mobilizá-los com vista a um alinhamento para alcançar os objetivos e metas da organização.

Exercer o papel de educador e funcionário (a) da IEN nos remete a responsabilidade de servir de exemplo e transmitir confiança aos alunos e potenciais alunos, da mesma forma que o guru das relações organizacionais explica em relação à função da educação perante às famílias dos alunos e sociedade:

“A transferência da responsabilidade educacional, da residência para a escola, não é significativa apenas no sentido de atingir mais eficiência, eficácia e profundidade na educação. Progressivamente, os pais abandonam a idéia de que são participantes na educação de seus filhos e de que devem partilhar com as escolas a formulação de uma política educacional. sentem que os professores são mais competentes que eles, naquela área. Querem que seus filhos recebam “uma educação”, mas abrem mão de qualquer pretensão em saber no que ela deveria consistir. O resultado é que uma indústria completa crescerá para fornecer um serviço em que o lar e a família mostram cada vez menos interesse e capacidade.” (KOTLER; 1978, página 350)

Portanto, não apenas o professor da educação infantil deve conhecer a missão desse nível de ensino, como também o porteiro, o zelador, a família do professor, do estagiário, os pais dos alunos e todos os outros públicos envolvidos no serviço que a Unidade exerce para a sociedade. Sendo os ambos focados na evolução da marca, monitoramento do segmento em que ela atua e conservação do vínculo já construído com as famílias pertencentes à Instituição.

Texto criado como complemento à prática do meu trabalho de conclusão e estágio; direcionado aos colaboradores da Unidade Oswaldo Cruz - Instituição Evangélica de NH (IENH).